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Helbor (HBOR3) vê lucro encolher no 1T26 após alta das despesas financeiras; veja os números

15 maio 2026, 8:22 - atualizado em 15 maio 2026, 8:22
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Helbor (HBOR3) vê lucro encolher no 1T26 após alta das despesas financeiras; veja os números (Imagem: Divulgação/ Helbor)

A Helbor (HBOR3), incorporadora focada no segmento de médio e alto padrão, registrou lucro líquido atribuível aos sócios controladores de R$ 1,9 milhão no primeiro trimestre de 2026 (1T26), queda de 74,5% frente a igual período de 2025.

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No consolidado, o lucro totalizou R$ 24,2 milhões, recuo de 31,9% na mesma base de comparação, segundo balanço divulgado nessa quinta-feira (14).

A receita operacional líquida, por sua vez, somou R$ 346,6 milhões entre janeiro e março, um crescimento de 15,8% em relação ao 1T25 e de 11,5% frente ao 4T25, refletindo, de acordo com a companhia, mudanças no mix de vendas.

Isso porque, no primeiro trimestre deste ano, 21% das vendas corresponderam a unidades de lançamentos realizados no período, ante 38% um ano antes.

Já as unidades em construção representaram 55% das vendas, frente a 36% no 1T25, enquanto os imóveis prontos responderam por 24%, contra 26% nos primeiros meses do ano anterior.

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No 4T25, a composição havia sido de 49% em lançamentos, 29% em construção e 23% em unidades prontas.

Os custos operacionais da Helbor somaram R$ 246,9 milhões no primeiro trimestre de 2026, uma piora anual de 20,5%.

Ao final de março, a dívida líquida da incorporadora totalizava R$ 1,67 bilhão, equivalente a 59% do patrimônio líquido consolidado.

Operacional

No campo operacional, a Helbor lançou dois empreendimentos: Nova Vivere, em São Paulo, e Parque Clube Ipoema, em Mogi das Cruzes. O valor geral de vendas (VGV) líquido total foi de R$ 469,7 milhões, sendo 33% de participação da companhia.

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Também no 1T26, as vendas brutas somaram R$ 420,0 milhões, representando uma redução de 32,1% em relação ao 1T25.

De acordo com a empresa, o recuo é explicado, principalmente, pelo forte desempenho do lançamento Supreme Anália Franco, no 1T25, em parceria com a Cury, que vendeu mais de 90% das unidades ainda no próprio trimestre.

A velocidade de vendas (VSO) total atingiu 12,4% no 1T26, enquanto o VSO Helbor ficou em 10,9%.

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Jornalista formado e com MBA em Planejamento Financeiro e Análise de Investimentos. Passou pelas redações da TV Band, UOL, Suno Notícias e Agência Mural, e foi líder de conteúdo no 'Economista Sincero'. Hoje, atua como repórter no Money Times.
Jornalista formado e com MBA em Planejamento Financeiro e Análise de Investimentos. Passou pelas redações da TV Band, UOL, Suno Notícias e Agência Mural, e foi líder de conteúdo no 'Economista Sincero'. Hoje, atua como repórter no Money Times.
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