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Ibovespa sobe com petróleo, pesquisas eleitorais e STF no radar; 5 coisas para saber antes de investir hoje (15)

15 set 2026, 10:10 - atualizado em 15 set 2026, 10:20
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Pessoas observam painel eletrônico que exibe o gráfico das recentes flutuações dos índices de mercado no pregão da BM&F Bovespa, no centro de São Paulo, Brasil, em 9 de maio de 2016 (REUTERS/Paulo Whitaker)

O Ibovespa (IBOV) começa o pregão desta terça-feira (15) em alta com expectativas para uma redução na taxa Selic amanhã, com o mercado atento ao julgamento do ministro Alexandre de Moraes no STF e cautela externa.

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Por volta de 10h10 (horário de Brasília), o principal índice da bolsa brasileira operava em com alta de 0,32%, aos 186.092,69 pontos.



Já o dólar à vista operava em queda ante o real, na contramão do desempenho da moeda no exterior. No mesmo horário, a moeda operava a R$ 5,1401 (-0,15%), enquanto o DXY, que compara o dólar a uma cesta de seis divisas fortes, subia 0,19%, aos 99.585 pontos.

5 assuntos para saber ao investir no Ibovespa nesta terça-feira (15)

1 – Julgamento no STF

A sessão do Supremo Tribunal Federal (STF) para julgar possível envolvimento do ministro Alexandre de Morares no Caso Master concentra as atenções dos investidores. Há a possibilidade de um pedido de vista pela ala pró-Moraes, o que pode paralisar a sessão e ‘atrasar’ o julgamento por até 90 dias.

Moraes negou em manifestação ao presidente da corte, Edson Fachin, quaisquer irregularidades no caso do Banco Master e disse ser vítima de uma investigação ilegal, direcionada a ele e que tem motivação político-eleitoral e de vingança por ter sido o relator do processo em que o ex-presidente Jair Bolsonaro, entre outros, foram condenados por tentativa de golpe de Estado.

2 – Corrida presidencial

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Pesquisa CNT/MDA para a eleição presidencial 2026 divulgada nesta terça-feira (15) aponta o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com 40,6% das intenções e votos e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), com 30,4% no primeiro turno.

No levantamento anterior, de 11 de agosto, o presidente obteve 42,4% e o senador atingia 28,7%. A vantagem saiu de 13,7 pontos para 10,2 pontos porcentuais.

Em um segundo turno, o presidente venceria o senador por 47,3% a 40%, ante 48% a 39,1% na pesquisa passada. Mesmo com a vantagem caindo de 8,9 pontos para 7,3 pontos porcentuais, pela margem de erro, de 2,2 pontos porcentuais, Lula ainda seria reeleito.

3 – Vendas no varejo

As vendas varejistas no Brasil registraram queda maior do que a esperada em julho, indicando fraqueza no início do segundo semestre com o pior desempenho em três meses.

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Em julho, as vendas no varejo tiveram queda de 0,8% ante o mês anterior, registrando ainda alta de 1,2% na comparação com o mesmo mês de 2025.

4 – Juros nos EUA

Nos Estados Unidos, os rendimentos do título do Tesouro de 10 anos opera no maior nível desde 2007 nesta terça-feira (15), na véspera da decisão do Federal Reserve (Fed, o Banco Central norte-americano) sobre os juros.

Mais cedo, o rendimento do título referência para empréstimos imobiliários, financiamento de veículos e dívidas de cartão de crédito atingiu 5,041%, ultrapassando o pico de 2023 alcançado na véspera.

A disparada do juros tem por trás uma combinação de fatores: preocupações com o cenário fiscal norte-americano, disparada dos preços do petróleo, pressão inflacionária e perspectiva de juros elevados por mais tempo na maior economia do mundo.

5 – Petróleo acima de US$ 100

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A escalada das tensões entre Estados Unidos e Irã no Oriente Médio continua a sustentar as preocupações de novas interrupções no fornecimento do petróleo.

Com isso, os preços do petróleo operam sem direção única. Por volta de 10h (horário de Brasília), o contrato do Brent negociado para novembro caía 0,11%, a US$ 105,56 o barril, na Intercontinental Exchange (ICE), em Londres.

Já na New York Mercantile Exchange (Nymex), nos EUA, o contrato do WTI para outubro tinha alta de 0,21%, a US$ 101,60 o barril, no mesmo horário.

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*Com informações de Estadão Conteúdo e Reuters

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Repórter
Jornalista formada pela PUC-SP, com especialização em Finanças e Economia pela FGV. É repórter de Mercados no Money Times e já passou pela redação do Seu Dinheiro e setor de análise política da XP Investimentos.
Jornalista formada pela PUC-SP, com especialização em Finanças e Economia pela FGV. É repórter de Mercados no Money Times e já passou pela redação do Seu Dinheiro e setor de análise política da XP Investimentos.

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