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Ibovespa abandona ganhos e cai com piora de Petrobras após resultados de leilão

06 nov 2019, 11:48 - atualizado em 06 nov 2019, 11:48
Pré-sal Leilão Brasil Protesto Petróleo Cessão Onerosa Rio de Janeiro
Mudança de ganhos para perdas influenciada pelos primeiros resultados do megaleilão de áreas para exploração de petróleo e gás(Imagem: Reuters/Ricardo Moraes)

O Ibovespa abandonou os ganhos e recuava nesta quarta-feira, acompanhando a piora da Petrobras, em meio aos primeiros resultados do megaleilão de áreas para exploração de petróleo e gás, sugerindo apetite reduzido de investidores internacionais.

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Às 11:47, o Ibovespa caía 1,01%, a 107.622,97 pontos, após, mais cedo, renovar recorde intradia a 109.633,14 pontos. O volume financeiro no pregão somava 5,94 bilhões de reais.

As ações da Petrobras, que chegaram a liderar as altas do Ibovespa, passaram para a se destacar na ponta negativa do índice, com os papéis ordinários cedendo 2,33% e as preferenciais caindo 2,2%. Nas máximas, mais cedo,  Petrobras (PETR4) subiu 3,5% e Petrobras (PETR3) avançou 3,4%.

No Rio de Janeiro, o consórcio Petrobras/CNODC/CNOOC arrematou o bloco de Búzios, no pré-sal da Bacia de Santos, com a oferta mínima de 23,24% de excedente em óleo à União. Com a vitória, o consórcio pagará 68,2 bilhões de reais em bônus de assinatura à União pelo bloco –o mais importante da licitação.

Não houve outra oferta pelo bloco, no qual a Petrobras será operadora com 90% de participação. Considerando sua participação no consórcio, a Petrobras pagará 61,38 bilhões de reais.

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A Petrobras ainda arrematou sozinha o bloco Itapu, com a oferta de 18,15% de excedente em óleo à União. Com a vitória, a empresa pagará 1,77 bilhão de reais em bônus de assinatura à União pelo bloco.

Em comentários a clientes mais cedo, a equipe da XP Investimentos destacou que era importante monitorar o tamanho da participação da Petrobras no leilão e as possíveis consequências disso para sua trajetória de endividamento, caso a empresa gaste acima do ressarcimento da União de 9 bilhões de dólares.

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A Reuters é uma das mais importantes e respeitadas agências de notícias do mundo. Fundada em 1851, no Reino Unido, por Paul Reuter. Com o tempo, expandiu sua cobertura para notícias gerais, políticas, econômicas e internacionais.
A Reuters é uma das mais importantes e respeitadas agências de notícias do mundo. Fundada em 1851, no Reino Unido, por Paul Reuter. Com o tempo, expandiu sua cobertura para notícias gerais, políticas, econômicas e internacionais.
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