Eleições 2026

PSD oficializa Caiado como candidato à Presidência; ex-governador de Goiás busca espaço como ‘terceira via’

26 jul 2026, 12:31
Ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado (Pedro Pereira/Market Makers)
Ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado (Imagem: Pedro Pereira/Market Makers)

O PSD oficializou, na manhã deste domingo (26), a candidatura de Ronaldo Caiado à Presidência da República. O presidente nacional da legenda, Gilberto Kassab, foi confirmado como candidato a vice na chapa.

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Em convenção realizada na sede do partido, em São Paulo, o ex-governador de Goiás reforçou a estratégia de se apresentar como uma terceira via e afirmou que tanto Lula (PT) como Flávio Bolsonaro (PL), que lideram as pesquisas de intenção de voto, recorrem a agressões para desviar a atenção dos principais desafios do Brasil.

“Eu não seria candidato se não fosse a coragem de Gilberto Kassab, que enfrentou todos aqueles que achavam que podiam calar o país e que não teria mais nenhum candidato fora da polarização”, disse Caiado.

“O atual presidente [Lula] quer, de toda maneira, provocar o presidente dos Estados Unidos [Donald Trump]. Do outro lado, as mesmas agressões acontecendo, insultando autoridades”, afirmou.

Esta será a segunda disputa de Caiado pelo Palácio do Planalto. Em 1989, ele terminou a eleição em 10º lugar. Ao longo da carreira política, foi deputado federal, senador e governador de Goiás por dois mandatos.

‘Um na tripa do outro’: Lula e Flávio Bolsonaro se enforcaram, diz Caiado sobre tarifaço

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Em entrevista recente ao Money Times, Ronaldo Caiado disse ter certeza de que seus principais adversários na corrida eleitoral tentam se beneficiar politicamente para a eleição 2026, com a aplicação de um novo tarifaço dos Estados Unidos contra produtos brasileiros.

Segundo ele, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tenta reproduzir no Brasil o clima de hostilidade contra Donald Trump, que garantiu a reeleição dos governantes em países como Canadá e Austrália.

Do outro lado, Flávio Bolsonaro (PL), de acordo com o ex-governador de Goiás, se movimentou para adiar a taxação norte-americana para 2027, quando pretende ser o novo presidente do Brasil. Confira a entrevista aqui.

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