Ibovespa a 200 mil pontos: Itaú BBA aponta o que precisa acontecer para o índice decolar
O tom de cautela dos investidores pressiona o Ibovespa (IBOV) nesta quinta-feira (2), véspera de feriado e após uma breve recuperação no pregão anterior. Ontem (1º), o índice encerrou a sessão com alta de 0,26%, aos 187.952,91 pontos.
Apesar da queda na sessão de hoje, o índice deve encerrar a semana com valorização de cerca de 3,4%.
Para a análise técnica do Itaú BBA, o desempenho do índice segue indefinido no curto prazo. Nesse momento, o Ibovespa encontra uma “importante barreira” na máxima histórica em 192.700 pontos – atingido em 25 de fevereiro.
“O Ibovespa já demonstrou disposição para romper a tendência de baixa, mas o principal desafio é superar o próximo obstáculo: a máxima histórica”, escreveram os analistas Fábio Perina e Lucas Piza, em relatório.
Se conseguir superar esse nível, o índice ganhará tração para buscar os 200 mil pontos.
“Será importante acompanhar, nos próximos dias, se esse movimento de alta terá continuidade e se os índices que ficaram para trás também conseguirão reverter a tendência negativa no curto prazo”, acrescentaram os analistas.
Do lado da baixa, o Ibovespa tem suportes em 184.300, 179.800 e 174.900 pontos. Se perder essa região, o índice entrará novamente em tendência de baixa, segundo a análise técnica.
Nesta quinta-feira, o Ibovespa opera em instável, com a incertezas sobre a duração do conflito no Oriente Médio e forte valorização do petróleo no mercado internacional.
Por volta de 14h (horário de Brasília), o principal índice da bolsa brasileira caía 0,13%, aos 187.713,21 pontos.