Mercados

Ibovespa avança com foco no exterior; Lojas Americanas lidera altas

30 ago 2019, 10:31 - atualizado em 30 ago 2019, 12:06
Às 10:15, Ibovespa subia 0,77 %, a 101.300,9 pontos; valorização das Lojas Americanas após anúncio de parceria (Imagem: Reuters/Paulo Whitaker)

A bolsa paulista mantinha a trajetória ascendente nesta sexta-feira, favorecida pelo viés externo positivo, diante de sinais de que Estados Unidos e China irão retomar as negociações comerciais, com Lojas Americanas (LAME4) liderando as altas do Ibovespa após anúncio de que discute parceria com a BR Distribuidora (BRTD3) para lojas de conveniência.

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Às 11:22, o Ibovespa subia 0,56 %, a 101.088,51 pontos. O volume financeiro somava 3,97 bilhões de reais. Tal desempenho ajudava a confirmar uma performance positiva na semana, mas agosto ainda caminhava para um resultado fraco.

No exterior, repercutia positivamente que equipes de negociadores comerciais de China e Estados Unidos estão mantendo uma comunicação eficaz, conforme declaração do Ministério das Relações Exteriores chinês, com ambos os países em um embate tarifário de centenas de bilhões de dólares.

Em Wall Street, o S&P 500 subia 0,25%.

“O finalzinho do mês foi mais positivo para as bolsas internacionais com a retórica menos beligerante de autoridades americanas e chinesas”, destacou a Coinvalores, ponderando que, apesar de discursos mais amenos, tarifas de parte a parte estão marcadas para passar a valer no primeiro dia de setembro.

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Para a equipe da Coinvalores, o mercado continua acompanhando o desenrolar das negociações, que deve seguir sendo o principal direcionador das bolsas no curto e médio prazos, conforme nota distribuída a clientes.

Destaques

Lojas Americanas (LAME4) subia 2,89%, após assinar com a  BR Distribuidora (BRTD3) memorando de entendimentos não vinculante para guiar estudos sobre a viabilidade de uma possível parceria estratégica no segmento de lojas de conveniência da BR, conforme comunicados divulgados pelas companhias. BR Distribuidora cedia 0,14%.

VALE (VALE3) tinha alta de 2,17%, na esteira da recuperação dos preços do minério de ferro na China, onde os contratos futuros da commodity subiram mais de 4% nesta sexta-feira, impulsionados por um movimento de reconstrução de estoques da matéria-prima siderúrgica. Na esteira,  CSN (CSNA3) subia 1,69%.

JBS (JBSS3) valorizava-se 2,99%, reforçando a alta do Ibovespa, conforme permanecem expectativas positivas para a demanda externa em razão da peste suína africana.

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BRF (BRFS3) caía 2,88%, tendo de pano de fundo comunicado da véspera de que Caixa de Previdência dos Funcionários do Banco do Brasil (Previ) reduziu fatia na companhia para 9,98%, bem como declaração da empresa nesta sexta-feira de que avalia emissão de bônus no exterior entre alternativas de captação de recursos.

PETROBRAS (PETR4) tinha decréscimo de 0,35%, tendo de pano de fundo queda do petróleo no exterior.

BRADESCO (BBDC4) subia 1,33%, ajudando na alta, mas  ITAÚ UNIBANCO (ITUB4) mostrava variação negativa de 0,06%.

CYRELA (CYRE3) valorizava-se 3,32%, em sessão positiva para o setor imobiliário. Em relatório recente, o Morgan Stanley afirmou ver evidência de ‘momentum’ para o segmento residencial de média e alta rendas, avaliando que Cyrela era o melhor meio para aproveitar o cenário.

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A Reuters é uma das mais importantes e respeitadas agências de notícias do mundo. Fundada em 1851, no Reino Unido, por Paul Reuter. Com o tempo, expandiu sua cobertura para notícias gerais, políticas, econômicas e internacionais.
A Reuters é uma das mais importantes e respeitadas agências de notícias do mundo. Fundada em 1851, no Reino Unido, por Paul Reuter. Com o tempo, expandiu sua cobertura para notícias gerais, políticas, econômicas e internacionais.
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