Economia

Confiança do consumidor no Brasil cai em julho com piora da percepção sobre o presente, diz FGV

27 jul 2026, 8:35
dinheiro, moeda, real, reais, cédula, cédulas, nota, notas, moeda brasileira, dinheiro brasileiro, inflação, inflação alta, deflação, economia, economia brasileira, mercado, mercado financeiro, finanças, finanças pessoais, orçamento, orçamento doméstico, renda, renda familiar, salário, salário mínimo, remuneração, vencimento, pagamento, poder de compra, custo de vida, custo dos alimentos, aumento de preços, alta dos preços, carestia, desvalorização, valorização, perda do poder de compra, crise econômica, recessão, crescimento econômico, consumo, consumidor, compras, supermercado, cesta básica, despesas, gastos, contas, contas a pagar, boletos, dívida, dívidas, endividamento, inadimplência, poupança, economia doméstica, investimento, investimentos, aplicações financeiras, juros, taxa de juros, taxa Selic, Banco Central, crédito, empréstimo, financiamento, cartão de crédito, débito, PIX, transferência bancária, banco, instituição financeira, orçamento familiar, planejamento financeiro, reserva de emergência, patrimônio, riqueza, patrimônio líquido, capital, capital financeiro, lucro, prejuízo, receita, despesa, balanço financeiro, impostos, tributos, tributação, imposto de renda, arrecadação, arrecadação fiscal, carga tributária, imposto, taxa, tarifas, câmbio, dólar, euro, cotação, câmbio flutuante, desvalorização cambial, valorização cambial, moeda estrangeira, inflação acumulada, índice de preços, IPCA, INPC, IGP-M, poder aquisitivo, renda per capita, desenvolvimento econômico, estabilidade econômica, política monetária, política fiscal, oferta, demanda, produtividade, consumo consciente, educação financeira, planejamento financeiro, equilíbrio financeiro, independência financeira, riqueza, prosperidade, orçamento público, gastos públicos, contas públicas, déficit, superávit, tesouro nacional, moeda forte, moeda fraca, liquidez, circulação de dinheiro
Um soldado está de guarda no Palácio do Planalto, com a bandeira do Brasil tremulando ao fundo, em Brasília 31 de julho de 2025 (REUTERS/Adriano Machado)

A confiança dos consumidores brasileiros recuou pelo terceiro mês consecutivo em julho e chegou ao menor nível em quatro meses, com piora na percepção sobre o presente, mostraram dados da Fundação Getulio Vargas divulgados nesta segunda-feira.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O Índice de Confiança do Consumidor (ICC) da FGV teve no mês queda de 0,4 ponto, indo a 88,3 pontos, menor nível desde março.

O Índice de Situação Atual (ISA) recuou 2,6 pontos, para 84,4 pontos, com piora principalmente da percepção sobre o orçamento financeiro das famílias.

“Entre as faixas de renda, os consumidores de menor renda tiveram maior participação na queda do indicador agregado”, explicou Anna Carolina Gouveia, economista do FGV IBRE.

Já o Índice de Expectativas (IE) subiu 1,1 ponto, para 91,5 pontos, após dois meses de quedas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Gouveia destacou que, até o mês passado, a piora da confiança se dava pela deterioração das expectativas futuras, enquanto a percepção sobre o presente seguia em melhora.

“Embora ainda possa refletir uma calibragem dos resultados anteriores, a virada de chave observada neste mês pode sinalizar que o pessimismo em relação ao futuro começa a influenciar a avaliação atual dos consumidores, especialmente de sua situação financeira”, disse ela.

“O alto endividamento e inadimplência das famílias, junto a um contexto de juros fortemente restritivo, segue sendo o principal ponto de pressão do orçamento do consumidor, influenciando sua percepção sobre a economia”, completou.

A taxa básica de juros está atualmente em 14,25% ao ano e o Banco Central volta a se reunir na próxima semana para decidir sobre a política monetária.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Compartilhar

WhatsAppTwitterLinkedinFacebookTelegram
A Reuters é uma das mais importantes e respeitadas agências de notícias do mundo. Fundada em 1851, no Reino Unido, por Paul Reuter. Com o tempo, expandiu sua cobertura para notícias gerais, políticas, econômicas e internacionais.
A Reuters é uma das mais importantes e respeitadas agências de notícias do mundo. Fundada em 1851, no Reino Unido, por Paul Reuter. Com o tempo, expandiu sua cobertura para notícias gerais, políticas, econômicas e internacionais.

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies.

Fechar