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Ibovespa cai com cautela global; Magazine Luiza recua 2,58%

13 nov 2019, 13:06 - atualizado em 13 nov 2019, 13:09
Magazine Luiza Varejo
Ações da varejista cediam 2,70% por volta do meio-dia (Imagem: LinkedIn da Magazine Luiza)

O Ibovespa recuava novamente nesta quarta-feira, em linha com o desempenho dos mercados de ações internacionais, que analisavam com cautela os sinais sobre as negociações comerciais entre Estados Unidos e China dados pelo presidente Donald Trump, em discurso na véspera.

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Às 12h53, o Ibovespa caía 0,9%, a 105.787,80 pontos. O volume financeiro somava 5,889 bilhões de reais. Na véspera, o índice havia caído 1,5%, descolado das bolsas em Wall Street, em movimento atribuído ao clima ruim na América Latina.

Em declarações mistas, Trump repetiu que os negociadores dos EUA e chineses estão “próximos” de uma “fase um” de um acordo comercial, mas também afirmou que aumentaria as tarifas dos produtos chineses “substancialmente” se não chegassem a um consenso.

Além disso, Trump também “não comentou o adiamento, por seis meses, da imposição de tarifas sobre carros europeus”, que era muito aguardado por investidores, segundo analistas da Terra Investimentos.

No cenário doméstico, dados do varejo indicaram sinais de recuperação no setor, que registrou o melhor resultado para setembro em dez anos, quadro que poderia beneficiar empresas do segmento de consumo.

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O ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou nesta quarta-feira que o Brasil está em negociação com a China sobre a possibilidade de livre comércio entre os dois países. Os líderes dos cinco países do BRICS realizam encontro em Brasília para discutir o estímulo de investimentos entre os países, dentre outras pautas econômicas.

Destaques

Bradesco (BBDC4) perdia 0,6%, em sessão majoritariamente fraca para os bancos, corroborando no viés negativo do índice. Santander (SANB11) cedia 0,4% e Itaú Unibanco (ITUB4) apresentava queda de 0,8%.

Gogna Educação (COGN3) recuava 0,8%, após início de sessão muito volátil. A empresa teve lucro líquido ajustado de 208,6 milhões de reais no terceiro trimestre, uma queda de 41,6% sobre o resultado de um ano antes, mas afirmou que espera cumprir suas estimativas de desempenho para o ano ao prever um resultado dos três últimos meses de 2019 bastante forte.

No setor, Yduqs (YDUQ3) recuava 0,2%.

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Magazine Luiza (MGLU3) perdia 2,58%, pesando sobre o índice, após a empresa precificar oferta primária a 43 reais por ação.

BRF (BRFS3) caía 0,6%, enquanto JBS (JBSS3) e Marfrig (MRFG3) perdiam 0,1% e 0,8%, respectivamente. Na véspera, as três empresas tiveram plantas aprovadas para exportações para a China. Fontes também disseram que o BNDES pediu propostas a bancos de investimento para iniciar a venda de sua participação na JBS.

MRV Engenharia (MRVE3) recuava 2,4%, após reportar lucro líquido de 160 milhões de reais no terceiro trimestre, queda de 8% com relação ao mesmo período do ano passado.

Petrobras (PETR3PETR4) perdiam 0,5% e 0,8%, respectivamente, em linha recuo dos preços dos contratos futuros do petróleo no exterior.

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Qualicorp (QUAL3) ganhava 1%, perto da ponta positiva do índice, completando a sexta sessão consecutiva de alta. Nas cinco anteriores, acumulou um avanço de 3,87%.

CPFL Energia (CPRE3) caía 0,6%, em sessão com o setor de energia em evidência. Equatorial (EQTL3) recuava também 0,6%, enquanto  Copel (CPLE3) saltava 4,6%, todas após divulgar balanço trimestral. Eletrobras (ELET3ELET5ELET6) registrava queda de 2,7%.

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A Reuters é uma das mais importantes e respeitadas agências de notícias do mundo. Fundada em 1851, no Reino Unido, por Paul Reuter. Com o tempo, expandiu sua cobertura para notícias gerais, políticas, econômicas e internacionais.
A Reuters é uma das mais importantes e respeitadas agências de notícias do mundo. Fundada em 1851, no Reino Unido, por Paul Reuter. Com o tempo, expandiu sua cobertura para notícias gerais, políticas, econômicas e internacionais.
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