Internacional

Presidente de Cuba responde às ameaças de Trump: ‘Nenhum agressor, por mais poderoso que seja, encontrará rendição’

02 maio 2026, 15:39 - atualizado em 02 maio 2026, 15:42
Presidente de Cuba, Miguel Díaz-Canel (Foto: Adalberto Roque/Pool via REUTERS)
Presidente de Cuba, Miguel Díaz-Canel (Foto: Adalberto Roque/Pool via REUTERS)

O presidente de Cuba, Miguel Díaz-Canel, respondeu às ameaças do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, neste sábado (2).

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Em uma publicação no X, o mandatário cubano afirmou que “o presidente dos EUA acaba de elevar as ameaças de agressão miltar contra Cuba a uma escalada perigosa e sem precedentes”.

“Nenhum agressor, por mais poderoso que seja, encontrará a rendição em Cuba. Encontrará um povo determinado a defender a soberania e a independência em cada centímetro de seu território nacional”, acrescentou.

Mais cedo, o chanceler de Cuba, Bruno Rodríguez, afirmou que as declarações de Trump representam uma “ameaça clara e direta de agressão militar”.

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Na véspera (1º), o presidente norte-americano Trump reiterou a intenção de pressionar Cuba militarmente assim que o conflito no Irã chegar ao fim. Em um evento na Flórida, o chefe da Casa Branca disse que deve “assumir em breve” o território cubano.

Ele ainda declarou que os Estados Unidos poderiam enviar um porta-aviões para as imediações da costa cubana em breve.

Ainda na sexta-feira, Trump assinou um decreto ampliando as sanções contra o país, alegando que Havana “segue representando uma ameaça extraordinária”.

As novas sanções têm como alvo pessoas, entidades e afiliadas que apoiam o aparato de segurança do governo cubano. Também estão na mira agentes, funcionários ou apoiadores do governo.

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A ordem autoriza sanções secundárias no caso de realização ou facilitação de transações com os alvos das sanções.

Os EUA há muito tempo exigem que Cuba abra sua economia estatal, pague indenizações por propriedades expropriadas pelo governo do ex-líder Fidel Castro e realize eleições “livres e justas”. Cuba, porém, já afirmou que sua forma de governo não está em negociação.

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Repórter
Jornalista formada pela PUC-SP, com especialização em Finanças e Economia pela FGV. É repórter do MoneyTimes e já passou pela redação do Seu Dinheiro e setor de análise politica da XP Investimentos.
Jornalista formada pela PUC-SP, com especialização em Finanças e Economia pela FGV. É repórter do MoneyTimes e já passou pela redação do Seu Dinheiro e setor de análise politica da XP Investimentos.
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