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Ibovespa futuro recua aos 174 mil com tarifas dos EUA e tensões no Oriente Médio; dólar avança a R$ 5,08

22 jul 2026, 9:21 - atualizado em 22 jul 2026, 9:22
bolsa, B3, day trade
(Imagem: Leung Cho Pan/Canva)

O Ibovespa futuro (WINQ26) caiu 0,23%, aos 174.300 pontos, após a abertura, às 9h (horário de Brasília), de olho na entrada em vigor das tarifas de 25% pelos Estados Unidos e nas tensões geopolíticas. O míni índice, na sequência, inverteu o sinal e passou a subir aos 175.200 pontos (+0,29%).

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Já o dólar à vista abriu em alta ante o real, destoando do desempenho da moeda no exterior, a R$ 5,0807 (+0,14%). O DXY, que compara o dólar a uma cesta de seis divisas fortes, recuava 0,04%, aos 101.129 pontos.

Por aqui, o ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Márcio Rosa, afirmou nesta quarta-feira (22) que o Brasil adotará a reciprocidade quando achar adequado em relação à nova tarifa de 25% implementada pelos Estados Unidos.

A tarifa adicional entra em vigor nesta quarta-feira, atingindo bilhões de dólares em exportações do Brasil e aumentando as tensões comerciais entre os dois países.

Em entrevista à rádio Bandeirantes FM, Rosa destacou ainda que reciprocidade é diferente de retaliação ou de vingança.

Internacional

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No plano geopolítico, o secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, disse nesta quarta-feira que os Estados Unidos ainda estão dispostos a negociar com o Irã, mas que Teerã não está levando as negociações a sério, já que o conflito interrompeu o fluxo de navios no Estreito de Ormuz.

O número de embarcações que atravessaram o Estreito de Ormuz diminuiu ainda mais na terça-feira (21), segundo dados do setor de transporte marítimo, à medida que as preocupações com a segurança persistiam em meio aos ataques contínuos entre os Estados Unidos e o Irã.

Um total de três navios de carga atravessaram o estreito na terça-feira, uma queda em relação aos quatro do dia anterior, segundo dados da Kpler.

Confira as cotações do petróleo, por volta das 9h15 (horário de Brasília):

  • Brent para setembro de 2026: +3,59%, a US$ 94,28 o barril;
  • WTI para setembro de 2026: +3,25%, a US$ 87,08 o barril.
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*Com informações de Reuters

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Jornalista formada pela Universidade Estadual Paulista (Unesp). É repórter de mercados do Money Times. Antes disso, atuou na cobertura de macroeconomia na Broadcast/Agência Estado.
Jornalista formada pela Universidade Estadual Paulista (Unesp). É repórter de mercados do Money Times. Antes disso, atuou na cobertura de macroeconomia na Broadcast/Agência Estado.

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