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Ibovespa (IBOV) vira e passa subir mesmo com escalada de tensão entre EUA e China

02 ago 2022, 12:10 - atualizado em 02 ago 2022, 12:10
Ibovespa
Em relatório, o Itaú BBA destaca que o Ibovespa (IBOV) deixou a tendência de baixa (Imagem: REUTERS/Amanda Perobelli)

O Ibovespa virou e passou a subir na sessão desta terça-feira (2) apesar da escalada das tensões entre os Estados Unidos e a China após a confirmação da visita da presidente da Câmara dos Deputados, Nancy Pelosi, a Taiwan.

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Por volta das 12h, o Ibovespa subia 0,73%, a 102.936,28 pontos.

Em Wall Street:

  • S&P 500 caia 0,17%;
  • Nasdaq exibia alta de 0,12%;

Na visão do sócio-diretor da Pronto! Investimentos, Marcelo Castro, a questão envolvendo uma potencial visita da presidente da Câmara dos Deputados dos Estados Unidos a Taiwan, serve como argumento para realização de lucros.

Ele avalia que se fosse uma preocupação séria as bolsas – nos EUA e no Brasil – estariam mostrando quedas fortes.

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“A semana tem uma agenda cheia, com decisão de juros no Brasil e dados de emprego nos EUA. É isso o que deve prevalecer.”

Em relatório, o Itaú BBA destaca que o Ibovespa (IBOV) deixou a tendência de baixa, mas o fato de alguns índices não terem ultrapassado a resistência deixa uma dúvida no ar.

“Por ora, sugerimos avaliar ativos que possam iniciar uma tendência de alta no gráfico diário para embarcar nesse possível movimento”, diz trecho do relatório assinado por Fábio Perina e equipe.

Visita oficial

A visita oficial da presidente da Câmara dos Representantes dos EUA, Nancy Pelosi, pode causar graves consequências, em um momento em que as duas maiores economias do mundo capengam

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Na China, a queda do mercado imobiliário, a rotação na demanda global de bens para serviços e a política de “Covid Zero” prejudicam a atividade.

Já nos EUA, o Federal Reserve segue disposto em elevar a taxa de juros para domar a alta da inflação.

Os investidores tentam, então, decifrar o enigma chinês diante do que Pequim vê como uma provocação de Washington.

Mais que isso, a dúvida é saber quanto mais os EUA serão capazes de puxar a corda contra seu principal rival, em um momento em que a zona do euro vive uma crise de oferta de energia por causa do conflito entre Rússia e Ucrânia.

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Editor-assistente
Formado pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, cobre mercados desde 2018. Ficou entre os jornalistas +Admirados da Imprensa de Economia e Finanças das edições de 2022, 2023 e 2024. Possui curso intesivo de mercado de capitais oferecido pelo Insper em parceria com a B3. É também setorista de bancos. Antes, atuou na assessoria de imprensa do Ministério Público do Trabalho e como repórter do portal Suno Notícias, da Suno Research.
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