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Ibovespa: Por que BRF (BRFS3) dispara mais de 6% e lidera as altas? Mineradoras caem

05 jul 2023, 12:48 - atualizado em 05 jul 2023, 14:38
Ibovespa
Ibovespa: No início da tarde, índice subia e as ações de BRF lideravam as altas (Imagem: Bloomberg)

Ibovespa (IBOV) abriu a sessão desta quarta-feira (5) recuando, mas logo virou para o campo positivo. Por volta de 12h30, o índice subia e as ações de BRF (BRFS3) lideravam as altas, disparando 6,18%. Na véspera, a companhia anunciou a realização da oferta pública primária de ações, em oferta que consiste na distribuição inicial de 500 milhões de novas ações.

Yudqs (YDUQ3) também figurava na ponta positiva, com ganhos de 3,52%, após analistas do Citi reiterarem a recomendação de “compra” para o papel e elevarem o preço-alvo de R$ 12 para R$ 23.

Fora do Ibovespa, Ânima Educação (ANIM3) avançava 7% após fechar contrato para concluir a transação com o IBCMED, por meio da sua controladora Inspirali.

 

No lado negativo, Braskem (BRKM5) liderava as perdas com expectativas se formando ao redor  do controle da companhia. Além disso, analistas do JPMorgan cortaram a recomendação dos papéis para “neutra” e reduziram o preço-alvo de R$ 30 para R$ 28,50.

Entre as petroleiras, Prio (PRIO3), que está no radar corporativo, subia 2,26%. A empresa informou que aumentou a produção diária de barris de petróleo no segundo trimestre de 2023, avançando 49,23% ante o primeiro trimestre. Ao todo, a companhia produziu média de 91 mil barris por dia no período, contra 61 mil nos três primeiros meses do ano.

No setor, Petrobras caía, com PETR3 perdendo 1,10% e PETR4 recuando 1,39%.

As mineradoras seguem o movimento de queda. Vale (VALE3) perdia 0,87%, enquanto CSN (CSNA3) caía 0,57% e CSN Mineração (CMIN3) se desvalorizava 0,71%. Nesta quinta, os contratos futuros de minério de ferro foram negociados em uma faixa limitada.

*Com Reuters

Repórter
Graduanda em jornalismo pela Universidade Estácio de Sá. Tem experiência cobrindo mercados, ações, investimentos, finanças, negócios, empreendedorismo, franquias, cultura e entretenimento. Ingressou no Money Times em 2021.
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Graduanda em jornalismo pela Universidade Estácio de Sá. Tem experiência cobrindo mercados, ações, investimentos, finanças, negócios, empreendedorismo, franquias, cultura e entretenimento. Ingressou no Money Times em 2021.
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