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Itaú (ITUB4), PRIO (PRIO3), Iguatemi (IGTI11) e outros destaques desta quarta-feira (6)

06 maio 2026, 9:38 - atualizado em 06 maio 2026, 9:38
Itaú
(Imagem: Reuters/Amanda Perobelli)

Os resultados do primeiro trimestre de 2026 seguem no radar dos investidores nesta quarta-feira (6). Itaú (ITUB4), PRIO (PRIO3) e Iguatemi (IGTI11) estão entre os principais destaques corporativos.

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Confira os destaques corporativos de hoje

Itaú (ITUB4): Lucro sobe 10,4% no 1T26 e chega a R$ 12,3 bilhões, dentro das expectativas

O Itaú (ITUB4) registrou lucro recorrente gerencial de R$ 12,3 bilhões no primeiro trimestre de 2026, alta de 10,4% ante o mesmo período de 2025, mostra documento enviado ao mercado nesta terça-feira (5).

Estimativas de analistas compiladas pela LSEG apontavam lucro de R$ 12,5 bilhões.

Apontado por analistas como o mais seguro da bolsa, diferente de seus concorrentes, como Bradesco (BBDC4) e Santander (SANB11), não passou por uma grande deterioração das principais linhas, como inadimplência e ROE (retorno sobre o patrimônio líquido).

PRIO (PRIO3): lucro sobe 33%, para US$ 460 milhões, com petróleo mais caro e avanço operacional

A PRIO (PRIO3) reportou um primeiro trimestre de 2026 marcado por forte desempenho operacional, com produção e vendas recordes, redução de custos e avanço relevante de projetos, impulsionando os resultados da companhia.

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A petroleira registrou lucro líquido de US$ 460 milhões no período, alta de 33% na comparação anual, enquanto o Ebitda (Lucro Antes de Juros, Impostos, Depreciação e Amortização, na sigla em inglês) ajustado somou US$ 852 milhões, avanço de 91%. A receita total atingiu US$ 1,2 bilhão, crescimento de 67% na mesma base .

O principal destaque do trimestre foi o início da produção no campo de Wahoo, com o primeiro óleo extraído em 18 de março. Até o momento, três poços já foram conectados, e a expectativa é atingir cerca de 40 mil barris por dia com a entrada do quarto poço.

Iguatemi (IGTI11) tem lucro de R$ 238 milhões no 1T26

A administradora de shoppings de alto padrão Iguatemi Iguatemi (IGTI11) informou que teve lucro líquido consolidado de R$ 238 milhões no primeiro trimestre de 2026, que representa alta de 121,1% em relação ao mesmo período de 2025, segundo relatório de resultados divulgado nesta terça-feira (5).

A companhia teve um resultado operacional medido pelo Ebitda de R$397 milhões, valor 73,4% superior ao observado no primeiro trimestre de 2025.

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O fluxo de caixa proveniente das operações (FFO) foi de R$273 milhões no primeiro trimestre, o que representa um aumento de 106,5% em base anual, com expansão de 14,5% na receita líquida, para R$357 milhões.

As vendas totais atingiram R$ 5,7 bilhões no período, o que representa crescimento de 12,8% em relação ao mesmo trimestre de 2025.

Vulcabras (VULC3): Lucro cai 24,5%, para R$ 80,1 milhões, apesar de receita recorde

A Vulcabras (VULC3), dona das marcas Olympikus, Mizuno e Under Armour no Brasil, registrou lucro líquido de R$ 80,1 milhões no primeiro trimestre de 2026 (1T26), queda de 24,5% em relação ao mesmo período do ano passado.

O resultado veio apesar do crescimento de dois dígitos da receita e do avanço operacional. A receita líquida somou R$ 776,4 milhões, alta de 10,7% ante o 1T25, marcando o 23º trimestre consecutivo de expansão da companhia.

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Segundo a empresa, o desempenho no faturamento foi sustentado pela força da categoria de calçados esportivos, pela melhora do mix de produtos e pela boa aceitação do portfólio das marcas.

Copel (CPLE3) tem lucro líquido de R$ 694 milhões no 1º trimestre

A Copel (CPLE3) registrou um lucro líquido de R$ 694 milhões no primeiro trimestre deste ano, alta de 4,4% em relação ao reportado no mesmo período do ano passado.

Desconsiderando os efeitos não recorrentes e fatores sem impacto caixa, como valor novo de reposição (VNR), marcação a mercado (MTM), ajustes de IFRS nas transmissoras e o resultado de operações descontinuadas – o lucro líquido recorrente ficou em R$ 638,9 milhões, alta de 10,7% na mesma comparação.

A receita operacional líquida recorrente da companhia, excluindo os efeitos IFRS no segmento de transmissão de energia e excluindo VNR, MTM e eventos não recorrentes, totalizou R$ 6,909 bilhões de janeiro a março, alta anual de 19,2%.

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*Com informações de Estadão Conteúdo
*Com supervisão de Juliana Américo

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Repórter estagiária no Money Times e jornalista em formação pela Universidade de São Paulo, com passagem pela Sapienza Università di Roma. Antes, trabalhou no UOL, no Terra e no Laboratório Agência de Comunicação da ECA-USP.
Repórter estagiária no Money Times e jornalista em formação pela Universidade de São Paulo, com passagem pela Sapienza Università di Roma. Antes, trabalhou no UOL, no Terra e no Laboratório Agência de Comunicação da ECA-USP.
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