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Tempo Real: Ibovespa sobe com disparada de C&A (CEAB3) e negociações entre EUA e Irã; dólar avança a R$ 4,92

06 maio 2026, 6:00 - atualizado em 06 maio 2026, 17:37
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Acompanhe o Ibovespa e os mercados em Tempo Real. (Imagem: REUTERS/Amanda Perobelli)

Resumo: O Ibovespa (IBOV) acompanhou o apetite a risco dos investidores no exterior com o avanço nas negociações entre Estados Unidos e Irã para um cessar-fogo definitivo no Oriente Médio.

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Nesta quarta-feira (6), o principal índice da bolsa brasileira encerrou as negociações com alta de 0,50%, aos 187.690,86 pontos.

Já o dólar à vista ganhou força ante o real, destoando de outras moedas emergentes, em dia de leilão de swap cambial reverso realizado pelo Banco Central (BC) e ajuste técnico. A divisa fechou a R$ 4,9207 (+0,18%).

Destaques:

Confira os principais temas do Ibovespa e dos mercados em tempo real:

Ao vivo
Brava (BRAV3) tem prejuízo de R$ 350 milhões no 1º trimestre

A petrolífera Brava Energia (BRAV3) teve prejuízo líquido de R$ 350 milhões no primeiro trimestre, revertendo o resultado positivo de R$829 milhões obtido um ano antes, segundo balanço publicado nesta quarta-feira.

A companhia divulgou um resultado operacional medido pelo Ebitda (Lucros Antes de Juros, Impostos, Depreciação e Amortização, na sigla em inglês) ajustado de R$ 1,6 bilhão, crescimento de 52% na mesma comparação.

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Aura (AURA33): com alta do ouro, empresa reverte prejuízo e lucra US$ 95 milhões

A Aura Minerals (AURA33) reverteu o prejuízo e registrou lucro líquido de US$ 95,2 milhões no primeiro trimestre de 2026, diante do avanço da produção, da entrada de Borborema e da consolidação da mina MSG, além do forte aumento nos preços do ouro.

Com o resultado, a Aura anunciou dividendo recorde de cerca de US$ 65 milhões, ou US$ 0,78 por ação.

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Small cap da bolsa avança no 1T26 com alta de receita e Ebitda; o que está por trás da estratégia, segundo a CFO

Uma das small caps negociadas na bolsa de valores, a Mills (MILS3), empresa que atua na locação de equipamentos para construção civil e indústrias, reportou receita líquida de R$ 461,2 milhões no primeiro trimestre (1T26), alta de 11,8% frente aos R$ 412,4 milhões registrados em igual período de 2025.

Segundo balanço divulgado na noite desta quarta-feira (6), o lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) ajustado somou R$ 235,1 milhões nos primeiros três meses do ano, avanço de 13,8% na mesma base de comparação.

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Crédito privado ficou mais atrativo após turbulência recente, diz gestor da BTG Asset

O mercado de crédito privado — que inclui debêntures, Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs), Certificados de Recebíveis do Agronegócio (CRAs) e títulos bancários, como CDBs — atravessou meses mais turbulentos no início de 2026, mas o cenário agora parece mais favorável para novas alocações. Essa é a avaliação de Guilherme Mattioli, sócio e gestor da BTG Pactual Asset Management.

Durante participação no ETF Day, evento promovido pelo banco para assessores de investimentos, Mattioli afirmou que a instituição não identifica um problema estrutural no mercado de crédito, como uma deterioração generalizada das empresas ou uma onda ampla de inadimplência.

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Qual o risco de não ter cripto? Quem não tem bitcoin precisa “rever conceito”, diz analista do BTG

O bitcoin e outras criptomoedas caminham para deixar a posição de investimentos alternativos e ganhar espaço como parte estratégica na composição de portfólios, seja de investidores institucionais ou pessoas físicas, na leitura de Marcello Cestari, analista de criptoativos da Empiricus e Matheus Parizotto, research de digital asset do BTG Pactual.

Durante o ETF Day, evento promovido pelo BTG Pactual para os seus assessores de investimento nesta quarta-feira (6), Cestari iniciou sua fala apontando que não investir em bitcoin implica o risco de perda da maior assimetria da década.

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Totvs (TOTS3) tem lucro de R$ 252 milhões, alta de 17% no ano

A Totvs (TOTS3) reportou um lucro líquido de R$ 252 milhões no primeiro trimestre de 2026, número 16,6% acima do registrado um ano antes.

A receita líquida consolidada somou R$ 1,6 bilhão no 1T26, alta de 15,6% na comparação anual. Já a receita recorrente cresceu 18,5%, para R$ 1,46 bilhão, enquanto o Ebitda ajustado avançou 24,3%, alcançando R$ 455 milhões.

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Moura Dubeux (MDNE3): Lucro mais que dobra no 1T26 e bate recorde; confira os números

A Moura Dubeux (MDNE3) reportou lucro líquido de R$ 155,5 milhões nos primeiros três meses de 2026 (1T26), um crescimento de 120,9% em relação ao mesmo período de 2025 e o maior resultado já registrado pela companhia em um único trimestre.

O número superou os R$ 119 milhões projetados pelo consenso de mercado, conforme dados compilados pela Bloomberg.

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Minerva (BEEF3): Lucro recua 52,8% no 1T26, para R$ 87,3 milhões

A Minerva Foods (BEEF3) reportou um lucro líquido de R$ 87,3 milhões no primeiro trimestre de 2026 (1T26), queda de 52,8% contra o mesmo trimestre do ano passado, que ficou em R$ 185 milhões.

A receita líquida consolidada foi de R$ 13.409,4 bilhões, aumento de 19,8% na base anual. O Ebitda alcançou R$ 1,1 bilhão, expansão de 16,2% frente, com margem Ebitda praticamente estável em 8,3% (leve queda de 0,3 ponto percentual).

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Axia Energia (AXIA3) reverte prejuízo e tem lucro de R$ 2,6 bilhões, com salto na geração

A Axia Energia (AXIA3), antiga Eletrobras, encerrou o primeiro trimestre de 2026 com lucro líquido de R$ 2,6 bilhões, revertendo o prejuízo de R$ 354 milhões registrado no mesmo período do ano passado, em um resultado puxado pela melhora da geração, menores gastos com compra de energia e redução de provisões.

Em bases ajustadas — desconsiderando efeitos extraordinários — o lucro líquido somou R$ 3,7 bilhões, ante prejuízo ajustado de R$ 80 milhões um ano antes.

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Smart Fit (SMFT3) lucra R$ 207 milhões no 1T26, avanço de 47%

A rede de academias de ginástica Smart Fit (SMFT3) teve lucro líquido recorrente de R$207 milhões no primeiro trimestre de 2026, crescimento de 47% sobre o mesmo período do ano anterior, segundo balanço divulgado nesta quarta-feira (6).

A margem líquida subiu 1,3 ponto percentual, para 9,7%. Já o lucro líquido recorrente atingiu R$ 207 milhões, crescimento de 47% na comparação anual.

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Trump afirma que Washington teve ‘discussões positivas’ com Irã nas últimas 24 horas

O presidente dos EUA, Donald Trump, disse no período da tarde desta quarta-feira, 6, que Washington teve “discussões positivas” com o Irã nas últimas 24 horas, acrescentando que era muito possível que o país persa chegue a um acordo com os EUA.

Falando com repórteres no Salão Oval, o republicano voltou a repetir que Teerã não pode ter uma arma nuclear, mas que os iranianos se comprometeram a não desenvolver tal tipo de armamento.

Mais cedo, o presidente afirmou que é possível que um acordo seja fechado para encerrar a guerra antes de sua viagem à China na próxima semana.

— Com informações de Reuters

Emirados Árabes Unidos dizem ao Irã que seus laços e parcerias de defesa são questão de soberania

Os Emirados Árabes Unidos disseram que seus laços e suas parcerias internacionais e de defesa eram uma “questão puramente soberana”, em oposição à declaração iraniana considerando a cooperação de Abu Dhabi com os Estados Unidos uma ameaça à segurança e aos interesses nacionais do Irã.

O Ministério das Relações Exteriores dos Emirados Árabes Unidos disse que o país do Golfo reserva todos os seus direitos soberanos – legais, diplomáticos e militares – para lidar com qualquer “ameaça, alegação ou ato hostil”.

A intensificação da disputa entre os dois países ocorreu após os Emirados Árabes Unidos relatarem ataques do Irã nos últimos dias, depois de quatro semanas de relativa calma desde o cessar-fogo anunciado pelos EUA.

O Irã negou ter realizado operações contra os Emirados Árabes Unidos nos últimos dias, mas alertou para uma “resposta esmagadora” caso qualquer ação seja lançada pelos Emirados Árabes Unidos contra o Irã.

— Com informações de Reuters

Coopercitrus quer faturar R$ 9 bilhões em 2026, avançar na China e cita fator-chave para baixa inadimplência

A Coopercitrus projeta faturar cerca de R$ 9 bilhões em 2026, ampliar sua presença no mercado chinês — especialmente no café — e sustentar baixos níveis de inadimplência com base na diversificação de sua base de cooperados.

A estratégia foi detalhada pelo CEO Fernando Degobbi durante a Agrishow 2026, onde a cooperativa reforçou seu modelo de atuação e apresentou novidades.

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Cogna (COGN3) vê lucro crescer 48,7%, para R$ 141,4 milhões, com ajuda de frente de educação básica

A Cogna (COGN3) registrou lucro líquido de R$ 141,4 milhões no primeiro trimestre de 2026, alta de 48,7% em relação ao mesmo período do ano passado, impulsionada pelo crescimento da receita, puxado pela frente de educação básica, e pela melhora operacional.

A receita líquida somou R$ 2,146 bilhões, avanço de 31,9% na comparação anual. O desempenho, segundo a Cogna, foi puxado principalmente pelo braço de educação básica, que passou a reunir Vasta e Saber após o fechamento de capital da Vasta na Nasdaq e a reorganização da estrutura da companhia.

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Juros futuros despencam mais de 20 pontos-base com tombo do petróleo e expectativa de acordo entre EUA e Irã

A curva de juros futuros encerrou as negociações desta quarta-feira (6) em queda em todos os vencimentos, com destaque para os vértices de médio prazo com baixa de mais de 20 pontos-base, em meio ao alívio nos preços do petróleo e expectativas de acordo de paz no Oriente Médio.

A taxa de Depósito Interfinanceiro (DI) para janeiro de 2027, de curtíssimo prazo, caiu 8 pontos-base e fechou a 14,055% ante 14,140% do ajuste anterior.

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Auren Energia (AURE3) reverte lucro e tem prejuízo de R$ 601,6 milhões no 1T26

A Auren Energia (AURE3) registrou prejuízo no início de 2026 em meio a um cenário mais desafiador para o setor brasileiro de geração de energia, mas segue ativa na área de comercialização e tem conseguido obter ganhos a partir de seu portfólio diversificado de usinas, disseram executivos da companhia à Reuters.

A companhia de energia elétrica controlada por Votorantim e CPP Investments divulgou nesta quarta-feira um prejuízo líquido de R$601,6 milhões no primeiro trimestre, revertendo a cifra positiva de R$54 milhões registrada um ano antes.

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Para Citi, Usiminas (USIM5) é compra; banco vê salto de até 15% nas ações nos próximos sete meses

Com a revisão das estimativas após os resultados do primeiro trimestre (1T26), o Citi elevou a recomendação das ações da Usiminas (USIM5) de neutra para compra nesta quarta-feira (6).

O banco também ajustou o preço-alvo de USIM5 para R$ 10 em dezembro deste ano, o que representa um potencial de valorização de 15,6% sobre o preço de fechamento da última terça-feira (5), quando as ações encerraram cotadas a R$ 8,65.

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TCU arquiva processo das transmissoras que questionava R$ 20 bi diluídos na tarifa de energia

O Tribunal de Contas da União (TCU) arquivou nesta quarta-feira, 6, o processo que questionava cerca de R$ 20 bilhões diluídos na tarifa de energia elétrica dos consumidores, a título de remuneração pelo custo do capital próprio de empresas de transmissão. Com isso, não haverá revisão do critério de cálculo utilizado para estimar esse valor.

Se tal critério fosse contrariado pelo TCU, havia risco de reaver valores já desembolsados pelos consumidores. No total, a discussão envolve pagamentos de R$ 62,2 bilhões, a valores de junho de 2017, às concessionárias de transmissão com ativos que entraram em operação antes de 31 de maio de 2000.

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Bradesco (BBDC4): Lucro sobe mais 16% e chega a R$ 6,8 bilhões no 1T26, acima das expectativas

O Bradesco (BBDC4) reportou lucro recorrente de R$ 6,8 bilhões no primeiro trimestre de 2026, alta de 16,1% em comparação com o mesmo período de 2025, mostra documento enviado ao mercado nesta quarta (06).

O número ficou pouco acima do esperado pelo consenso da Bloomberg, que aguardava lucro de R$ 6,62 bi no período.

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Como a decisão de Flávio Dino, do STF, afeta o caixa da CVM

O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou a destinação à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) da arrecadação futura da Taxa de Fiscalização dos Mercados de Títulos e Valores Mobiliários (TFMTVM), pivô de uma ação direta de inconstitucionalidade (ADI 7791) aberta pelo Partido Novo.

Com a decisão, cerca de 70% da arrecadação da taxa deverá ficar com a reguladora. Atualmente, é destinada à CVM uma fatia de 25% a 30%. No ano passado, foi arrecadado R$ 1,3 bilhão com a TFMTVM.

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