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JBS (JBSS3) quer a volta de Wesley e Joesley Batista e propõe eleição para conselho de administração

27 mar 2024, 9:27 - atualizado em 27 mar 2024, 11:29
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JBS: A companhia reportou no mesmo dia um prejuízo de R$ 1,1 bi em 2023. (Foto: Divulgação)

A JBS (JBSS3) anunciou nesta terça-feira (26) a criação de dois novos assentos no conselho de administração, que já tem dois nomes para serem votados: os irmãos Wesley Mendonça Batista e Joesley Mendonça Batista, filhos do fundador José Batista Sobrinho. Dessa forma, o número de conselheiros passaria de nove para 11.

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A proposta veio por meio de um comunicado ao mercado publicado na CVM e será votada em assembleia-geral ordinária e extraordinária daqui a um mês, no dia 26 de abril.

“O Conselho de Administração da Companhia manifestou-se favoravelmente quanto à aderência à Política de Indicação e Treinamento de Membros do Conselho de Administração, da Diretoria e do Comitê dos candidatos acima indicados ao cargo de membro do Conselho de Administração”, afirmou a companhia no documento.

Os irmãos estiveram à frente da empresa na década de 2000 e transformaram a JBS em uma líder global em proteínas animais. No entanto, a trajetória dos Batistas foi marcada também por polêmicas. Em 2017, ambos foram afastados do dia a dia da companhia por conta de uma delação de Joesley na Operação Lava a Jato.

JBS divulga resultados financeiros do 4T23

Ontem, a empresa ainda divulgou seus resultados e reportou receita líquida de R$ 96,340 bilhões no quarto trimestre de 2023 (4T23), avanço de 3,7% na comparação com o 4T22, que ficou em R$ 92,865 bilhões.

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Na comparação com o mesmo trimestre de 2022, houve queda na receita líquida apenas para Seara e JBS USA Pork, que recuaram 5,3% e 1,7%, para R$ 10,452 bilhões e R$10,413, respectivamente. O Ebitda Ajustado da companhia apresentou avanço de 11,6%, para R$ 5,1 bilhões.

Por outro lado, no ano de 2023, a empresa reportou um prejuízo líquido de R$ 1,061 bilhão, contra um lucro de R$ 15,5 bilhões em 2022.

*Com Pasquale Augusto

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Jornalista formada pela Universidade Presbiteriana Mackenzie e pós-graduanda em Economia, Finanças e Banking pela USP Esalq. Atua desde 2023 na redação do Money Times e, atualmente, cobre Macroeconomia.
Jornalista formada pela Universidade Presbiteriana Mackenzie e pós-graduanda em Economia, Finanças e Banking pela USP Esalq. Atua desde 2023 na redação do Money Times e, atualmente, cobre Macroeconomia.
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