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Kepler Weber (KEPL3) amplia fatia na Procer para 62,6% após compra de ações; veja detalhes

22 maio 2026, 9:45 - atualizado em 22 maio 2026, 9:45
kepler weber kepl3
(Imagem: Reprodução/Kepler Weber)

A Kepler Weber (KEPL3) informou ao mercado a aquisição de 17.924 ações ordinárias de dois dos acionistas fundadores da Procer Automação, mostra fato relevante divulgado ao mercado nesta sexta-feira (22).

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Com isso, a companhia elevou a participação no capital social da companhia para 62,6% pelo montante de R$ 7,3 milhões.

“Essa aquisição reforça a posição da Kepler Weber na direção das atividades sociais da Procer, orientando o funcionamento dos órgãos da companhia”, diz o documento.

De acordo com a companhia, já houve conclusão da operação, com o pagamento e a consequente transferência das ações, sendo que o preço da compra não constitui investimento relevante.

Fundada em Criciúma, Santa Catarina, em 2011, a Procer é pioneira em utilizar sensores digitais no gerenciamento de armazenagem de grãos e oferece equipamentos que permitem a automação de silos.

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À época da aquisição, em 2022, a Kepler Weber argumentou que aumentaria seu portfólio com produtos complementares à plataforma SYNC, com automação que permite monitorar e operar as unidades, fazendo o controle tecnológico de temperatura e umidade do grão no processo de beneficiamento e armazenagem.

Kepler Weber vê lucro encolher

A Kepler Weber reportou um lucro líquido de R$ 17,1 milhões no primeiro trimestre de 2026 (1T26), uma queda de 33% na comparação com o mesmo trimestre de 2025.

A receita líquida caiu 11% na comparação anual, para R$ 318 milhões, enquanto o EBITDA recuou 36%, para R$ 34 milhões. A margem EBITDA atingiu 10,6% — retração de 420 pontos-base em relação ao ano anterior — refletindo um ambiente ainda desafiador de preços para silos de grãos no Brasil.

O principal destaque negativo ficou com o segmento Fazendas, pressionado pelo crédito rural restrito. Por outro lado, parte desse impacto foi compensada pela melhora nas operações internacionais e pelo desempenho mais resiliente das divisões de Agronegócio e Reposição & Serviços (R&S).

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Repórter
Formada em jornalismo pela Universidade Nove de Julho. Ingressou no Money Times em 2022 e cobre empresas, com foco em varejo e setor aéreo.
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