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Lucro da Cyrela (CYRE3) vai a R$ 452 milhões, com lançamentos saltando 120% no 2T26; veja números

13 ago 2026, 17:58
cyrela swing trade bb investimentos
(Foto: Flávya Pereira/Money Times)

A Cyrela (CYRE3) reportou lucro líquido de R$ 452 milhões no segundo trimestre de 2026 (2T26), alta de 16,5% em relação aos R$ 388 milhões registrados no mesmo período do ano anterior e de 52% ante o primeiro trimestre.

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No acumulado do semestre (1S26), o lucro líquido somou R$ 748 milhões, acima dos R$ 715 milhões apurados nos primeiros seis meses de 2025.

A companhia manteve forte desempenho operacional, impulsionado pelo crescimento dos lançamentos e das vendas. Os lançamentos alcançaram R$ 3,84 bilhões no trimestre, avanço de 34% na comparação anual e de 120% frente ao trimestre imediatamente anterior.

“No segundo trimestre de 2026, a Cyrela manteve sua trajetória de execução consistente, apresentando evolução nos indicadores operacionais e financeiros, mesmo diante de um ambiente macroeconômico ainda desafiador”, afirma a mensagem da administração.

“O período foi marcado por aumento das incertezas no cenário externo, especialmente em função das tensões geopolíticas, além da volatilidade nos mercados domésticos, com impactos sobre os ativos financeiros”.



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Já as vendas contratadas totalizaram R$ 2,56 bilhões, representando crescimento de 14% em relação ao 2T25 e de 18% sobre o 1T26.

A rentabilidade também apresentou evolução. A margem bruta atingiu 34,4% no trimestre, aumento de 1,6 ponto percentual (p.p.) em relação ao mesmo período do ano passado e de 1,5 p.p. frente ao primeiro trimestre de 2026.

No acumulado do ano, a margem bruta ficou em 33,7%, reforçando a capacidade da companhia de preservar rentabilidade mesmo em um ambiente de custos ainda elevados para o setor.

Caixa da Cyrela (CYRE3) também cresce

A Cyrela também registrou uma forte geração de caixa, de R$ 272 milhões entre abril e junho, revertendo o consumo de R$ 392 milhões observado no 2T25.

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No semestre, a geração de caixa alcançou R$ 406 milhões, ante consumo de R$ 320 milhões no mesmo intervalo do ano anterior.

Entre os indicadores mais acompanhados pelo mercado imobiliário, a companhia encerrou o trimestre com retorno sobre patrimônio líquido (ROE) de 20,9%, patamar que evidencia elevada rentabilidade para os acionistas.

O desempenho reflete a manutenção de margens saudáveis, o crescimento das vendas e a disciplina financeira da incorporadora.

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É editor-assistente do Money Times, atua na cobertura de criptomoedas, criptoeconomia e tecnologia para o Crypto Times. Formado em jornalismo pela ECA-USP, graduando em Economia na Unifesp. Foi repórter no Seu Dinheiro, Editora Globo e SpaceMoney.
É editor-assistente do Money Times, atua na cobertura de criptomoedas, criptoeconomia e tecnologia para o Crypto Times. Formado em jornalismo pela ECA-USP, graduando em Economia na Unifesp. Foi repórter no Seu Dinheiro, Editora Globo e SpaceMoney.

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