Eleições 2026

Lula tem 39% e Flávio Bolsonaro, 34%, no primeiro turno, aponta pesquisa Quaest; no segundo turno, ambos têm 42%

28 set 2026, 10:44
Eleições 2026 Lula Flávio Bolsonaro Bolsa Família
Lula cresce, mas segue empatado com Flávio Bolsonaro no segundo turno (Reuters/Adriano Machado)

Pesquisa Quaest divulgada nesta segunda-feira (28) aponta o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com 39% e o senador Flávio Bolsonaro (PL) com 34% das intenções de voto no primeiro turno. Lula cresceu 2 pontos sobre os 37% da pesquisa passada, divulgada em 21 de setembro, e Flávio Bolsonaro ganhou 1 ponto sobre os 33%.

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Com o resultado, Lula voltou a ter vantagem acima da margem de erro, de 2 pontos porcentuais para mais ou para menos. Augusto Cury (Avante) obteve com 4%, queda de 2 pontos sobre os 6% obtidos no levantamento passado.

Com a queda, Cury empatou numericamente com Ronaldo Caiado (PSD), que permaneceu com 4%, Renan Santos (Missão) manteve os 3%, e Romeu Zema (Novo) ficou em 1%, mesmo porcentual da semana passada e Samara Martins (UP) saiu de 1% para 0%. Outros candidatos não pontuaram. Brancos e nulos e os que declaram que não votarão variaram de 7% para 10% e os indecisos saíram de 8% para 5% entre os levantamentos.

Segundo turno

Na simulação de segundo turno da Quaest, Lula tem 42% das intenções de voto e voltou a empatar numericamente com Flávio Bolsonaro. O presidente ganhou 1 ponto ante os 41% levantamento anterior, enquanto o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro manteve a mesma intenção de voto registrada há uma semana.

Ainda segundo a projeção para esse cenário de segundo turno entre Lula e Flávio Bolsonaro, 13% declararam votos em branco, nulo ou que não votariam e 3% estavam indecisos.

Mais segundo turno

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Em outros cenários com Lula na disputa do segundo turno, o presidente venceria Zema por 46% a 30%, ante 46% a 32% na pesquisa passada, bateria Caiado por 43% a 40% (41% a 39% em 21 de setembro), e teria vantagem de 42% a 39% sobre Renan Santos (41% a 38%). No embate com Augusto Cury, o presidente teria 42% contra 33% do escritor, ante 39% contra 35% no levantamento passado.

A pesquisa Quaest apontou que 76% dos entrevistados já definiram o voto, ante 79% no levantamento anterior e que 23% ainda podem mudar sua escolha, contra 21% da pesquisa passada.

Pesquisa espontânea e rejeição

Na pesquisa espontânea, na qual os nomes não são fornecidos aos entrevistados, Lula foi citado pelos mesmos 31% de 21 de setembro, Flávio Bolsonaro por 27%, ante 26% na pesquisa anterior e outros nomes foram citados por 8%, ante 6% no levantamento anterior, e os que se declararam indecisos saíram de 35% para 31%, com 3% de brancos/nulos e que não vão votar.

Lula e Flávio Bolsonaro foram rejeitados por 54% e 56%, respectivamente, ante 55% e 56% de rejeição, respectivamente, na pesquisa passada; Caiado foi rejeitado por 40%; Zema por 45%; Renan Santos por 35% e Cury por 31%.

Avaliação e aprovação do governo

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A pesquisa Quaest apontou que 46% aprovam e 49% desaprovam o governo do presidente Lula, ante 44% e 50% na pesquisa passada. Outros 5% não souberam ou não responderam. A avaliação do governo Lula foi negativa para 41% dos entrevistados (42% na passada), positiva para 33% (34% em 21 de setembro) e a avaliação regular permaneceu em 23%, com 2% que não souberam ou não responderam.

Metodologia

Na pesquisa, foram consultados 2.004 eleitores presencialmente entre a quinta-feira (24) e este domingo (27). A margem de erro é de 2 pontos porcentuais para mais ou para menos, com índice de confiança de 95% e a pesquisa tem o registro BR-06520/2026 no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

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Jornalista formado pela PUC-Campinas, com pós-graduação em Agronegócios pela Faap. Com mais de 30 anos de profissão, atuou como repórter e editor na Folha de S.Paulo e na Broadcast/Estadão, entre outros veículos. Atualmente é editor-assistente de Política e Conjuntura no Money Times.
Jornalista formado pela PUC-Campinas, com pós-graduação em Agronegócios pela Faap. Com mais de 30 anos de profissão, atuou como repórter e editor na Folha de S.Paulo e na Broadcast/Estadão, entre outros veículos. Atualmente é editor-assistente de Política e Conjuntura no Money Times.

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