Recompra de ações

Mais uma na onda: Direcional (DIRR3) aprova programa de recompra de ações; veja detalhes

11 ago 2026, 18:43
Direcional
Direcional (Imagem: Divulgação)

A Direcional Engenharia (DIRR3) aprovou um novo programa de recompra de ações que poderá retirar de circulação até 32 milhões de papéis da companhia. A decisão foi tomada pelo Conselho de Administração em reunião realizada nesta terça-feira (11).

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As compras poderão ser realizadas durante um período de até 18 meses, a partir de 12 de agosto de 2026, diretamente na B3, sempre a preços de mercado. Segundo a companhia, o objetivo do programa é “maximizar a geração de valor para o acionista por meio de uma administração eficiente” da estrutura de capital.

Atualmente, a Direcional tem 327,2 milhões de ações em circulação e outras 496,2 mil ações mantidas em tesouraria. O limite de 32 milhões de papéis corresponde, portanto, a cerca de 9,8% das ações atualmente em circulação.

A companhia ressalta que eventual execução do programa não provocará mudanças na composição do controle acionário nem na estrutura administrativa da empresa.

A Direcional não informou, no fato relevante, um valor financeiro máximo para o programa nem indicou uma meta de execução das 32 milhões de ações autorizadas. Na prática, a quantidade efetivamente recomprada dependerá das operações realizadas pela companhia ao longo dos próximos 18 meses.

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As ações adquiridas poderão permanecer em tesouraria ou receber outra destinação posteriormente, conforme as decisões da companhia e os limites estabelecidos pela regulamentação.

A recompra de ações tem sido usada por empresas listadas na B3 como uma ferramenta de alocação de capital e remuneração indireta dos acionistas, especialmente quando as companhias avaliam que seus papéis estão descontados ou que não há alternativas de investimento com retorno mais atrativo. O movimento aparece tanto entre empresas de maior porte quanto em companhias de outros setores.

Ao recomprar os papéis, a empresa pode reduzir a quantidade de ações em circulação e, consequentemente, aumentar a participação relativa dos acionistas remanescentes nos resultados. A estratégia também pode ser utilizada para administrar a estrutura de capital.

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É jornalista formada pela ECA-USP, com MBA em Informações Econômico-Financeiras e Mercado de Capitais para Jornalistas pela B3. Tem mais de 25 anos de experiência e passagem pelas principais redações do país – entre elas, Estadão, Folha, UOL e CNN Brasil. Atualmente, é editora-chefe do Money Times.
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É jornalista formada pela ECA-USP, com MBA em Informações Econômico-Financeiras e Mercado de Capitais para Jornalistas pela B3. Tem mais de 25 anos de experiência e passagem pelas principais redações do país – entre elas, Estadão, Folha, UOL e CNN Brasil. Atualmente, é editora-chefe do Money Times.
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