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MBRF (MBRF3) minimiza risco de foco de doença de Newcastle em SC para seus resultados

22 out 2026, 10:55
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(Foto: Divulgação)

A MBRF (MBRF3), dona das marcas Sadia e Perdigão, avalia que o foco da doença de Newcastle identificado em uma criação comercial de perus em Santa Catarina não deve provocar impactos materiais em suas operações, situação econômico-financeira ou resultados, caso haja algum efeito. A avaliação consta de um comunicado ao mercado divulgado na quarta-feira (21).

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A companhia confirmou as informações publicadas pelo portal Globo Rural na segunda-feira (19), após ser questionada pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) sobre a veracidade da notícia.

Segundo a MBRF, o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) confirmou, em 19 de outubro, a ocorrência da doença em um estabelecimento de criação comercial de perus localizado em Nova Itaberaba (SC). A confirmação ocorreu após a realização de coleta de vigilância ativa, dentro dos procedimentos sanitários de rotina.

O estabelecimento foi interditado e as autoridades adotaram as medidas de controle, contenção e erradicação previstas no protocolo sanitário aplicável.

A empresa afirmou que acompanha a situação e avalia seus possíveis desdobramentos. A MBRF também destacou que as informações oficiais sobre a evolução do foco e as medidas sanitárias são apuradas e divulgadas pelo Mapa, autoridade responsável pelo tema.

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Apesar de confirmar a ocorrência, a companhia entende que os fatos não configuram, até o momento, um fato relevante, conforme as regras da CVM. A MBRF afirmou ainda que continuará monitorando a situação e divulgará eventuais informações que venham a ser consideradas relevantes ao mercado.

O que é a doença de Newcastle

A doença de Newcastle é uma enfermidade viral altamente contagiosa que afeta principalmente aves domésticas e silvestres, como galinhas, perus, pombos e patos.

Ela é causada pelo paramixovírus aviário tipo 1 (APMV-1) e é considerada uma das doenças mais importantes para a avicultura mundial devido ao potencial de rápida disseminação e às grandes perdas econômicas que provoca.

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Repórter
Formado em Jornalismo pela Universidade São Judas Tadeu, atua como repórter no Money Times desde março de 2023. Antes disso, trabalhou por mais de três anos no Canal Rural. Em 2024 e 2025, integrou a lista dos 100 jornalistas + Admirados da Imprensa do Agronegócio e, em 2026, alcançou o Top 50 da premiação.
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Formado em Jornalismo pela Universidade São Judas Tadeu, atua como repórter no Money Times desde março de 2023. Antes disso, trabalhou por mais de três anos no Canal Rural. Em 2024 e 2025, integrou a lista dos 100 jornalistas + Admirados da Imprensa do Agronegócio e, em 2026, alcançou o Top 50 da premiação.
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