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Méliuz (CASH3) faz recompra de ações e aumenta yield de bitcoin (BTC) para o investidor; entenda

24 fev 2026, 9:30 - atualizado em 24 fev 2026, 9:30
Méliuz (CASH3), a empresa que quer acumular cada vez mais bitcoin (BTC) (Imagem Montagem Money Times Divulgação)
Méliuz (CASH3), a empresa que quer acumular cada vez mais bitcoin (BTC) (Imagem Montagem Money Times Divulgação)

Méliuz (B3: CASH3) anunciou ao mercado na última segunda-feira (23) a recompra de 4.985.000 ações por meio de contratos de derivativos com contrapartes, o equivalente a aproximadamente 54,6% do total previsto no programa anunciado em outubro de 2025. 

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Com isso, em pouco mais de três meses, a estratégia resultou em um Bitcoin Yield Ajustado de 4,38%, o que representa um rendimento médio mensal de 1,23%.  

Vale lembrar que o indicador é um dos principais parâmetros utilizados por empresas que adotam a estratégia de “Bitcoin Treasury”, medindo a variação percentual entre o total de bitcoins detidos pela companhia e a quantidade de ações em circulação em determinado período. Em outras palavras, ele indica se os acionistas estão, na prática, ampliando sua exposição à criptomoeda ao longo do tempo. 

No cálculo ajustado, o Méliuz considera apenas as ações efetivamente em circulação, desconsiderando aquelas já recompradas. 

Na bolsa, as ações CASH3 acumulam queda de 11% desde o começo de 2026, mas avançam pouco mais de 6% nos últimos 12 meses.  

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Méliuz (CASH3) como bitcoin treasury company 

A recompra ganha relevância diante da estrutura financeira atual da companhia. Segundo os dados mais recentes, referentes ao terceiro trimestre de 2025 (3T25), o Méliuz detém 604,69 bitcoins — equivalentes a cerca de R$ 212,3 milhões aos preços atuais — além de R$ 67,3 milhões em caixa. 

Ao todo, os ativos líquidos somam aproximadamente R$ 279,6 milhões. O Méliuz publica seus resultados referentes ao quarto trimestre de 2025 (4T25) no dia 11 de março.  

Com valor de mercado estimado em R$ 394,5 milhões, o Méliuz reforça que seguirá informando investidores sobre os desdobramentos do programa de recompra, que vem sendo apresentado como um dos pilares da estratégia de alocação de capital e de aumento de exposição indireta ao Bitcoin por parte dos acionistas. 

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É editor-assistente do Money Times, atua na cobertura de criptomoedas, criptoeconomia e tecnologia para o Crypto Times. Formado em jornalismo pela ECA-USP, graduando em Economia na Unifesp. Foi repórter no Seu Dinheiro, Editora Globo e SpaceMoney.
É editor-assistente do Money Times, atua na cobertura de criptomoedas, criptoeconomia e tecnologia para o Crypto Times. Formado em jornalismo pela ECA-USP, graduando em Economia na Unifesp. Foi repórter no Seu Dinheiro, Editora Globo e SpaceMoney.
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