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Azzas 2154 (AZZA3) cai 10% após nova baixa no alto escalão

10 abr 2026, 17:25 - atualizado em 10 abr 2026, 19:31
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(Imagem: Money Times/Diana Cheng)

As ações da Azzas 2154 (AZZA3) aprofundaram a queda nesta sexta-feira após a notícia da saída de Ruy Kameyama, que deixará a companhia ao fim de abril. Os papéis AZZA3 encerraram o pregão com queda de 10,88%, a R$ 20,80.

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A companhia informou que o executivo encerra seu ciclo para se dedicar a novos projetos pessoais e profissionais. Kameyama teve passagens pelo Conselho de Administração, liderou a sucessão dos fundadores na unidade Masculina e atuava mais recentemente como CEO da unidade Fashion & Lifestyle.

Segundo a varejista, ao longo de sua trajetória Kameyama liderou iniciativas estratégicas que contribuíram para ganhos de eficiência, rentabilidade e fortalecimento das marcas.

Analistas do Santander afirmaram que Kameyama é o nono executivo do alto escalão da companhia que está deixando a empresa nos últimos anos e “reforça nossa preocupação sobre a reestruturação da alta administração”.

“Na nossa visão, isso se soma às preocupações sobre uma grande fusão, aumenta as incertezas sobre o processo de integração e captura de sinergias”, disseram os analistas. “Acreditamos que o anúncio de hoje pode continuar pesando sobre a ação, especialmente dada a visibilidade limitada sobre as tendências operacionais e o progresso do processo de integração”, acrescentaram.

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A saída do executivo ocorre depois que Rafael Sachete, deixou a Azzas 2154 para ser vice-presidente financeiro da rede de atacarejo Assaí no final de março.

A Azzas 2154 registrou lucro líquido recorrente de R$ 168 milhões entre outubro e dezembro, queda de 0,5% em relação ao mesmo período de 2024. No período, o Ebitda recorrente totalizou R$ 501,1 milhões, baixa de 3,5% na mesma base de comparação, com margem praticamente estável em 15,4%.

“As iniciativas estratégicas em andamento (reorganização do ciclo operacional, maior proximidade com a rede de franquias, revisão do sortimento e ajustes no canal multimarcas) apontam para progresso, mas acreditamos que uma recuperação mais consistente só deve ganhar tração a partir do segundo semestre de 2026″, disse o Bradesco BBI.

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