Radar do mercado

Natura (NATU3), Cemig (CMIG4), Casas Bahia (BHIA3) e outros destaques desta segunda-feira (31)

31 ago 2026, 9:39
Natura
(Imagem: Divulgação/Casas Bahia)

A mudança no alto escalão da Natura (NATU3) e também da Cemig (CMIG4), a decisão da Justiça sobre o período de suspensão de cobranças contra Casas Bahia (BHIA3) e o fim das negociações entre Cyrela (CYRE3) e TRX são alguns dos destaques corporativos desta segunda-feira (31).

Confira o Radar do Mercado

Natura (NATU3) anuncia troca na presidência após 10 anos, com volta de Alessandro Carlucci; Fábio Barbosa retorna ao Conselho

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A Natura (NATU3) comunicou mudanças significativas em sua liderança após reunião do conselho de administração realizada na sexta-feira (28). João Paulo Ferreira, que atuou como CEO por uma década, renunciou ao cargo com efeito após 30 de setembro de 2026, também se afastando imediatamente do conselho e dos comitês da companhia.

O conselho elegeu Alessandro Carlucci como novo diretor-presidente, que assume o cargo em 1º de outubro de 2026 com início imediato da transição em conjunto com João Paulo.

Para recompor a presidência do conselho, Fábio Barbosa, membro do conselho consultivo e que liderou anteriormente a estruturação da reorganização de capital da Natura, foi eleito pelo colegiado para retornar à posição, com nomeação a ser submetida à ratificação dos acionistas na próxima Assembleia Geral. Saiba mais

Dança das cadeiras: Governo de Minas indica Márcio Nunes para presidência da Cemig (CMIG4)

A Cemig (CMIG4) informou ao mercado que o Estado de Minas Gerais, na posição de acionista controlador da companhia, indicou Márcio Augusto Vasconcelos Nunes para o cargo de presidente (CEO), Alexandre Ramos Peixoto para a posição de conselheiro e presidente do conselho de administração e Sérgio Pessoa de Paula Castro para o cargo de conselheiro.

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A companhia destaca que as indicações estão sujeitas aos ritos de governança nos termos da legislação vigente e estatuto social. Saiba mais

Justiça antecipa período de suspensão de cobranças contra Casas Bahia (BHIA3)

A juíza da 2ª Vara de Falências e Recuperações Judiciais de São Paulo, Taina Maria Leonardo de Oliveira, acolheu pedido da Casas Bahia (BHIA3) e determinou ontem, 28, a antecipação do chamado “stay period” no processo de recuperação judicial da varejista.

Assim, ficam suspensas por 180 dias, a contar de 19 de agosto e até 15 de fevereiro de 2027, “todas as ações e execuções contra as recuperandas (empresas do grupo)” e estão vedados “novos atos constritivos”. No dia 19, a magistrada já havia antecipado parcialmente as proteções pedidas pela empresa, daí o prazo começar a contar desta data. Saiba mais

Cyrela (CYRE3): Venda bilionária de ativos sobe no telhado após desistência da TRX

A TRX, gestora do TRX Real Estate Fundo de Investimento Imobiliário (TRXF11), informou que não tem mais intenção de seguir com a potencial operação de aquisição de portfólio de ativos imobiliários detidos pela Cyrela (CYRE3) e suas controladas, cancelando o memorando de entendimentos não vinculante (MoU) firmado entre as partes no início deste mês.

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A comunicação sobre a desistência foi recebida na noite de sexta-feira (28), mostra o fato relevante divulgado nesta segunda-feira (31). A companhia destacou que o memorando não constituía vínculo, contrato ou obrigação de qualquer natureza para consumar a potencial operação. Saiba mais

Agrogalaxy (AGXY3) adia mais uma vez divulgação do balanço referente ao quarto trimestre de 2025

A AgroGalaxy (AGXY3) informou neste domingo (30) que adiou a divulgação de suas demonstrações financeiras referentes ao quarto trimestre de 2025 e ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2025, para 30 de novembro de 2026. O documento estava previsto, inicialmente, para 30 de junho de 2026.

Já a divulgação do balanço do primeiro trimestre de 2026 será postergada para dia 29 de janeiro de 2027, e a do segundo trimestre de 2026 será adiada para 26 de fevereiro de 2027. Saiba mais

Itaú (ITUB4), Vale (VALE3) e mais seis empresas pagam dividendos nesta semana; veja o calendário

Na semana de 31 de agosto a 4 de setembro, oito companhias da bolsa brasileira pagam dividendos e juros sobre capital próprio (JCP) aos seus acionistas.

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Na segunda-feira (31), o Itaú (ITUB3;ITUB4) realiza pagamento de JCP no valor de R$ 0,349, para os acionistas posicionados em 19 de março de 2026.

Já na quarta-feira (2), a Vale (VALE3) realiza pagamento de dividendos no valor de R$ 0,462, com data de corte de 11 de agosto de 2026. Saiba mais

Governo prevê aporte de R$ 6 bilhões nos Correios em 2027

A proposta orçamentária do próximo ano incluirá um aporte de R$ 6 bilhões aos Correios como parte de um plano de recuperação da empresa, informou o governo neste domingo (30).

Segundo comunicado, os recursos têm como objetivo dar aos Correios “maior estabilidade para seguir negociando com seus clientes e fornecedores”, enquanto implementa seu plano de reestruturação e busca retomar a rentabilidade. Saiba mais

OpenAI vai interromper fornecimento de modelos de IA para Cursor, da SpaceX, intensificando disputa com Musk

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A OpenAI anunciou na sexta-feira que planeja interromper o fornecimento de modelos de IA à Cursor, empresa de ferramentas de programação que agora pertence à SpaceX, de Elon Musk, o que marca mais um agravamento na acirrada rivalidade entre o presidente-executivo da OpenAI, Sam Altman, e Musk.

Musk e Altman estão em desacordo há anos, uma disputa que culminou no início deste ano em um julgamento sobre a ação judicial de US$ 150 bilhões movida por Musk contra a OpenAI. Durante o julgamento, o advogado de Musk afirmou que Musk e outras testemunhas haviam declarado que Altman era um mentiroso, enquanto a OpenAI argumentou que Musk havia buscado o controle da empresa. Saiba mais

Ônibus elétrico é caminho sem volta, mas Marcopolo (POMO4) aposta em mais de uma tecnologia

A Marcopolo (POMO4) considera que a eletrificação dos ônibus é uma tendência irreversível, mas não espera que os veículos elétricos substituam rapidamente todas as demais tecnologias de propulsão. Para a companhia, ônibus híbridos, a gás, a etanol e, em alguns mercados, movidos a hidrogênio continuarão fazendo parte do mercado de mobilidade.

“O caminho do elétrico é um caminho sem volta. Ele realmente veio para ficar”, afirmou André Armaganijan, CEO da Marcopolo, em entrevista ao Money Minds, programa do Money Times no YouTube. Ao mesmo tempo, o executivo ressalvou que a eletrificação “vem para compartilhar espaço com outras alternativas”. Saiba mais

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*Com informações da Reuters e Estadão Conteúdo.

*Sob supervisão de Maria Carolina Abe

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Jornalista em formação pela Faculdade Cásper Líbero. Atualmente, estagia como redatora de notícias no Money Times e no Seu Dinheiro. Antes, trabalhou no site da Empiricus, onde cobriu empresas e investimentos.
Jornalista em formação pela Faculdade Cásper Líbero. Atualmente, estagia como redatora de notícias no Money Times e no Seu Dinheiro. Antes, trabalhou no site da Empiricus, onde cobriu empresas e investimentos.

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