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OranjeBTC (OBTC3) não compra nenhum bitcoin (BTC) na primeira semana de 2026; recompra de ações movimenta R$ 500 mil

12 jan 2026, 10:28 - atualizado em 12 jan 2026, 10:28
OranjeBTC lança ações na B3 (Imagem Divulgação)
OranjeBTC lança ações na B3 (Imagem Divulgação)

A OranjeBTC (B3: OBTC3) informou aos seus acionistas que não adquiriu novas unidades de bitcoin (BTC) no período entre 5 e 11 de janeiro de 2026.

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No entanto, nesse mesmo intervalo, a empresa de educação em criptomoedas e criptoeconomia recomprou 54 mil novas ações, a um preço médio de R$ 9,29, sem registro de vendas no período, movimentando R$ 501.670,00.

De acordo com Guilherme Gomes, diretor presidente e de Relações com Investidores da OranjeBTC, a companhia deu continuidade à sua estratégia de alocação de capital, aproveitando o que consideramos ser um desconto significativo de nossas ações em relação ao valor econômico do BTC mantido em tesouraria. 



“Seguiremos avaliando oportunidades de gestão de tesouraria e de estrutura de capital com o objetivo de capturar valor para os acionistas e aumentar, de forma disciplinada e sustentável, o número de Bitcoin por ação no longo prazo”, conclui.  

Com isso, a OranjeBTC manteve inalterado o volume total de bitcoins em reservas, montante que soma 3.722,3 unidades de BTC.  

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Por fim, vale mencionar que o mNAV (métrica do mercado que divide o valor da empresa pelo montante da criptomoeda em caixa) da OranjeBTC segue abaixo da relação de 1,0x´, em 0,89x, segundo o dashboard da própria empresa 

O múltiplo é interpretado pelos investidores como um indicador de risco: abaixo de 1,0x, o tamanho das reservas está maior do que o tamanho da própria empresa, indicando que os negócios não estão extraindo o valor total do montante em caixa.     

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É editor-assistente do Money Times, atua na cobertura de criptomoedas, criptoeconomia e tecnologia para o Crypto Times. Formado em jornalismo pela ECA-USP, graduando em Economia na Unifesp. Foi repórter no Seu Dinheiro, Editora Globo e SpaceMoney.
É editor-assistente do Money Times, atua na cobertura de criptomoedas, criptoeconomia e tecnologia para o Crypto Times. Formado em jornalismo pela ECA-USP, graduando em Economia na Unifesp. Foi repórter no Seu Dinheiro, Editora Globo e SpaceMoney.
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