Ouro

Ouro salta 3% com possível fim do conflito no Oriente Médio e interrompe sequência de quedas

25 mar 2026, 15:58 - atualizado em 25 mar 2026, 16:23
ouro - mercados
(Imagem: Pexels/ Canva)

O contrato futuro do ouro fechou em alta nesta quarta-feira (25), interrompendo a sequência de quatro quedas consecutivas, em uma sessão marcada por apetite a risco com expectativa de um cessar-fogo no Oriente Médio.

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Na Comex, divisão de metais da bolsa de Nova York (Nymex), o ouro para abril encerrou com avanço de 3,41%, a US$ 4.452,30 por onça-troy.

Já a prata para maio teve alta de 4,43%, a US$ 72,64 por onça-troy.



Expectativa de cessar-fogo no Oriente Médio

O apetite dos investidores retornou aos mercados acionários com as expectativas de um cessar-fogo no Oriente Médio.

Ontem (24), o presidente norte-americano, Donald Trump, disse que os EUA estavam fazendo progressos em seus esforços para negociar o fim da guerra com o Irã.

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Trump disse a repórteres na Casa Branca que os EUA estavam conversando com “as pessoas certas” no Irã a fim de chegar a um acordo para acabar com as hostilidades, acrescentando que os iranianos queriam muito chegar a um acordo.

Segundo o jornal New York Times, Washington enviou ao Irã um plano de 15 pontos para acabar com a guerra no Oriente Médio. Além disso, o Canal 12 de Israel, citando três fontes, disse que os EUA estavam buscando um cessar-fogo de um mês para discutir o novo plano.

À Reuters, uma autoridade sênior iraniana disse que o país persa está avaliando uma proposta dos EUA para acabar com a guerra no Golfo, indicando que Teerã até agora não a rejeitou categoricamente.

“O ouro é o porto seguro por excelência. No entanto, ele tem se comportado em sincronia com o risco em um cenário de estagflação e choque geopolítico. Em nossa visão, os fluxos do setor oficial estão intrinsecamente ligados às balanças comerciais, à medida que as nações diversificam suas reservas, reduzindo a dependência do dólar em relação aos superávits, criando uma correlação positiva entre o ouro e o crescimento global”, avalia o TD Securities.

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*Com informações de Estadão Conteúdo

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Repórter
Jornalista formada pela PUC-SP, com especialização em Finanças e Economia pela FGV. É repórter do MoneyTimes e já passou pela redação do Seu Dinheiro e setor de análise politica da XP Investimentos.
Jornalista formada pela PUC-SP, com especialização em Finanças e Economia pela FGV. É repórter do MoneyTimes e já passou pela redação do Seu Dinheiro e setor de análise politica da XP Investimentos.
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