Berkshire Hathaway

“Para sempre”: Estas quatro ações são as preferidas da Berkshire Hathaway; Veja quais

02 mar 2026, 12:15 - atualizado em 02 mar 2026, 12:15
Berkshire Hathaway (Imagem Divulgação)
Berkshire Hathaway (Imagem Divulgação)

“Entendemos bem, temos grande respeito por seus líderes e esperamos que componham valor ao longo de décadas”, foi o que afirmou Greg Abel, CEO DA Berkshire Hathaway, sobre a Apple (AAPL), American Express, Coca-Cola e Moody’s.

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De acordo com informações da InvestNews, as quatro ações compõem mais da metade da carteira da companhia. Todas elas estão no portfólio da gestora de investimentos há décadas.

Em carta inaugural aos acionistas, divulgada no sábado (28), Abel apontou para uma abordagem de manutenção das posições atuais. O investimento na Coca-Cola, por exemplo, aconteceu na década de 1980, por cerca de US$ 3 por ação. Atualmente, os papéis da companhia valem US$ 81,56.

No caso da Apple, a participação foi reduzida para 227 milhões no ano passado. A venda das ações na gigante da tecnologia foram motivadas pela grande conta de impostos da venda da Apple em 2024. A expectativa do mercado, após a divulgação da carta, é de que Abel sustente o patamar de investimento atual.

Além das quatro ações principais, outros cinco papéis de empresas japonesas — como Mitsubishi e Mitsui — formam os dois terços da carteira.

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A divulgação da carta veio em um momento de dúvidas do mercado sobre a gestão de investimentos da Berkshire Hathaway.

Quando Abel assumiu o cargo de CEO, após a saída de Warren Buffett, a expectativa era de que Ted Weschler, gestor de investimentos na Berkshire, juntamente com Ted Combs, assumissem um papel central na administração do portifólio. Todavia, Weschler ficou responsável por apenas 6% das ações.

De acordo com um comunicado publicado em 2011, Weschler e Combs ficariam responsáveis por toda a carteira de ações e de dívida da Berkshire. Na carta deste sábado, Abel reforçou a importância dos investimentos para a Berkshire, contudo o responsável pela gestão do portifólio ainda é uma questão nebulosa para o mercado.

*Com supervisão de Renan Sousa.

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Repórter estagiária no Money Times e jornalista em formação pela Universidade de São Paulo, com passagem pela Sapienza Università di Roma. Antes, trabalhou no UOL, no Terra e no Laboratório Agência de Comunicação da ECA-USP.
Repórter estagiária no Money Times e jornalista em formação pela Universidade de São Paulo, com passagem pela Sapienza Università di Roma. Antes, trabalhou no UOL, no Terra e no Laboratório Agência de Comunicação da ECA-USP.
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