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Petrobras (PETR3;PETR4) e Prio (PRIO3) lideram perdas do Ibovespa nesta quarta (20); entenda o que influencia as ações

20 maio 2026, 12:30 - atualizado em 20 maio 2026, 12:43
Petrobras PETR4 dividendos
(Imagem: Tânia Rêgo/Agência Brasil/Flickr)

As ações da Petrobras (PETR3;PETR4) e da Prio (PRIO3) lideram a ponta negativa do Ibovespa (IBOV) nesta quarta-feira (20) com quedas de mais de 1%. O principal índice da bolsa brasileira, por outro lado, registra forte avanço de mais de 1% em linha com o otimismo no exterior.

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Na mínima, a PETR4 chegou a tombar 2,45% (R$ 44,96), enquanto a PETR3 teve perda de 2,52% (R$ 50,37). Já a Prio recuou 2,29% (R$ 67,73).

Além disso, a ação preferencial da Petrobras é a mais negociada da bolsa, com giro de capital de R$ 982,1 milhões e 29,7 mil negócios.

Por volta das 12h08 (horário de Brasília), PETR4 caía 1,93% (R$ 45,20), PETR3 perdia 2,03% (R$ 50,62) e PRIO3 registrava baixa de 1,37% (R$ 68,37).



O que afeta as petroleiras?

O movimento da Petrobras e da Prio reflete o recuo dos contratos futuros do Brent para julho, que caíam 4,50%, a US$ 107,05 o barril, por volta das 12h12 (horário de Brasília). A commodity acentuou a queda após a Guarda Revolucionária do Irã (IRGC, em inglês) abrir parcialmente o Estreito de Ormuz para a passagem de petroleiros.

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Segundo a Marinha da Guarda Revolucionária do Irã, 26 navios, incluindo petroleiros, navios porta-contêineres e outras embarcações comerciais, transitaram pela hidrovia nas últimas 24 horas em coordenação com o Irã, informou a mídia estatal.

A Marinha da Guarda acrescentou que o trânsito pela hidrovia estava em andamento, com permissões obtidas e coordenação realizada com a força.

Hoje, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, reiterou que “não tem pressa” em relação às negociações com o Irã e indicou que pretende dar “uma chance” para avanços diplomáticos.

*Com informações de Reuters e Estadão Conteúdo

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Jornalista formada pela Universidade Estadual Paulista (Unesp). É repórter de mercados do Money Times. Antes disso, atuou na cobertura de macroeconomia na Broadcast/Agência Estado.
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