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Petrobras (PETR4) atualiza valor por ação do JCP que pagará aos acionistas neste mês; veja quem tem direito

14 maio 2026, 9:22 - atualizado em 14 maio 2026, 9:23
dividendos petrobras ações
(Imagem: Reuters/Sergio Moraes)

A Petrobras (PETR4) anunciou ao mercado nesta quinta-feira (14) uma atualização no valor da primeira parcela dos proventos que pagará aos seus acionistas, sendo este na forma de juros sobre o capital próprio (JCP). Aprovado em 16 de abril de 2026, a distribuição é relativa ao quarto trimestre de 2025.

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De acordo com o comunicado, o valor por ação passa de R$ 0,31311454 para R$ 0,32960457 após atualização pela taxa básica de juros (Selic).

O pagamento ocorrerá no dia 20 de maio de 2026, com base na posição acionária de 22 de abril. Dessa maneira, não é mais possível garantir uma fatia do provento.

“Cabe destacar ainda que incidirá imposto de renda, conforme legislação tributária vigente, tanto sobre o valor pago sob a forma de juros sobre capital próprio quanto sobre o valor correspondente à atualização monetária do provento”, diz a Petrobras.

O pagamento será efetuado pelo Bradesco, instituição depositária das ações escriturais de emissão da Petrobras. Todos os acionistas com cadastro devidamente atualizado terão seus direitos creditados automaticamente em suas contas bancárias na data do pagamento.

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Para os acionistas com ações custodiadas na B3, o pagamento será efetuado através de suas respectivas corretoras.

1T26 da Petrobras

No início desta semana, a Petrobras reportou lucro líquido de R$ 32,7 bilhões referente ao primeiro trimestre de 2026, queda de 7,2% na comparação com o mesmo período do ano anterior.

A receita de vendas somou R$ 123,7 bilhões entre janeiro e março, praticamente estável em relação ao primeiro trimestre de 2025, com leve alta de 0,4%.

O Ebitda ajustado da estatal ficou em R$ 59,6 bilhões no trimestre, redução de 2,4% em base anual. Desconsiderando eventos exclusivos, o Ebitda ajustado caiu 1%, para R$ 61,7 bilhões.

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O fluxo de caixa operacional atingiu R$ 44 bilhões, queda de 10,9% frente ao mesmo intervalo do ano passado. O fluxo de caixa livre, por sua vez, recuou 22,9%, para R$ 20,1 bilhões.

A dívida líquida subiu 10,8%, para US$ 62,1 bilhões.

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Repórter
Formada em jornalismo pela Universidade Nove de Julho. Ingressou no Money Times em 2022 e cobre empresas, com foco em varejo e setor aéreo.
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