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Suzano (SUZB3) tem lucro líquido de R$ 1,8 bilhão no 2T26, queda de 64%; Ebitda recua 23%

12 ago 2026, 19:11 - atualizado em 12 ago 2026, 19:14
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(Foto: Divulgação)

A Suzano (SUZB3) reportou nesta terça-feira (12) lucro líquido de R$ 1,807 bilhão no segundo trimestre de 2026 (2T26), uma queda de 64% em relação ao mesmo período de 2025, quando havia registrado lucro de R$ 5,012 bilhões.

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O desempenho mais fraco refletiu principalmente a redução do Ebitda e da geração de caixa operacional, em um cenário de preços menos favoráveis e menor receita na comparação anual.

A receita líquida somou R$ 11,59 bilhões, recuo de 13% ante os R$ 13,296 bilhões do 2T25.

Já o Ebitda ajustado atingiu R$ 4,705 bilhões, queda de 23% na base anual. Com isso, a margem EBITDA ajustada passou de 46% para 41%, uma redução de 5 pontos percentuais.

O resultado financeiro líquido ficou praticamente estável, em despesa de R$ 10 milhões, contra receita financeira de R$ 4,425 bilhões no mesmo trimestre do ano passado.

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A geração de caixa operacional foi de R$ 2,885 bilhões, representando queda de 30% frente aos R$ 4,149 bilhões registrados no 2T25.

No endividamento, a companhia encerrou o trimestre com alavancagem de 3,3 vezes em reais, acima das 3,0 vezes observadas um ano antes. Em dólares, a relação dívida líquida/EBITDA ajustado passou de 3,1 vezes para 3,4 vezes.

Segundo a Suzano, em meio ao aumento das tensões geopolíticas e à pressão sobre os custos da cadeia produtiva, o
mercado global de celulose apresentou resiliência no segundo trimestre de 2026.

“Nesse contexto, o melhor resultado do negócio de celulose na companhia quando comparado ao 1T26 foi sustentado pelo aumento de preços no período e aumento no volume de vendas, em boa parte compensados pelo aumento do CPV caixa e enfraquecimento do US$ em relação ao R$ no período. Quando comparado ao mesmo período de 2025, a forte apreciação cambial, combinada com queda no volume e maiores custos explicam a variação negativa, apesar do aumento no preço de celulose realizado”, disse a companhia, em comunicado.

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Repórter
Formado em Jornalismo pela Universidade São Judas Tadeu, atua como repórter no Money Times desde março de 2023. Antes disso, trabalhou por mais de três anos no Canal Rural. Em 2024 e 2025, integrou a lista dos 100 jornalistas + Admirados da Imprensa do Agronegócio e, em 2026, alcançou o Top 50 da premiação.
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Formado em Jornalismo pela Universidade São Judas Tadeu, atua como repórter no Money Times desde março de 2023. Antes disso, trabalhou por mais de três anos no Canal Rural. Em 2024 e 2025, integrou a lista dos 100 jornalistas + Admirados da Imprensa do Agronegócio e, em 2026, alcançou o Top 50 da premiação.
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