Empresas

Petrobras (PETR4): Resultados e dividendos ‘acima das expectativas’ animam Itaú BBA, que projeta alta de 30% das ações

07 ago 2026, 9:32
Petrobras morning mercados ibovespa wall street
(Imagem: Andre Valentim/Petrobras)

A Petrobras (PETR4) publicou seus resultados referentes ao segundo trimestre de 2026 (2T26) na noite da última quinta-feira (6), reportando um lucro líquido de R$ 52,4 bilhões, acima da expectativa do mercado.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O resultado fez os recibos de ações (ADRs, na sigla em inglês) saltarem no pré-mercado em Nova York. E o Itaú BBA descreveu bem o sentimento dos investidores: “a Petrobras apresentou resultados e dividendos acima das nossas expectativas, principalmente devido a receitas de exportação de petróleo mais fortes do que o esperado”.

A instituição mantém um preço-alvo de R$ 64 para a petrolífera, o que representa uma alta potencial de aproximadamente 30% em relação às cotações de fechamento da última quinta-feira.

Veja as principais linhas do balanço:

Indicador2T26
Lucro líquidoR$ 52,4 bilhões
Lucro líquido ajustadoR$ 55,8 bilhões
Receita líquidaR$ 169,5 bilhões
Ebitda ajustadoR$ 93,8 bilhões
Custos e despesas operacionaisR$ 26,5 bilhões
Dividendos e JCP aprovadosR$ 17,4 bilhões
Fluxo de caixa livreR$ 38,6 bilhões
Dívida líquidaUS$ 60,4 bilhões

Raio-X no balanço da Petrobras (PETR4), segundo o Itaú BBA

De acordo com o banco, o desempenho superior às projeções foi impulsionado pelas exportações de petróleo, o que implica um preço efetivamente realizado cerca de US$ 4 por barril, acima das projeções do Itaú BBA.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Outro ponto de atenção foi o anúncio de dividendos, que foram menores do que poderam ter sido, na avaliação dos analistas — em virtude de uma manobra para adiar um pagamento de subvenções no próximo trimestre, no valor de US$ 1,9 bilhão.

Como resultado, os dividendos ordinários somaram US$ 3,4 bilhões (yield de 3,4%), acima da nossa expectativa de US$ 3,1 bilhões e do consenso de US$ 3,0 bilhões.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Compartilhar

WhatsAppTwitterLinkedinFacebookTelegram
É editor-assistente do Money Times, atua na cobertura de criptomoedas, criptoeconomia e tecnologia para o Crypto Times. Formado em jornalismo pela ECA-USP, graduando em Economia na Unifesp. Foi repórter no Seu Dinheiro, Editora Globo e SpaceMoney.
É editor-assistente do Money Times, atua na cobertura de criptomoedas, criptoeconomia e tecnologia para o Crypto Times. Formado em jornalismo pela ECA-USP, graduando em Economia na Unifesp. Foi repórter no Seu Dinheiro, Editora Globo e SpaceMoney.

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies.

Fechar