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Petróleo segue em queda com esperanças de acordo de paz no Oriente Médio

07 maio 2026, 5:36 - atualizado em 07 maio 2026, 5:36
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(Foto: Reuters/Christian Hartmann)

Os preços do petróleo ampliam as perdas nesta quinta-feira (7), como nova queda diante da renovação das esperanças de um acordo de paz que poderia levar a uma reabertura gradual do Estreito de Ormuz.

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Os contratos futuros do petróleo Brent recuavam 97 centavos, ou 0,96%, para US$ 100,30 o barril às 5h34 (horário de Brasília). O petróleo West Texas Intermediate (WTI) dos EUA perdia US$ 1,09, ou 1,15%, para US$ 93,99.

Ambos os indicadores já haviam despencado mais de 7% nesta quarta-feira (6), atingindo os menores níveis em duas semanas, impulsionados pelo otimismo em relação a um possível fim da guerra no Oriente Médio.

Uma reportagem da agência de notícias saudita Al Arabiya nesta quinta-feira afirmou que foram alcançados entendimentos para aliviar o bloqueio dos portos iranianos pelos EUA em troca de uma reabertura gradual do Estreito de Ormuz. A Reuters não conseguiu verificar imediatamente a informação.



O Irã havia declarado que estava analisando uma proposta de paz dos EUA que, segundo fontes, encerraria formalmente a guerra, mas deixaria sem solução as principais exigências americanas de que o Irã suspenda seu programa nuclear e reabra o Estreito de Ormuz.

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“De uma perspectiva mais ampla, os mercados de petróleo permaneceram presos entre diplomacia e disrupção por mais de dois meses, com as emoções dos investidores sendo manipuladas pelas manchetes quase diariamente”, disse Priyanka Sachdeva, analista sênior de mercado da Phillip Nova.

“Se um acordo formal acabar se concretizando, os preços do petróleo poderão sofrer uma queda livre, à medida que os prêmios geopolíticos desaparecerem rapidamente do mercado. No entanto, quaisquer novos sinais de ataques à infraestrutura petrolífera ou de escalada no Oriente Médio podem facilmente desencadear outro pico parabólico nos preços do petróleo bruto.”

No início da semana, o secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, pediu à China que intensifique seus esforços diplomáticos para persuadir o Irã a abrir o Estreito de Ormuz ao transporte marítimo internacional. Ele acrescentou que o presidente Donald Trump e seu homólogo chinês, Xi Jinping, discutirão o tema quando se encontrarem na próxima semana. “Embora as negociações de paz devam continuar pelo menos até a cúpula entre EUA e China na próxima semana, o cenário depois disso permanece incerto”, afirmou Hiroyuki Kikukawa, estrategista-chefe da Nissan Securities Investment.

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A Reuters é uma das mais importantes e respeitadas agências de notícias do mundo. Fundada em 1851, no Reino Unido, por Paul Reuter. Com o tempo, expandiu sua cobertura para notícias gerais, políticas, econômicas e internacionais.
A Reuters é uma das mais importantes e respeitadas agências de notícias do mundo. Fundada em 1851, no Reino Unido, por Paul Reuter. Com o tempo, expandiu sua cobertura para notícias gerais, políticas, econômicas e internacionais.
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