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PetroReconcavo (RECV3) lucra R$ 203 milhões no 2T26, queda de 15% na comparação anual

06 ago 2026, 19:35
PetroReconcavo
(Imagem: PetroReconcavo)

A PetroReconcavo (RECV3) registrou lucro líquido de R$ 202,7 milhões no segundo trimestre de 2026, uma queda de 15% em relação aos R$ 238 milhões registrados no mesmo período do ano passado. Na comparação com o primeiro trimestre, o lucro avançou 64%.

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A receita líquida da companhia somou R$ 807,9 milhões entre abril e junho, praticamente estável em relação ao 2T25, com alta de 0,2%. Frente ao trimestre imediatamente anterior, o crescimento foi de 18%.

O Ebitda alcançou R$ 396,1 milhões, recuo de 6% na comparação anual, enquanto a margem Ebitda cresceu de 46,4% para 49,0%, um avanço de 2,6 pontos percentuais sobre o 2T25.

A produção média bruta foi de 24,1 mil barris de óleo equivalente por dia (boe/dia), retração de 11% frente ao registrado no segundo trimestre de 2025.

A alavancagem ficou em 1,01 vez o Ebitda dos últimos 12 meses, ante 0,78 vez um ano antes.

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A companhia destacou que o trimestre foi beneficiado por aditivos nos contratos de venda de petróleo e pela assinatura de um novo contrato de longo prazo com a Brava no Rio Grande do Norte. Além disso, informou o pagamento de R$ 100 milhões em juros sobre capital próprio (JCP) em 27 de agosto, após ter distribuído outros R$ 100 milhões em maio.

Dados de julho

A PetroReconcavo também informou que registrou produção média de 23,7 mil barris de óleo equivalente por dia (boe/dia) em julho, queda de 1,4% ante junho.

Segundo a companhia, o recuo foi causado pela parada de 12 dias para manutenção na Estação de Compressores de Miranga, na Bahia, e por falhas elétricas no complexo Sabiá, que afetaram a produção no Ativo Potiguar.

No Potiguar, a produção caiu 3,2%, para 12,0 mil boe/dia. Já na Bahia, ficou estável em 11,8 mil boe/dia.

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Repórter
Formado em Jornalismo pela Universidade São Judas Tadeu, atua como repórter no Money Times desde março de 2023. Antes disso, trabalhou por mais de três anos no Canal Rural. Em 2024 e 2025, integrou a lista dos 100 jornalistas + Admirados da Imprensa do Agronegócio e, em 2026, alcançou o Top 50 da premiação.
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Formado em Jornalismo pela Universidade São Judas Tadeu, atua como repórter no Money Times desde março de 2023. Antes disso, trabalhou por mais de três anos no Canal Rural. Em 2024 e 2025, integrou a lista dos 100 jornalistas + Admirados da Imprensa do Agronegócio e, em 2026, alcançou o Top 50 da premiação.
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