PetroReconcavo (RECV3) lucra R$ 203 milhões no 2T26, queda de 15% na comparação anual
A PetroReconcavo (RECV3) registrou lucro líquido de R$ 202,7 milhões no segundo trimestre de 2026, uma queda de 15% em relação aos R$ 238 milhões registrados no mesmo período do ano passado. Na comparação com o primeiro trimestre, o lucro avançou 64%.
A receita líquida da companhia somou R$ 807,9 milhões entre abril e junho, praticamente estável em relação ao 2T25, com alta de 0,2%. Frente ao trimestre imediatamente anterior, o crescimento foi de 18%.
O Ebitda alcançou R$ 396,1 milhões, recuo de 6% na comparação anual, enquanto a margem Ebitda cresceu de 46,4% para 49,0%, um avanço de 2,6 pontos percentuais sobre o 2T25.
A produção média bruta foi de 24,1 mil barris de óleo equivalente por dia (boe/dia), retração de 11% frente ao registrado no segundo trimestre de 2025.
A alavancagem ficou em 1,01 vez o Ebitda dos últimos 12 meses, ante 0,78 vez um ano antes.
A companhia destacou que o trimestre foi beneficiado por aditivos nos contratos de venda de petróleo e pela assinatura de um novo contrato de longo prazo com a Brava no Rio Grande do Norte. Além disso, informou o pagamento de R$ 100 milhões em juros sobre capital próprio (JCP) em 27 de agosto, após ter distribuído outros R$ 100 milhões em maio.
Dados de julho
A PetroReconcavo também informou que registrou produção média de 23,7 mil barris de óleo equivalente por dia (boe/dia) em julho, queda de 1,4% ante junho.
Segundo a companhia, o recuo foi causado pela parada de 12 dias para manutenção na Estação de Compressores de Miranga, na Bahia, e por falhas elétricas no complexo Sabiá, que afetaram a produção no Ativo Potiguar.
No Potiguar, a produção caiu 3,2%, para 12,0 mil boe/dia. Já na Bahia, ficou estável em 11,8 mil boe/dia.