Economia

PIB brasileiro cresce 0,5% no 2º trimestre de 2026, levemente acima das expectativas

01 set 2026, 9:16 - atualizado em 01 set 2026, 9:37
Foto de stock de A palavra PIB (Produto Interno Bruto) escrita em cubos de madeira com dinheiro real brasileiro em amarelo, bandeira verde do Brasil. Língua Portuguesa do Brasil
(Imagem: Andrzej Rostek/ Getty Images)

O Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro cresceu 0,5% no segundo trimestre de 2026 (1T26), segundo dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta terça-feira (1º). Na comparação anual, o PIB avançou 2%.

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A expectativa em pesquisa da Reuters era de avanço de 0,4% no período, depois de expansão de 1,1% no primeiro trimestre.

O PIB totalizou R$ 3,4 trilhões em valores correntes de abril a junho deste ano. O crescimento foi apoiado principalmente pela Agropecuária (2,8%), Serviços (0,2%) e Indústria (0,1%).

Segundos os dados divulgados, o desempenho positivo na Indústria se deve ao crescimento de 3,4% nas Indústrias extrativas. Na outra ponta, houve retração em Eletricidade e gás, água, esgoto, atividades de gestão de resíduos (-1,1%), Indústrias de transformação (-0,4%) e Construção (-0,4%).

Já em Serviços, a alta foi impulsionada principalmente pela Informação e comunicação (2,1%), Transporte, armazenagem e correio (1,1%) e Atividades imobiliárias (0,2%). Houve estabilidade no Comércio (0,0%) e nas Outras atividades de serviços (0,0%).

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A variação negativa ficou por conta da Administração, defesa, saúde e educação públicas e seguridade social (-0,4%) e nas Atividades financeiras, de seguros e serviços relacionados (-0,3%).

A Formação Bruta de Capital Fixo cresceu 1,2% assim como o Consumo do Governo (0,4%). Por outro lado, o Consumo das Famílias apresentou variação negativa (-0,4%) em relação ao primeiro trimestre.

Por fim, o setor externo, as Exportações de Bens e Serviços caíram (-0,8%), enquanto as Importações de Bens e Serviços subiram 1,8% em relação ao primeiro trimestre de 2026.

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Jornalista formada pela Universidade Presbiteriana Mackenzie e pós-graduada em Economia, Finanças e Banking pela USP Esalq. Atua desde 2023 na redação do Money Times e, atualmente, cobre Macroeconomia.
Jornalista formada pela Universidade Presbiteriana Mackenzie e pós-graduada em Economia, Finanças e Banking pela USP Esalq. Atua desde 2023 na redação do Money Times e, atualmente, cobre Macroeconomia.

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