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Por que a Suzano (SUZB3) fica fora da ‘festa do Ibovespa’ nesta segunda (5)

05 out 2026, 11:27 - atualizado em 05 out 2026, 11:43
suzano
(Imagem: Divulgação)

As ações da Suzano (SUZB3) recuavam 4,78% por volta das 11h13 desta segunda-feira (5), figurando entre as principais quedas do Ibovespa, que disparava 8,14% no mesmo horário.

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O desempenho dos papéis acompanha a queda do dólar futuro, que cedia 4,75%, a R$ 5,0005.

Como exportadora, a Suzano tende a se beneficiar de um dólar mais forte, que aumenta o valor de suas receitas externas quando convertidas em reais. A valorização do real, por sua vez, pode pressionar essa receita na moeda brasileira.



Outras exportadoras da Bolsa, como Embraer (EMBJ3), WEG (WEGE3) e Klabin (KLBN11), também operavam em baixa, embora com perdas menores: 3,19%, 1,26% e 0,48%, respectivamente.

O que faz o Ibovespa disparar 8%?

A disparada da Bolsa ocorre em meio à reação dos investidores ao resultado do primeiro turno das eleições presidenciais, que colocou Flávio Bolsonaro à frente de Luiz Inácio Lula da Silva.

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Em um resultado diferente do indicado pelas pesquisas de intenção de voto, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) recebeu 47,03% dos votos válidos, enquanto o atual presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) obteve 45,16%.

A perspectiva de vitória do senador alimenta entre investidores a expectativa de uma agenda de ajuste fiscal e reformas, incluindo uma possível nova reforma da Previdência. O mercado acompanha agora as negociações de alianças para o segundo turno, marcado para 25 de outubro.

“Com Bolsonaro concorrendo com uma plataforma de austeridade fiscal e desregulamentação, espere uma alta tanto da moeda quanto do mercado de títulos”, avalia Chris Turner, chefe global de mercados do ING.

Com Liliane de Lima

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Repórter
Formado em Jornalismo pela Universidade São Judas Tadeu, atua como repórter no Money Times desde março de 2023. Antes disso, trabalhou por mais de três anos no Canal Rural. Em 2024 e 2025, integrou a lista dos 100 jornalistas + Admirados da Imprensa do Agronegócio e, em 2026, alcançou o Top 50 da premiação.
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Formado em Jornalismo pela Universidade São Judas Tadeu, atua como repórter no Money Times desde março de 2023. Antes disso, trabalhou por mais de três anos no Canal Rural. Em 2024 e 2025, integrou a lista dos 100 jornalistas + Admirados da Imprensa do Agronegócio e, em 2026, alcançou o Top 50 da premiação.
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