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Por que investir em ações globais pode ficar mais simples em 2026 — e o que blockchain tem a ver com isso

06 jan 2026, 12:22 - atualizado em 06 jan 2026, 12:22
Blockchain permite a negociação rápida e fácil de ações estrangeiras. (Imagem Copilot)
A R3, desenvolvedora do blockchain corporativo Corda, está trabalhando no lançamento de uma rede DeFi com um token nativo. (Imagem: Freepik/upklyak)

Por muitos anos, o acesso a ativos financeiros globais sempre foi um privilégio limitado por fronteiras, burocracias e custos. Para o investidor brasileiro, ter exposição a ações de empresas como Apple, Google, Nvidia, Coca-Cola, ou Microsoft — ou mesmo a ativos clássicos como ouro, prata e mercados de câmbio — exigia caminhos pouco diretos: BDRs, fundos de investimento ou a abertura de conta em corretoras internacionais, muitas vezes envolvendo remessas ao exterior, custos adicionais e fricções operacionais — e é aí que entra a blockchain.

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Esse cenário começa a mudar de forma estrutural. A tokenização de ativos financeiros tradicionais — os chamados Real World Assets (RWAs) — lastreados em stablecoins surge como uma das tendências mais relevantes para 2026, com potencial de redefinir a forma como investidores acessam, negociam e diversificam seus portfólios.

Durante anos, a tokenização foi tratada como um conceito promissor, mas distante da vida prática do investidor comum. Agora, ela entra em uma nova fase: a da utilidade real.

Ao permitir que ativos tradicionais sejam representados digitalmente na blockchain e negociados usando stablecoins como margem, o mercado reduz drasticamente as barreiras de entrada.

O resultado é simples e poderoso: acesso global, em tempo real, com menos intermediários e maior eficiência operacional.

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Um dos pontos mais disruptivos desse movimento é a possibilidade de investidores brasileiros terem exposição direta a ações de grandes empresas globais por meio de RWAs.

Em vez de depender exclusivamente de BDRs — que possuem liquidez limitada, horários restritos e custos adicionais — ou de fundos de investimento, que seguem estratégias próprias de gestão e alocação, a tokenização permite uma experiência mais próxima do ativo original.

Ações de gigantes como Google, Nvidia, Meta ou Microsoft passam a estar disponíveis de forma fracionada, acessível e integrada ao ecossistema cripto. Isso significa mais flexibilidade, menor capital inicial e maior autonomia para quem investe.

Ouro, prata, forex e além com blockchain

O impacto não se limita às ações. Ativos tradicionalmente usados como reserva de valor ou proteção, como ouro e prata, também se beneficiam da tokenização.

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Ao serem representados digitalmente, eles ganham liquidez, transparência e facilidade de negociação, sem perder o lastro no mundo real.

O mesmo vale para o mercado de câmbio. A tokenização de pares de forex (foreign exchange), combinada ao uso de stablecoins, cria um ambiente mais ágil para exposição cambial, algo especialmente relevante em países como o Brasil, onde a volatilidade do real faz parte da realidade do investidor.

As stablecoins (como USDT e USDC, uma espécie de dólar digital) cumprem um papel estratégico nessa transformação. Elas funcionam como a ponte entre o sistema financeiro tradicional e o universo digital, oferecendo previsibilidade de preço, liquidez e eficiência.

Ao usar stablecoins como margem ou meio de liquidação, o investidor elimina etapas desnecessárias, reduz custos e ganha velocidade. Mais do que uma questão tecnológica, trata-se de uma mudança de experiência: investir passa a ser mais simples, intuitivo e global.

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A tokenização de ativos tradicionais representa um novo capítulo para o investidor brasileiro. Ela democratiza o acesso a mercados globais, reduz dependências de estruturas locais e amplia as possibilidades de diversificação de forma prática.

Se até ontem investir em ações internacionais, commodities ou forex era um processo complexo, 2026 aponta para um cenário em que essas barreiras deixam de existir. RWAs lastreados em stablecoins não são apenas uma inovação do mercado cripto — são um passo concreto rumo a um sistema financeiro mais acessível, eficiente e conectado ao mundo.

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Country Manager do Brasil na Bitget
Guilherme Prado é um profissional que revolucionou o mercado de exchanges nos últimos 4 anos. Atuando tanto no mercado de varejo como no mercado institucional. Graduado entre os 10% melhores alunos na Gardner Webb University (2015) EUA, Prado ja trabalhou em algumas das maiores empresas do mundo como Serasa, PayPal e Bybit. Atualmente é o Country Manager do Brasil na Bitget, quarta maior exchange de criptoativos do mundo.
Guilherme Prado é um profissional que revolucionou o mercado de exchanges nos últimos 4 anos. Atuando tanto no mercado de varejo como no mercado institucional. Graduado entre os 10% melhores alunos na Gardner Webb University (2015) EUA, Prado ja trabalhou em algumas das maiores empresas do mundo como Serasa, PayPal e Bybit. Atualmente é o Country Manager do Brasil na Bitget, quarta maior exchange de criptoativos do mundo.
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