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Por que sua carteira precisa de empresas sólidas diante da crise fiscal brasileira

14 ago 2026, 10:40
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Rafa Neddermeyer/Agência Brasil

O problema fiscal brasileiro segue como um dos principais focos de fragilidade estrutural da economia e, como discutimos em nosso relatório mais recente, não pode ser tratado como uma questão secundária.

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A combinação entre crescimento persistente das despesas, dificuldade de geração de superávits e avanço do endividamento mantém elevados os prêmios de risco, pressiona os juros de longo prazo e reduz a capacidade do país de sustentar ciclos mais duradouros de crescimento.

Em algum momento, esse desequilíbrio precisará ser enfrentado de maneira crível, por meio de medidas capazes de estabilizar a trajetória da dívida e reconstruir a confiança dos investidores.

Até que isso aconteça, a prudência continuará sendo indispensável na alocação de capital no Brasil. Foi sobre esse tema que nos debruçamos em nosso relatório mais recente (clique aqui para conferir).

Nesse ambiente, para além das recomendações de diversificação e proteção que temos defendido, a parcela do patrimônio que permanece investida no mercado brasileiro deve privilegiar, sobretudo, qualidade, previsibilidade e geração de renda.

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Empresas sólidas, com balanços robustos, boa capacidade de geração de caixa e histórico consistente de distribuição de proventos oferecem uma camada adicional de resiliência diante de um cenário fiscal ainda incerto.

É justamente nesse contexto que a nossa carteira recomendada e automatizada Renda Extra se encaixa como uma luva: uma seleção estruturada para combinar boas empresas, geração recorrente de renda e maior previsibilidade — atributos especialmente valiosos enquanto o país atravessa um período que ainda exige cautela.

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Gostou da tese acima e deseja investir? Esse ativo está disponível na plataforma do BTG Pactual.

Ainda não tem conta? Abra agora mesmo em poucos minutos:

Este material não tem relação com objetivos específicos de investimentos, situação financeira ou necessidade particular de qualquer destinatário específico, não devendo servir como única fonte de informações no processo decisório do investidor que, antes de decidir, deverá realizar, preferencialmente com a ajuda de um profissional devidamente qualificado, uma avaliação minuciosa do produto, incluindo suas características, prazos, liquidez e respectivos riscos face a seus objetivos pessoais e à sua tolerância a risco (“Suitability”).

As Carteiras Recomendadas Automatizadas da Empiricus envolvem a negociação de ativos de renda variável e, portanto, estão sujeitas a oscilações de mercado e risco de perdas, sendo indicadas a investidores classificados como perfil Sofisticado, nos termos da Política de Suitability do BTG Pactual. Verifique se a aplicação pretendida está compatível com seu perfil de investidor, informação que pode ser consultada no momento da transmissão da ordem. Para mais informações sobre Perfil do Investidor e Redefinição de Perfil do Investidor, consulte nosso FAQ – Perguntas Frequentes | BTG Pactual.

As carteiras são rebalanceadas periodicamente, de forma automática ou mediante recomendações, podendo resultar em operações de compra e venda de ativos financeiros, com incidência de custos operacionais e tributos.

Não há garantia de rentabilidade ou de preservação do capital investido. Os investimentos realizados por meio das Carteiras Recomendadas Automatizadas não contam com garantia do Fundo Garantidor de Créditos – FGC.

Rentabilidade passada não representa garantia de resultados futuros. A rentabilidade divulgada não é líquida de impostos.

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Economista e especialista em investimentos da Empiricus
Estudou finanças na University of Regina, no Canadá, tendo concluído lá parte de sua graduação em economia pela PUC. Pós-graduado no Programa Avançado em Finanças do Insper, trabalhou em duas das maiores casas de análise de investimentos da América Latina, além de ter feito parte de uma boutique voltada para fusões e aquisições, na área de modelagem financeira e pesquisa. Hoje faz parte no time de analistas da Empiricus. É analista CNPI e especialista em investimentos CEA.
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Estudou finanças na University of Regina, no Canadá, tendo concluído lá parte de sua graduação em economia pela PUC. Pós-graduado no Programa Avançado em Finanças do Insper, trabalhou em duas das maiores casas de análise de investimentos da América Latina, além de ter feito parte de uma boutique voltada para fusões e aquisições, na área de modelagem financeira e pesquisa. Hoje faz parte no time de analistas da Empiricus. É analista CNPI e especialista em investimentos CEA.
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