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Pré-mercado: Reta final do primeiro mês do segundo semestre

26/07/2021 - 8:57
Rayssa Leal, a medalhista mais jovem da história olímpica brasileira / Jogos Olímpicos de Tóquio 2020

Bom dia, pessoal!

A semana que marca o final do mês de julho contará com eventos importantes, no Brasil e no mundo.

Marcada para quarta-feira (28), a reunião do Fed é o principal fator de atenção no âmbito internacional, que pode impactar câmbio e juros, especialmente depois da prévia da inflação, o IPCA-15, ter vindo acima do esperado na semana passada.

Seguimos na temporada de resultados no Brasil e no mundo, servindo de gatilho nos fundamentos dos ativos.

Lá fora, por enquanto, as ações asiáticas tiveram uma segunda-feira (26) mista, depois que as ações alcançaram recordes em Wall Street, com o Dow Jones Industrial Average fechando acima do nível de 35 mil pontos pela primeira vez.

O Japão teve alta, após um fim de semana de quatro dias com o início dos Jogos Olímpicos, com um ano de atraso.

As Bolsas europeias têm uma manhã difícil, bem como os futuros americanos.

A ver…

Guerra e paz

A semana será importante em Brasília, apesar do recesso.

O presidente Jair Bolsonaro formaliza as mudanças em sua equipe ministerial, dando posse ao senador Ciro Nogueira, que assumirá a Casa Civil, a Luiz Eduardo Ramos, que vai para a Secretaria-Geral, e a Onyx Lorenzoni, que assume o Ministério do Emprego e Previdência.

As mudanças, como já comentamos por aqui, devem ser lidas como positivas pelo mercado, uma vez que fortalecem os laços do Executivo com o Legislativo, reduzindo o ruído político e elevando a chance de aprovação de algumas das reformas neste segundo semestre.

A semana guarda indicadores relevantes, com dados externos, fiscais e de emprego.

Outro fator aguardado é a apresentação das provas, prometidas por Bolsonaro, que comprovariam a suposta fraude nas eleições de 2014 – chance de gerar novo atrito entre Poderes em uma semana que deveria ser destinada a um apaziguamento das relações, diante da posse de Nogueira.

Aprova ou não aprova?

A recuperação está sendo impulsionada por uma variedade de fatores, desde dados econômicos fortes nos EUA, à política monetária expansionista e doses pesadas de estímulo fiscal, além de robustos resultados corporativos – a semana será a mais movimentada da temporada de resultados do segundo trimestre, com cerca de um terço das empresas do S&P 500 apresentando seus números.

Fora isso, espera-se que um acordo bipartidário sobre os gastos com infraestrutura dos EUA possa ser alcançado essa semana, em especial nesta segunda-feira (26).

Contudo, a grande atenção do mercado repousa na reunião de dois dias do Federal Reserve (Fed), a ser encerrada na quarta-feira (28).

Uma mudança nas taxas de juros não é provável, mas as autoridades podem revelar mais informações sobre seu cronograma para reduzir as compras de títulos, mesmo que um plano claro ainda não seja apresentado – provavelmente, essa informação será reservada para o simpósio de Jackson Hole no mês que vem.

Discussões climáticas

Os encontros preliminares do G20 seguem acontecendo. Desta vez, chegou o momento de os ministros do meio ambiente das economias envolvidas concordarem em definir novas metas climáticas nos próximos três meses.

Até agora, China, Índia, Arábia Saudita e Rússia estavam bastante conservadores sobre as propostas para a eliminação dos subsídios aos combustíveis fósseis e o uso do carvão.

No entanto, as próprias forças de mercado parecem poder desempenhar um papel ímpar agora, com a quarta revolução industrial reduzindo a intensidade energética das empresas.

Anote aí!

Lá fora, a semana guarda, além dos fatores mencionados acima, a publicação da primeira estimativa oficial do produto interno bruto dos EUA no segundo trimestre, marcada para quinta-feira (29) – esperam uma taxa de crescimento anual de 9,1% com ajuste sazonal, alta em relação aos 6,4% no 1T21.

Para hoje, ainda em solo americano, contamos com a continuidade da temporada de resultados, na véspera do Índice de Confiança do Consumidor do Conference Board para julho e os pedidos de bens duráveis ​​do Departamento de Comércio para junho, ambos na terça-feira (27).

Aqui no Brasil, a temporada de resultados segue agitada, mas o destaque do dia é a divulgação pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) da Sondagem Indústria da Construção.

A balança comercial semanal também pode ser relevante, depois da volatilidade verificada no câmbio neste mês.

Muda o que na minha vida?

À medida que a recuperação global se firma, os governos em todo o mundo ficarão cada vez mais tentados a parar de jogar tanto dinheiro na economia, como o caso do pacote de infraestrutura dos EUA.

Há chances de os investidores entenderem isso como um grande erro.

A proposta de Joe Biden para parte dos US$ 4 trilhões em gastos potenciais é uma prioridade em Washington esta semana.

Ainda há, entretanto, divisões profundas que podem dificultar sua aprovação, mesmo com um resultado não tão ambicioso quanto se esperava inicialmente (pacote de infraestrutura de US$ 1,25 trilhão, dos quais pouco menos de US$ 600 bilhões como gasto realmente considerado novo para infraestrutura).

Há quem diga que, depois de meses de negociação, há um cansaço dos gastos do Congresso.

Os Estados Unidos não são o único lugar onde os poderes parecem cada vez mais céticos sobre a manutenção de níveis históricos de gastos do governo.

No Reino Unido, por exemplo, os empréstimos do governo caíram £ 19,4 bilhões em maio em comparação com o mesmo mês do ano passado, ainda que seja o segundo nível mais alto de empréstimos em maio desde o início dos registros mensais em 1993 – muito acima do que seria sustentável no médio prazo.

Os investidores devem prestar atenção à medida que as conversas sobre a sustentabilidade das finanças do governo aumentam.

O estímulo fiscal em andamento tem sido uma parte importante das previsões otimistas para ativos de risco, como ações neste ano.

Fique de olho!

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Um abraço,

Jojo Wachsmann

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Última atualização por Lucas Eurico Simões - 26/07/2021 - 8:57

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