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Tempo real: Ibovespa sobe com Embraer (EMBR3) e ‘pesos-pesados’; dólar avança a R$ 5,46

01 jul 2025, 6:30 - atualizado em 01 jul 2025, 17:26
ações
Acompanhe o Ibovespa e os mercados em Tempo Real. (Imagem: REUTERS/Amanda Perobelli)

Resumo: Ibovespa (IBOV) começou o segundo semestre de 2025 em tom positivo e com as atenções voltadas a Brasília.

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Nesta terça-feira (1º), o principal índice da bolsa brasileira subiu 0,50%, aos 139.549,43 pontos.

Já o dólar à vista (USBRL) encerrou as negociações a R$ 5,4612, com avanço de 0,50%.

A Advocacia-Geral da União (AGU) anunciou que o governo entrou com uma ação no STF contra a derruba do decreto presidencial que elevava a as alíquotas do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) para crédito para empresas, câmbio e previdência privada. Segundo a autarquia, a mudança tributária é constitucional e válida.

No exterior, o Senado aprovou o pacote orçamentário de Donald Trump, que acrescenta trilhões à dívida pública dos Estados Unidos. O texto retorna à Câmara dos Representantes.

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Os investidores também reagiram novas declarações do presidente do Fed, Jerome Powell. Na Europa, a inflação da zona do euro desacelerou para 2% em junho, em linha com a meta do Banco Central Europeu (BCE).

Confira os principais temas do Ibovespa e dos mercados nesta terça-feira (1) em tempo real:

Ao vivo
Telefônica Brasil (VIVT3) aprova reorganização societária com incorporação de unidade de IoT

A Telefônica Brasil (VIVT3), dona da Vivo, informou ao mercado que aprovou a incorporação da Telefônica IoT, Big Data e Tecnologia do Brasil S.A. (TLF IoT) pela Telefônica Cloud e Tecnologia do Brasil S.A. (T.Cloud Brasil).

Ambas as empresas são controladas pela Telefônica, e a operação foi aprovada em assembleias realizadas nesta segunda-feira (1).

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Trump diz que Israel concordou com condições para finalizar cessar-fogo de 60 dias em Gaza

O presidente norte-americano, Donald Trump, disse nesta terça-feira que Israel havia concordado “com as condições necessárias para finalizar” um cessar-fogo de 60 dias em Gaza, durante o qual serão feitos esforços para acabar com a guerra do aliado dos EUA no enclave palestino.

“Israel concordou com as condições necessárias para finalizar o CESSAR-FOGO de 60 dias, período durante o qual trabalharemos com todas as partes para acabar com a guerra”, disse Trump nas mídias sociais.

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Gol (GOLL54) tem prejuízo de R$ 1,4 bilhão em maio, mês anterior à saída da recuperação judicial

A companhia aérea Gol (GOLL54) registrou um prejuízo líquido de R$ 1,42 bilhão em maio, conforme relatório enviado ao juízo de sua recuperação judicial nos Estados Unidos e divulgado nesta terça-feira (1) ao mercado.

A empresa saiu do chamado “Chapter 11” em junho, com o presidente, Celso Ferrer, afirmando que a empresa mira expansão de frota e novos voos e rotas no Brasil e em outros países.

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Analistas pregam ‘otimismo cauteloso’ com mercado de ações no segundo semestre; veja onde investir após alta de 15% do Ibovespa

Mesmo com os “trancos e barrancos” causados pelo cenário macroeconômico interno e externo, no primeiro semestre de 2025 o Ibovespa (IBOV) conseguiu a entrada de mais de R$ 20 bilhões de capital estrangeiro em meio à forte desaceleração do dólar ante o real. No período, o principal índice da bolsa brasileira avançou 15,44% e registrou o melhor semestre desde 2016.

O questionamento que fica no mercado é se o movimento representa mais um “voo de galinha” ou se há oportunidades no cenário doméstico brasileiro.

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Fras-le (FRAS3) pagará R$ 91 milhões em JCP; veja quem tem direito

A fabricante de autopeças Fras-le Mobility (FRAS3) anunciou ao mercado nesta terça-feira (1) que pagará R$ 90,85 milhões em juros sobre o capital próprio (JCP) aos seus acionistas.

Segundo fato relevante, o valor a ser distribuído corresponde a R$ 0,34 por ação.

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Retorno de até 18%: 5 ações para lucrar com dividendos em julho, segundo a Terra

A Terra Investimentos divulgou sua carteira de dividendos para julho, mantendo a composição do mês anterior, apostando na continuidade dos bons rendimentos oferecidos pelos papéis de Banco do Brasil (BBAS3), Telefônica Brasil (VIVT3), Itaúsa (ITSA4), Bradespar (BRAP4) e Petrobras (PETR4).

Segundo o analista que assina o relatório, Régis Chinchila, o portfólio da casa é composto por empresas que detém payout acima dos 25% exigido, com perspectivas de crescimento via distribuição de proventos e com sólido balanço financeiro.

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ONDE INVESTIR NO 2º SEMESTRE DE 2025 | Ações para investir no 2º Semestre

Com a Selic ainda em patamar elevado e o mercado de olho na queda dos juros, muitos investidores voltaram suas atenções para a Bolsa. Mas será que o segundo semestre de 2025 será, de fato, favorável para as ações? Quais setores devem se destacar? E como montar uma carteira equilibrada e rentável?

Sem ajuste fiscal, não tem espaço para a Selic cair, alerta Rodrigo Azevedo, ex-Banco Central

Enquanto não houver perspectiva de reequilíbrio entre a política fiscal e a monetária, não haverá espaço para a Selic recuar. A análise é de Rodrigo Azevedo, ex-diretor do Banco Central (BC) e sócio da gestora Ibiuna, durante o evento Onde Investir no 2º Semestre de 2025, promovido pelo Seu Dinheiro com apoio do Money Times.

Na visão de Azevedo, o esforço da autarquia para conter a inflação está sendo contrabalançado por estímulos do lado fiscal — e parafiscal. Segundo ele, embora a política monetária esteja “pisando no freio”, há uma força oposta “pisando no acelerador”, o que explica por que a atividade ainda não dá sinais claros de desaceleração.

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ONDE INVESTIR NO 2º SEMESTRE DE 2025 | Cenário Macro e Estratégia de Investimentos

Neste painel especial do evento Onde Investir no 2º Semestre, especialistas em macroeconomia analisam os principais vetores que devem impactar os mercados nos próximos meses — da política monetária ao desempenho de diferentes classes de ativos. A discussão traz uma visão prática para quem busca montar ou ajustar sua estratégia de investimentos com base em fundamentos macroeconômicos.

Plano Safra 25/26: CNA vê recursos aquém do necessário; ‘Há um descaso com o seguro rural’

O diretor técnico da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), Bruno Lucchi, disse que os recursos do Plano Safra 2025/2026tanto para agricultura familiar como empresarial, não respondem à altura a importância estratégica que a agricultura tem para o Brasil.

“Os valores anunciados ficaram bem abaixo até mesmo da inflação, ficando menores quando corrigidos. Por exemplo, para agricultura familiar, os recursos cresceram 3% e para empresarial, houve um aumento de 1,5%. Se considerarmos uma inflação de 5,32% no período, eles ficam abaixo da inflação e abaixo do que o setor pleiteou”.

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As ressalvas da bancada ruralista para o novo Plano Safra; ‘Veremos novas recuperações judiciais. Os juros não cabem na conta’

A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), a chamada banca ruralista, disse que o Plano Safra 2025/2026 terá um custo para o Tesouro de R$ 13,5 bilhões, destinados para equalização dos juros dos financiamentos, montante esse 17,5% menor que a safra 24/25.

De acordo com o presidente da FPA, o deputado Pedro Lupion (PP – PR), o valor para investimentos caiu 5,14%, passando para R$ 101,5 bilhões, evidenciando, segundo ele, a maior cautela para investimentos de longo prazo.

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Azzas 2154 (AZZA3) realiza ganhos da véspera e cai 4%; confira as maiores quedas do Ibovespa nesta terça-feira (1º)

A ponta negativa do índice foi liderada por Azzas 2154 (AZZA3), em movimento de realização dos ganhos recentes.

Ontem (30), os papéis da varejista encerraram as negociações com alta de 4,70% em reação a mudanças no alto escalão e “trégua” de desentendimentos entre os acionistas de referência.

Confira as maiores quedas do Ibovespa nesta terça-feira (1º):

> Azzas 2154 (AZZA3): -4,42%, a R$ 41,10

> Assaí (ASAI3): -3,20%, a R$ 10,90

> Natura (NTCO3): -2,26%, a R$ 10,80

> Vamos (VAMO3): -1,91%, a R$ 4,10

> São Martinho (SMTO3): -1,76%, a R$ 17,26

Embraer (EMBR3) sobe mais de 4% com novas encomendas de jatos; confira as maiores altas do Ibovespa nesta terça-feira (1º)

A ponta positiva do Ibovespa foi liderada por Embraer (EMBR3), com novos pedidos de jatos. A fabricante anunciou que firmou um acordo com a Scandinavian Airlines (SAS) para a venda de 45 jatos E195-E2, com direitos de compra para 10 aeronaves adicionais.

Citi avaliou que o pedido firme da SAS aumenta a diversidade e a qualidade da carteira de encomendas da fabricante brasileira.

Confira as maiores altas do Ibovespa nesta terça-feira (1º):

> Embraer (EMBR3): +4,42%, a R$ 80,41

> Cosan (CSAN3): +3,06%, a R$ 7,07

> GPA (PCAR3): +2,60%, a R$ 3,16

> PetroReconcavo (RECV3): +2,58%, a R$ 14,70

> Minerva (BEEF3): +2,24%, a R$ 5,01

Ibovespa avança e encosta nos 140 mil pontos com ‘pesos-pesados’; dólar sobe a R$ 5,46

O Ibovespa (IBOV) manteve o forte ritmo de ganhos da véspera e iniciou o segundo semestre de 2025 em alta, ajudada dos pesos-pesados.

Nesta terça-feira (1º), o principal índice da bolsa brasileira subiu 0,50%, aos 139.549,43 pontos.

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Fechamento do Ibovespa (preliminar)

O Ibovespa fechou a terça-feira (01) em alta de 0,55%, aos 139.680,09 pontos, de acordo com dados preliminares da B3.

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Trump diz que não estenderá prazo comercial de 9 de julho

O presidente norte-americano, Donald Trump, disse nesta terça-feira (1) que não estava pensando em estender o prazo de 9 de julho para que os países negociassem acordos comerciais com os EUA, e continuou a expressar dúvidas de que um acordo pudesse ser alcançado com o Japão.

“Já negociamos com o Japão. Não tenho certeza de que faremos um acordo. Duvido”, disse Trump aos repórteres a bordo do Air Force One ao retornar a Washington de uma viagem à Flórida.

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Dólar sobe a R$ 5,46 com judicialização do IOF e falas de Powell

O dólar interrompeu a sequência de perdas ante o real com o cenário fiscal doméstico no radar. As negociações comerciais dos Estados Unidos e declarações do presidente do Federal Reserve também movimentaram o câmbio no exterior.

Nesta terça-feira (1º), o dólar à vista (USDBRL) encerrou as negociações a R$ 5,4612, com alta de 0,50%.

Leia mais.

>> Dólar à vista fecha a R$ 5,4612, com alta de 0,50%
Petróleo sobe com fraqueza do dólar e expectativa de aumento da produção pela Opep+

Os preços do petróleo fecharam a sessão desta terça-feira (1º) em alta, recuperando as perdas da sessão anterior.

A commodity foi impulsionada pela fraqueza do dólar e expectativas de um possível aumento na demanda da China após dados econômicos positivos do país.

Os investidores seguiram na expectativa pela reunião da Organização dos Países Exportadores de Petróleo e aliados (Opep+), que acontece no próximo fim de semana e que pode decidir pelo aumento da produção.

Os contratos mais líquidos do petróleo Brent, com vencimento em setembro, encerraram a sessão com alta de 0,55%, a US$ 67,11 o barril na International Exchange (ICE), em Londres. 

Já os contratos do West Texas Intermediate (WTI), referência para os Estados Unidos e com vencimento em agosto, subiram 0,52%, a US$ 65,45 o barril na New York Exchange (Nymex), nos EUA.

>> Ibovespa renova máxima intradia aos 139.686,18 pontos, com alta de 0,60%
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