Radar do mercado

Americanas (AMER3), Auren (AURE3), AES Brasil (AESB3) e outros destaques desta sexta (06)

06 set 2024, 9:53
americanas fundo imobiliário
Americanas e Auren estão entre os destaques corporativos desta sexta-feira (06) (Imagem: REUTERS/Ueslei Marcelino)

O novo conselho da Americanas (AMER3), sem Sicupira e Paulo Lemann, e a aprovação da Aneel para incorporação da AES Brasil (AESB3) pela Auren (AURE3) são alguns dos destaques corporativos desta sexta-feira (06).

Confira os destaques corporativos

Acionistas da Americanas (AMER3) elegem novo conselho sem Sicupira e Paulo Lemann

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Acionistas da Americanas (AMER3) elegeram um novo conselho de administração em assembleia geral extraordinária na quinta-feira (06), excluindo Carlos Alberto Sicupira e Paulo Lemann, filho do empresário Jorge Paulo Lemann, que fazem do grupo de acionistas de referência da varejista.

Foram mantidos os membros Eduardo Saggioro, Cláudio Garcia e Vanessa Claro Lopes (membro independente). Também foram eleitos para o conselho Luiz Fernando Ziegler De Saint Edmond, Yuiti Matsuo Lopes, Paula Magalhães (membro independente) e Maria Rita Coutinho (membro independente).

Ainda, deixam de fazer parte do colegiado Célio de Melo Almada Neto e Sidney Victor da Costa Breyer, ambos membros independentes.

Os conselheiros terão mandato unificado de dois anos, que se encerrará em 5 de setembro de 2026.

Aneel aprova incorporação da AES Brasil (AESB3) pela Auren (AURE3)

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A Auren (AURE3) informou ao mercado que a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou a transferência de controle societário indireto da AES Brasil (AESB3) e validou a alteração de controle societário que resultará na conversão da AES em subsidiária integral da Auren.

“A Auren esclarece que remanescem pendentes a validação pela Aneel da alteração do controle da AES Tietê Integra Soluções em Energia e outras condições precedentes para Combinação de Negócios”, diz o comunicado desta sexta-feira (06).

Bmg (BMGB4) vende Bmg Seguros para Daycoval

O Bmg (BMGB4) vendeu a Bmg Seguros para o Banco Daycoval. Segundo o banco, o valor pago será equivalente a 1,47 vezes o patrimônio líquido da Bmg Seguros na data de fechamento da operação.

Com uma forte rede de correspondentes bancários, lojas franqueadas e lojas próprias, a operação faz parte da estratégia de concentrar esforços do Bmg na execução das suas principais linhas de negócio.

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Já o Daycoval informou que o objetivo da compra é expandir produtos e serviços pautados na diversificação, oportunidade e manutenção do relacionamento de longo prazo com os clientes.

Natura (NTCO3): Gestora gringa eleva fatia em empresa

A Baillie Gifford, fundada em Edimburgo, capital da Escócia, elevou participação na Natura (NTCO3) para 5,02%. Segundo o comunicado, a gestora passou a deter 69 milhões de papéis da empresa.

A Baillie Gifford informou, ainda, que sua participação acionária tem por objetivo o investimento na companhia, sem intenção de alterar sua composição de controle ou estrutura administrativa, e não visa atingir nenhum percentual de participação acionária em particular.

Camil (CAML3) vai ao Paraguai e compra produtora de arroz do país vizinho

A Camil (CAML3), já consolidada na liderança de beneficiamento de arroz no Brasil, deu mais um passo para colocar em prática seus planos de expansão internacional. A companhia anunciou a aquisição, de forma indireta, do grupo Villa Oliva Rice, do Paraguai.

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A operação envolve a compra de 80% das ações do grupo pelo membro da família controladora e atual presidente da Camil, Luciano Quartiero.

Amazon planeja US$5 bi em exportações da Índia em 2024

A Amazon planeja exportar cerca de US$ 5 bilhões em itens de pequeno valor da Índia este ano, acima dos quase US$ 3 bilhões em 2023, abastecendo mercados como Estados Unidos e Reino Unido, disse um funcionário da empresa, marcando uma mudança em relação à China.

A iniciativa de uma das maiores empresas de comércio eletrônico do mundo ressalta o papel crescente da Índia na cadeia de suprimentos global e reflete uma tendência mais ampla entre as corporações multinacionais de diversificar o fornecimento para longe da China.

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*Com informações da Reuters

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Repórter
Formada em jornalismo pela Universidade Nove de Julho. Ingressou no Money Times em 2022 e cobre empresas.
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