Banco Central Europeu (BCE)

Rehn, do BCE, não vê inflação de segunda ordem e defende dívida conjunta para defesa

17 set 2026, 9:25
União Europeia, UE, Europa, euro, zona do euro
FOTO DE ARQUIVO: Bandeiras da União Europeia tremulam em frente à sede do Banco Central Europeu (BCE) em Frankfurt, na Alemanha, em 19 de março de 2026. (REUTERS/Jana Rodenbusch/Foto de arquivo)

Olli Rehn, membro do Banco Central Europeu, afirmou nesta quinta-feira que não há sinais claros de efeitos de segunda ordem da inflação na zona do euro e defendeu o uso de dívida emitida em conjunto para fortalecer as capacidades de defesa da região.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Em discurso durante um evento em Londres, Rehn afirmou que não está evidente no mercado de trabalho da zona do euro o mesmo aperto observado em 2022 após a invasão da Ucrânia e a crise pós-Covid, embora o banco central esteja acompanhando esse e outros dados de perto.

Ele também disse que o banco está acompanhando de perto o “cenário político” na Europa antes das eleições em países como a França no próximo ano, ressaltando que o banco dispõe de um conjunto de “instrumentos viáveis” para garantir a transmissão suave da política monetária.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Compartilhar

WhatsAppTwitterLinkedinFacebookTelegram
A Reuters é uma das mais importantes e respeitadas agências de notícias do mundo. Fundada em 1851, no Reino Unido, por Paul Reuter. Com o tempo, expandiu sua cobertura para notícias gerais, políticas, econômicas e internacionais.
A Reuters é uma das mais importantes e respeitadas agências de notícias do mundo. Fundada em 1851, no Reino Unido, por Paul Reuter. Com o tempo, expandiu sua cobertura para notícias gerais, políticas, econômicas e internacionais.

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies.

Fechar