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Sabesp (SBSP3) oferece R$ 61,83 por ação da EMAE em proposta de OPA unificada

25 abr 2026, 11:46 - atualizado em 25 abr 2026, 11:46
sabesp conta tarifa consumidor
(Imagem: Money Times/Diana Cheng)

Neste sábado (25), a EMAE (EMAE3) – Empresa Metropolitana de Águas e Energia S.A – confirmou a intenção da Sabesp (SBSP3), acionista controladora da companhia, de adquirir a totalidade das ações.

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Hoje, a Sabesp detém 79,31% de participação na EMAE – sendo 70,09% de participação direta da Sabesp e 9,22% por meio do Oceania Fundo de Investimento em Ações.

De acordo com o comunicado à Comissão de Valores Mobiliário (CVM), a Sabesp propôs realizar um oferta pública de aquisição (OPA) a R$ 61,83 por ação da EMAE.

O preço também corresponde a 100% do preço pago pela companhia de saneamento paulista na compra do controle acionário na EMAE, em outubro de 2025, por R$ 1,1 bilhão.

Ainda segundo a EMAE, a Sabesp pediu autorização da CVM para unificar a OPA por controle acionário da companhia – que ainda está sob a análise do órgão – com uma OPA por aumento de participação acionária no capital votante.

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A Sabesp “informou que a OPA Unificada atenderá simultaneamente os requisitos de ambas as
modalidades das OPAs, sem prejuízos para os seus destinatários, quais sejam os detentores de ações ordinárias de emissão da Companhia, alinhando-se inclusive com seus interesses, uma vez que ocorrerá a um só tempo e abrangerá necessariamente o mesmo público-alvo, sendo que a não unificação implicaria custos adicionais e desnecessários”, acrescentou o documento da EMAE.

Na noite de ontem (24), a Sabesp informou ao mercado a intenção de incorporar a totalidade das ações da EMAE e converter a companhia em uma subsidiária integral.

A Emae foi privatizada em 2024, comprada em um leilão por R$ 1 bilhão por veículo controlado pelo empresário Nelson Tanure.

Para financiar parte da aquisição foi feita uma emissão de debêntures e Tanure deu as ações da EMAE em garantia. A primeira parcela de juros dessas debêntures não foi paga e gerou a declaração de vencimento antecipado da dívida e a execução das garantias, culminando na venda das ações da EMAE.

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*Com informações de Estadão Conteúdo

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Repórter
Jornalista formada pela PUC-SP, com especialização em Finanças e Economia pela FGV. É repórter do MoneyTimes e já passou pela redação do Seu Dinheiro e setor de análise politica da XP Investimentos.
Jornalista formada pela PUC-SP, com especialização em Finanças e Economia pela FGV. É repórter do MoneyTimes e já passou pela redação do Seu Dinheiro e setor de análise politica da XP Investimentos.
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