AgroTimes

Soja e milho caem para novas mínimas em várias semanas em Chicago

20 out 2026, 18:23 - atualizado em 20 out 2026, 18:25
Sementes de soja e milho no Brasil
(iStock.com/Alfribeiro)

Os contratos futuros da soja negociados em Chicago caíram para uma nova mínima de dois meses nesta terça-feira, enquanto o milho atingiu a menor cotação em dois meses e meio, devido à liquidação de posições compradas por fundos e à pressão causada pela colheita em andamento, que deve resultar em safras recordes nos EUA.

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Os futuros do trigo seguiram o mesmo caminho do milho e da soja na bolsa, caindo para o nível mais baixo desde meados de julho devido a vendas técnicas e por parte dos fundos, além da queda na demanda.

As previsões de que o clima favorável à colheita no Meio-Oeste se mantenha pelo menos até o final desta semana pressionaram os mercados de grãos, à medida que os agricultores colhiam uma safra recorde de soja e o que se projeta ser a segunda maior safra de milho já registrada.

A pressão da colheita ofuscou a renovada demanda chinesa por soja dos EUA, à medida que o Departamento de Agricultura dos EUA confirmou mais compras por parte do maior importador mundial.

“Os chineses têm comprado, mas o problema é que estão comprando as 25 milhões (de toneladas métricas) que já sabíamos que iriam comprar. Parece que isso já está incorporado ao cenário”, disse Jim McCormick, diretor de operações da AgMarket.

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“Neste momento, estamos vendo apenas a pressão tradicional de hedge sendo ampliada por alguma liquidação de fundos.”

Os contratos futuros de soja novembro caíram 5,25 centavos, para US$12,4825 o bushel, o menor valor desde 26 de agosto. Os contratos futuros de milho dezembro recuaram 5 centavos, para US$4,62 o bushel, o menor valor do contrato desde 12 de agosto.

O contrato de trigo dezembro recuou 12 centavos, para US$6,4325 o bushel, seu menor valor desde 10 de julho.

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A Reuters é uma das mais importantes e respeitadas agências de notícias do mundo. Fundada em 1851, no Reino Unido, por Paul Reuter. Com o tempo, expandiu sua cobertura para notícias gerais, políticas, econômicas e internacionais.
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