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Suzano (SUZB3) divulga guidance até 2028 e mira alavancagem abaixo de 2,5x

11 maio 2026, 18:19 - atualizado em 11 maio 2026, 18:19
suzano suzb3
(Imagem: YouTube/Suzano)

A Suzano (SUZB3) divulgou um guidance que reforça duas mensagens importantes ao mercado: disciplina financeira após o ciclo pesado de investimentos e pressão de custos ainda relevante no curto prazo.

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No lado financeiro, a companhia estabeleceu como metas atingir dívida líquida de US$ 11 bilhões e alavancagem abaixo de 2,5x entre 2027 e 2028. O indicador considera dívida líquida sobre EBITDA ajustado dos últimos 12 meses e está alinhado à política de endividamento da empresa.

Com isso, a Suzano sinaliza um processo gradual de desalavancagem depois do pico de investimentos recentes, especialmente ligado ao Projeto Cerrado.

Já na operação, a empresa indicou aumento do custo caixa de produção de celulose no 2T26 para uma faixa entre R$ 830 e R$ 840 por tonelada, desconsiderando paradas programadas. Isso representa alta de aproximadamente 3% a 5% frente ao 1T26.

A pressão vem principalmente das premissas de petróleo e câmbio, já que o guidance considera Brent a US$ 87 por barril e dólar médio de R$ 5,00 no trimestre.

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Ainda assim, na visão anual, a Suzano manteve projeção de custo médio ao redor de R$ 800 por tonelada em 2026, sugerindo expectativa de normalização ao longo do ano.

A companhia utiliza premissas de dólar médio de R$ 5,17 em 2026, R$ 5,25 em 2027 e R$ 5,28 em 2028.

Mesmo com a pressão de curto prazo, o guidance reforça a visão de que o Projeto Cerrado deve continuar contribuindo para ganhos de eficiência operacional e diluição de custos nos próximos anos, elemento considerado central para a geração de caixa e para a redução da alavancagem.

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Repórter
Formado em Jornalismo pela Universidade São Judas Tadeu. Atua como repórter no Money Times desde março de 2023. Antes disso, trabalhou por pouco mais de 3 anos no Canal Rural. Em 2024 e 2025, ficou entre os 100 jornalistas + Admirados da Imprensa do Agronegócio.
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Formado em Jornalismo pela Universidade São Judas Tadeu. Atua como repórter no Money Times desde março de 2023. Antes disso, trabalhou por pouco mais de 3 anos no Canal Rural. Em 2024 e 2025, ficou entre os 100 jornalistas + Admirados da Imprensa do Agronegócio.
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