O Carrefour (CRFB3) irá aumentar o preço por ação para retirar sua filial da bolsa, mostra documento enviado ao mercado nesta quinta-feira (3).
Segundo o comunicado, agora a varejista francesa pagará R$ 8,50 por ação, antes em R$ 7,70.
Resumo: O Ibovespa (IBOV) tentou ‘driblar’ a forte cautela internacional após o tarifaço de Trump e chegou a superar os 132 mil pontos durante a sessão. Mas, em meio a queda dos ‘pesos-pesados’, o índice encerrou a sessão próximo da estabilidade.
Nesta quinta-feira (3), o principal índice da bolsa brasileira fechou aos 131.140,65 pontos, com leve queda de 0,04%.
Já o dólar à vista (USBRL) encerrou as negociações a R$ 5,6281, com recuo de 1,20% sobre o real — no menor nível em seis meses.
A Raízen (RAIZ4) informou nesta quinta-feira (3) que o Baillie Gifford Overseas Limited, gestora fundada em Edimburgo, na Escócia, reduziu sua participação na companhia.
Com isso, o grupo passa a deter um total de 134.674.091 ações, correspondentes a 9,91% do total das ações preferenciais de emissão da companhia.
Ricardo Mussa, ex-CEO da Raízen (RAIZ4), conversou com o Money Times nesta semana e falou sobre sua saída do comando da companhia em novembro de 2024.
O executivo se referiu a Raízen como uma super empresa e disse ter um carinho enorme pelo grupo todo. Mussa ressaltou que houve uma mudança no momento do mercado, que exigia uma outra postura para o grupo Cosan (CSAN3), o que para ele é super compreensível.
A AgroGalaxy (AGXY3), que está em recuperação judicial, comunicou o mercado nesta quinta-feira (3) que aprovou o grupamento da totalidade das ações na proporção 15 ações para 1 (15:1), sem modificação do capital social.
Com isso, o capital social se mantém em R$ 1,001 bilhão, passando a ser dividido em 16.969.571 ações.
O ex-CEO da Raízen (RAIZ4), Ricardo Mussa, que ficou à frente da maior produtora global de etanol de cana-de-açúcar do mundo entre 2020 e fim de 2024, falou sobre o projeto da “super cana” em entrevista ao Money Times.
A variedade que ganhou as atenções do noticiário sucroenergético no começo deste ano, é o grande projeto e aposta do empresário Eike Batista, que já recebeu uma promessa de aporte de US$ 500 milhões do grupo de investimentos Brasilinvest, do empresário Mário Garneiro
Já a ponta positiva foi dominada pelas companhias cíclicas, principalmente, do setor de varejo, com o alívio na curva de juros.
Os papéis considerados ‘defensivos’, como as elétricas, também se destacaram entre as maiores altas do pregão.
Confira as maiores altas do Ibovespa nesta quinta-feira (3):
> Auren (AURE3): +7,58%, a R$ 7,95
> Magazine Luiza (MGLU3): +5,45%, a R$ 11,80
> Iguatemi (IGTI11): +5,12%, a R$ 19,52
> Engie (EGIE3): +4,74%, a R$ 39,98
> Rumo (RAIL3): +4,62%, a R$ 17,65
As petroleiras lideraram a ponta negativa do Ibovespa. Brava Energia (BRAV3) registrou a maior perda do setor e do principal índice da bolsa brasileira com recuo de mais de 7%.
A derrocada dos papéis da companhia está ligada ao desempenho do petróleo no mercado internacional. O contrato mais líquido do Brent, referência mundial, para junho despencou mais de 6% nesta quinta-feira (3), em reação à decisão da Organização dos Países Exportadores de Petróleo e aliados (Opep+) em aumentar a produção a partir de maio e ao plano tarifário dos Estados Unidos.
Confira as maiores quedas do Ibovespa nesta quinta-feira (3):
> Brava Energia (BRAV3): -7,18%, a R$ 21,06
> Prio (PRIO3): -6,95%, a R$ 36,83
> São Martinho (SMTO3): -5,79%, a R$ 20,03
> PetroReconcavo (RECV3): -5,54%, a R$ 15,70
> Suzano (SUZB3): -4,43%, a R$ 51,07
Duas estatais mineiras, Cemig (CMIG4) e Copasa (CSMG3), despontam entre boas pagadoras de dividendos, mas qual é a melhor? Para o Safra, no momento, a Copasa oferece mais oportunidade.
O banco retirou a elétrica de sua carteira de dividendos para abril para colocar a empresa de saneamento. Segundo o banco, houve decepção com os resultados do quarto trimestre e os dividendos anunciados, mas a queda recente parece bastante exagerada, abrindo uma oportunidade de compra.
O Ibovespa (IBOV) tentou driblar a forte cautela internacional após o tarifaço de Trump e chegou a superar os 132 mil pontos durante a sessão. Mas, em meio a queda dos pesos-pesados, o índice encerrou a sessão próximo da estabilidade.
Nesta quinta-feira (3), o principal índice da bolsa brasileira fechou aos 131.140,65 pontos, com leve queda de 0,04%.
O dólar à vista (USDBRL) fechou em forte queda, em sessão marcada pela elevação da aversão ao risco após o ‘tarifaço’ de Trump. Nesta quinta-feira (3), a divisa norte-americana encerrou as negociações a R$ 5,6281, com queda de 1,20% — no menor valor desde outubro de 2024.
O Ibovespa fechou a quinta-feira (03) em baixa de -0,07%, aos 131.096,59 pontos, de acordo com dados preliminares da B3.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, no intitulado “Dia da Libertação”, adotou tarifas particulares para diferentes países na quarta-feira (2), com uma taxa mínima de 10% para o Brasil.
Leandro Gilio, professor e pesquisador do Insper Agro Global, lembra que os EUA têm com um déficit comercial com o Brasil no que se refere a produtos do agronegócio, como celulose, madeira, papel, suco de laranja, açúcar, etanol e carnes.
Exportadores do Brasil podem sair ganhando na guerra tarifária global, com aumento da demanda da China e novas oportunidades comerciais, disse o The Wall Street Journal.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou no início daF noite da última quarta-feira (2) tarifas recíprocas à diversos países. As importações brasileiras foram taxadas em 10%, o menor nível entre os países anunciados.
O prêmio oferecido pelo Carrefour França para o fechamento do capital do Carrefour Brasil (CRFB3) — ou Atacadão — não agrada os acionistas minoritários e, às vésperas da assembleia que deve determinar os próximos passos dessa história, novos desdobramentos se somam ao cenário.
Segundo informações do Valor Econômico, as empresas de votação por procuração Glass Lewis e ISS aconselharam os acionistas do Carrefour Brasil a votarem contra a proposta de fechamento de capital da empresa.
A XP Investimentos elevou a expectativa para a inflação de 2026 de 4,5% para 4,7%, devido ao impacto da reforma do Imposto de Renda. Para 2025, a perspectiva para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) permanece em 6%, uma vez que a casa reconhece os riscos relacionados à dinâmica cambial.
Se confirmadas as projeções, a inflação ficará acima do teto da meta por três anos seguidos, embora com sinais mais claros de convergência a partir de 2027.
Os preços do ouro fecharam em queda, em dia de forte aversão ao risco impulsionado pelo ‘tarifaço’ dos Estados Unidos, anunciado pelo presidente Donald Trump ontem (2).
O contrato do ouro para junho caiu 1,41%, a US$ 3.121,70 por onça-troy na Comex, divisão de metais da New York Mercantile Exchange (Nymex).
O Santander disse que JBS (JBSS3) e SLC Agricola (SLCE3) podem se beneficiar diante da expectativa pela colheita nos Estados Unidos, após dados do Departamento de Agricultura do país (USDA).
Segundo analistas, os preços do milho podem cair com estoques mais altos, barateando um dos principais insumos para a produção de proteína animal. Com isso, o Santander vê as ações da JBS (JBSS3) se beneficiando.
Seu iPhone favorito pode em breve ficar muito mais caro, graças às tarifas.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, impôs uma série de tarifas a países ao redor do mundo que podem alterar drasticamente o cenário do comércio global. Bens de consumo como iPhones podem estar entre os mais afetados nos EUA, com aumentos de 30% a 40% se a empresa repassar o custo aos consumidores, disseram analistas nesta quinta-feira.
A XP Investimentos espera que o Comitê de Política Monetária (Copom) eleve a Selic até o patamar de 15,50% ao ano, após aumentos de 0,75 ponto percentual (p.p.) em maio e 0,50 p.p. (p.p) em junho. No entanto, se o Produto Interno Bruto (PIB) desacelerar mais do que o esperado, os diretores podem optar por interromper o ciclo de alta antes.
Ainda assim, o economista-chefe Caio Megale defende, em relatório divulgado nesta quinta-feira (3), que é improvável que a taxa de juros terminal fique abaixo de 15%.