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Tempo real: Ibovespa avança quase 1% com alívio nos títulos dos EUA; dólar cai a R$ 5,17

19 ago 2026, 6:00 - atualizado em 19 ago 2026, 17:23
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Acompanhe o Ibovespa e os mercados em Tempo Real. (Imagem: REUTERS/Amanda Perobelli)

Resumo: O Ibovespa (IBOV) fechou em alta de 0,90%, aos 167.830,27 pontos, devido ao alívio nos Treasuries e leitura de que o Federal Reserve (Fed) pode seguir com um política monetária menos agressiva, visto que a ata trouxe um cenário já defasado. O dólar à vista encerrou o dia com queda de 0,86%, a R$ 5,1766.

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Mais cedo, o Departamento do Tesouro dos EUA anunciou que irá, ao menos, dobrar as recompras de dívida governamental de longo prazo.

Destaques:

Confira os principais temas do Ibovespa e dos mercados em tempo real:



Ao vivo
Vai pingar: Banco do Brasil (BBAS3) antecipa pagamento de JCPs; veja valores

O Banco do Brasil (BBSA3) anunciou nesta quarta-feira que aprovou pagamento aos acionistas de juros sobre capital próprio no valor de cerca de R$ 197 milhões, relativo aos resultados do terceiro trimestre.

O BB afirmou que o pagamento, a ser feito em 11 de setembro, equivale a R$ 0,0345 por ação ordinária e será realizado com base na posição acionária de 1º de setembro.

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Trígono vende ações da Kepler Weber (KEPL3)

A Trígono Capital reduziu sua participação acionária na Kepler Weber (KEPL3) de 15,3% para 14,94%, mostra documento enviado ao mercado nesta quarta-feira (19).

De acordo com o documento, os fundos geridos pela gestora passaram a deter, em 18 de agosto, 26.853.300 ações ordinárias da Kepler Weber, equivalentes a 14,94% das ações dessa classe.

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Dívida dos EUA ultrapassa os US$ 40 trilhões pela 1ª vez, diz Tesouro

O Departamento do Tesouro dos Estados Unidos informou nesta quarta-feira (19) que a dívida pública total dos EUA atingiu US$ 40,05 trilhões, ultrapassando a marca dos US$ 40 trilhões pela primeira vez na história, e, assim, representando mais que o dobro do que era há uma década.

Os números constam em boletim diário que o Departamento apresenta com as contas públicas.

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Tá barato? TIM (TIMS3) vai recomprar até R$ 1 bilhão em ações

A TIM (TIMS3) anunciou a aprovação de um novo programa de recompra de ações, que permitirá à companhia adquirir até 55,2 milhões de ações ordinárias, o equivalente a cerca de 2,31% dos papéis em circulação no mercado. O valor máximo do programa é de R$ 1 bilhão.

Segundo o comunicado ao mercado, a recompra foi aprovada pelo Conselho de Administração porque a empresa considera que suas ações estão sendo negociadas abaixo de seu valor intrínseco, ou seja, barata. No ano, a ação cai 15% e 30% desde as máximas.

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Curva de juros acompanha Treasuries e recua mais de 10 pontos-base nos vértices intermediários

A curva de juros futuros fechou em queda em todos os vencimentos, acompanhando o movimento observado no mercado de títulos no exterior após o Departamento do Tesouro dos Estados Unidos anunciar o aumento da recompra de títulos de dívida pública de longo prazo.

A taxa do contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) para janeiro de 2027, de curtíssimo prazo, encerrou na mínima intradia a 13,720%, queda de 2,5 pontos-base ante 13,742% do fechamento anterior.

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Trump: Fed deveria cortar juros com ‘sucesso’ da economia, não subir por medo da inflação

O presidente dos EUA, Donald Trump, voltou a defender que o Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano) deveria cortar as taxas de juros graças ao “sucesso” da economia americana, em comentários a repórteres nesta tarde. “É ridículo que permaneçam no nível atual”, enfatizou. “Quase desejo que a economia tenha números ruins para ver se cortam juros”, acrescentou o republicano.

Na visão dele, os dirigentes do BC norte-americano preferem aumentar as taxas por “medo da inflação” diante do “sucesso econômico”, do que permitir a flexibilização monetária, defendida por Trump.

— Com informações de Estadão Conteúdo

Do “tesouraço” de Flávio Bolsonaro ao corte de R$ 3 trilhões de Renan Santos: as visões dos candidatos ao ajuste fiscal “inevitável”

Um ajuste fiscal “inevitável” em 2027 é um dos principais pontos de divergência econômica na eleição presidencial de 2026 e pode ter impacto direto tanto no comportamento dos mercados quanto no resultado das urnas.

A avaliação foi feita pelo economista e especialista em investimentos da Empiricus, Matheus Spiess, durante a quarta edição do programa Radar das Eleições, apresentado por Vinicius Pinheiro, do Money Times, com participação do editor de Política, Gustavo Porto.

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PetroReconcavo (RECV3) faz acordo com Petrobras (PETR4) para processamento de gás natural na Bahia; confira

A PetroReconcavo (RECV3) fez acordo de longo prazo com a Petrobras (PETR3;PETR4) para garantir o processamento de gás natural produzido pela companhia na Unidade de Tratamento de Gás Natural (UTG) Catu, em Pojuca, na Bahia.

Segundo o documento enviado ao mercado nesta terça (19), os novos contratos asseguram o acesso à capacidade de processamento entre 2028 e 2037.

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Retorno duplo: Marcopolo (POMO4) vai pagar dividendos e recomprar ações; veja valores

A Marcopolo (POMO4) aprovou o pagamento de R$ 0,13 por ação em dividendos, além de um novo programa de recompra de até 49 milhões de ações preferenciais.

Segundo aviso aos acionistas divulgado nesta quarta-feira (19), os dividendos serão imputados ao dividendo obrigatório declarado antecipadamente por conta do exercício de 2026 e serão pagos a partir de 9 de setembro.

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Ata do Fed tem tom duro, mas cenário ainda não justifica alta de juros, diz ING

A ata da reunião de julho do Federal Reserve trouxe sinais de maior preocupação com a inflação, mas não altera a expectativa de manutenção dos juros nos Estados Unidos, na avaliação de James Knightley, economista-chefe internacional do ING.

Para o analista, o documento era naturalmente mais “hawkish” (favorável a juros mais altos), já que três dirigentes do banco central americano defenderam um aumento imediato de 0,25 ponto percentual na taxa básica. Beth Hammack, Lorie Logan e Neel Kashkari votaram por uma elevação dos juros, enquanto os demais integrantes do Comitê Federal de Mercado Aberto (FOMC) optaram por manter a faixa entre 3,50% e 3,75%.

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Magazine Luiza (MGLU3) é a maior queda do IBOV; veja as cinco piores ações do pregão
  • Magazine Luiza (MGLU3): -5,37%, a R$ 4,05
  • Gerdau (GGBR4): -5,21%, a R$ 22,94
  • Metalúrgica Gerdau (GOAU4): -4,60%, a R$ 10,37
  • Hapvida (HAPV3): -3,24%, a R$ 6,56
  • Porto (PSSA3): -2,72%, a R$ 46,50
Cosan (CSAN3) sobe 8%; confira as maiores altas do Ibovespa nesta quarta-feira
  • Cosan (CSAN3): +8,31%, a R$ 3,39
  • MBRF (MBRF3): +7,65%, a R$ 17,31
  • Minerva (BEEF3): +6,57%, a R$ 3,57
  • Suzano (SUZB3): +4,64%, a R$ 43,07
  • SLC Agrícola (SLCE3): +4,29%, a R$ 14,33
Soja fecha em alta em meio a preocupações com safra no Meio-Oeste dos EUA

A soja de Chicago subiu pela quarta sessão consecutiva nesta quarta-feira, à medida que os resultados de uma visita de campo organizada pelo setor aumentaram as preocupações sobre as perspectivas mistas de rendimento no Meio-Oeste dos Estados Unidos, em meio às compras chinesas de soja norte-americana e à demanda recorde por parte das usinas de processamento de soja, segundo analistas.

Os operadores estão acompanhando de perto os relatórios da visita de campo da Pro Farmer, depois que o Departamento de Agricultura dos EUA reduziu suas previsões de rendimento do milho e da soja na semana passada.

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Açúcar bruto atinge máxima de mais de um ano, café arábica recua

Os futuros do açúcar bruto na ICE subiram nesta quarta-feira (19), atingindo a maior cotação em mais de um ano devido ao agravamento das perspectivas de produção em todo o mundo, enquanto o café arábica caiu após ter atingido, anteriormente, a máxima de um mês.

O contrato de açúcar bruto fechou com alta de 0,08 centavo, ou 0,5%, a 17,55 centavos por libra-peso, após ter atingido anteriormente sua máxima desde maio de 2025, a 17,66.

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Ibovespa avança e interrompe sequência de 11 quedas consecutivas com ajuda dos EUA; dólar cai a R$ 5,17

O Ibovespa (IBOV) registrou a primeira alta após a sequência de 11 quedas consecutivas, a maior desde 2023, com a melhora do humor externo.

Nesta quarta-feira (19), o principal índice da bolsa brasileira terminou as negociações com avanço de 0,90%, aos 167.830,27 pontos. Na máxima intradia, o IBOV registrou salto de 2,41% (170.340,60 pontos).

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Wall Street sobe com recompra de títulos pelo Tesouro dos EUA

Os índices de Wall Street fecharam em tom positivo nesta quarta-feira (19), com o setor de tecnologia moderando as perdas após as vendas generalizadas da véspera e o anúncio de que o Departamento do Tesouro dos Estados Unidos vai dobrar as recompras dos títulos, os Treasuries, mais longos.

Confira o fechamento dos índices:

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Equipe de Flávio Bolsonaro modula discurso contra Reforma Tributária e avalia abreviar transição

A equipe do senador e candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) avalia abreviar o tempo da transição de implementação da Reforma Tributária, apurou o Broacast Político, serviço de informação em tempo real do Grupo Estado. O encurtamento seria uma forma de acelerar a redução de subsídios e benefícios fiscais, concedidos principalmente a Estados e municípios via Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) e Imposto Sobre Serviços (ISS).

Fontes ligadas a Flávio Bolsonaro citam que, tal como está, a reforma prevê R$ 500 bilhões de subsídios a diferentes setores, além de R$ 1 trilhão de recursos para novos fundos de compensação e desenvolvimento regional. Na avaliação, uma transição mais curta reduziria esses valores.

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Dólar volta a cair e fecha a R$ 5,17 com alívio nos Treasuries após medida do Tesouro dos EUA

O dólar à vista voltou a perder força nesta quarta-feira (19), após medidas do governo dos Estados Unidos no mercado de títulos de longo prazo. A moeda encerrou o dia com queda de 0,86%, a R$ 5,1766.

Mais cedo, o dólar bateu a mínima intradia a R$ 5,1566 (-1,24%) no mercado à vista.

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>> Dólar à vista fecha a R$ 5,1766, com queda de 0,86%
Sem perspectiva de acordo sobre Ormuz, petróleo fecha acima de US$ 91

Os preços do petróleo tiveram nova alta nesta quarta-feira (19) diante do aumento das incertezas quanto ao conflito no Oriente Médio.

O contrato mais líquido do petróleo Brent, referência para o mercado internacional, para outubro terminou o dia com alta de 0,66%, a US$ 91,62 o barril, na Intercontinental Exchange (ICE), em Londres.

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