O conselho de administração da BRF (BRFS3) aprovou, em reunião realizada nesta segunda-feira (7), a emissão de Certificados de Recebíveis do Agronegócio (CRAs) para captar R$ 2 bilhões.
Os CRAs serão lastreadas em debêntures que também serão lançadas pela BRF no mercado. A companhia ainda vai definir o prazo dos títulos.
As debêntures e os CRAs terão cinco séries. As três últimas contarão com correção monetária pela variação do IPCA.
As remunerações oferecidas variam. Na primeira série, será de até 102% do CDI. Na segunda série, seguirá os contratos futuros de DI com vencimento em janeiro de 2030, mais um prêmio de 0,30% ao ano.
Nas últimas três séries, os títulos seguirão a variação dos títulos do Tesouro atrelados à inflação medida pelo IPCA, com vencimento em maio de 2035. Nesse caso, o investior ainda terá um prêmio de 0,35%, 0,55% e 0,75%, respectivamente.