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Tempo real: Ibovespa recua e se afasta dos 140 mil pontos com impasse comercial com EUA e Brics; dólar avança a R$ 5,47

07 jul 2025, 6:36 - atualizado em 07 jul 2025, 17:28
ações
Acompanhe o Ibovespa e os mercados em Tempo Real. (Imagem: REUTERS/Amanda Perobelli)

Resumo: O Ibovespa (IBOV) acompanha o mau humor de Wall Street e se afastou das máximas históricas com ameaças tarifárias.

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Nesta segunda-feira (7), o principal índice da bolsa brasileira terminou o pregão com queda de 1,26%, aos 139.489,70 pontos, 

Já o dólar à vista (USBRL) encerrou as negociações a R$ 5,4778, com alta de 0,98%. 

No cenário doméstico, os investidores seguiram em compasso de espera após o STF suspender os efeitos da disputa entre Congresso e Executivo sobre o IOF e marcar audiência de conciliação para o dia 15.

Mas é a ameaça tarifária dos Estados Unidos que concentrou as atenções. No fim de semana, o presidente norte-americano ameaçou impor uma tarifa adicional de 10% a países que se aproximarem do BRICS. No início da tarde desta segunda-feira (7), o chefe da Casa Branca voltou atrás e decidiu adiar a “nova” taxa. 

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O mercado também operou atento ao retorno das tarifas recíprocas. A trégua de 90 dias termina na próxima quarta-feira (9) e autoridades da Casa Branca afirmaram que os EUA devem informar as novas tarifas nas próximas 48 horas aos países que não negociaram as taxas e que entram em vigor definitivamente em agosto.

Confira os principais temas do Ibovespa e dos mercados nesta segunda-feira (7) em tempo real:

Ao vivo
BRF (BRFS3): Conselho aprova emissão de CRAs para captar R$ 2 bilhões

O conselho de administração da BRF (BRFS3) aprovou, em reunião realizada nesta segunda-feira (7), a emissão de Certificados de Recebíveis do Agronegócio (CRAs) para captar R$ 2 bilhões.

Os CRAs serão lastreadas em debêntures que também serão lançadas pela BRF no mercado. A companhia ainda vai definir o prazo dos títulos.

As debêntures e os CRAs terão cinco séries. As três últimas contarão com correção monetária pela variação do IPCA.

As remunerações oferecidas variam. Na primeira série, será de até 102% do CDI. Na segunda série, seguirá os contratos futuros de DI com vencimento em janeiro de 2030, mais um prêmio de 0,30% ao ano.

Nas últimas três séries, os títulos seguirão a variação dos títulos do Tesouro atrelados à inflação medida pelo IPCA, com vencimento em maio de 2035. Nesse caso, o investior ainda terá um prêmio de 0,35%, 0,55% e 0,75%, respectivamente.

Klabin (KLBN11) antecipa liquidação de empréstimo de US$ 150 milhões, que venceria em 2028

A Klabin (KLBN11) vai antecipar o pagamento de um empréstimo sindicalizado, ou seja, concedido por um grupo de bancos, no valor de US$ 150 milhões. A operação tinha vencimento programado para 2028.

Em abril, a companhia já havia anunciado a liquidação de outro financiamento do mesmo tipo, também com vencimento em 2028, mas no valor de US$ 340 milhões.

Hypera (HYPE3): Fundador costura acordo e forma bloco controlador

O fundador da Hypera (HYPE3), João Alves de Queiroz Filho, costurou um acordo com os acionistas Alvaro Stainfeld Link, Maiorem e Votorantim para formar um novo bloco de controle que passará a deter 53% do capital da companhia, mostra documento enviado ao mercado nesta segunda-feira (7).

Só Alves de Queiroz possui 27% das ações. O empresário aumentou sua participação na empresa nos últimos meses, após uma proposta de fusão da EMS em outubro de 2024.

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Cury (CURY3) mantém ritmo de lançamentos no 2T25 em relação ao 2T24, mas aumenta em 28% valor potencial de vendas

A construtora Cury (CURY3) divulgou nesta segunda-feira (7) as suas prévias operacionais do segundo trimestre de 2025 (2T25). O período foi marcado por registrar somente um lançamento a mais que o número feito um ano antes, mas o valor potencial de vendas cresceu mais de 28%.

Segundo a companhia, foram nove lançamentos feitos entre abril e junho deste ano, ante oito no segundo trimestre de 2024 (2T24). No entanto, o Valor Geral de Vendas (VGV) aumentou em 28,3% na mesma comparação, para R$ 2,2 bilhões.

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Carrefour Brasil deixa bolsa (e CEO deixa cargo); veja quem assume

Após dar adeus à bolsa brasileira, o Carrefour terá outro CEO. O atual mandatário, Stéphane Maquaire, renunciou ao cargo, mostra documento enviado ao mercado nesta segunda-feira.

Maquaire estava na varejista desde setembro de 2021. Nesse meio-tempo, o executivo enfrentou algumas crises, como o boicote de frigoríficos à filial brasileira por uma declaração anti-Mercosul.

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Engie (EGIE3) cai mais de 6% em realização; confira as maiores quedas do Ibovespa nesta segunda-feira (7)

A ponta negativa foi liderada por Engie (EGIE3), com pressão vendedora após alta nos últimos pregões, motivadas por operações de short squeeze. 

Confira as maiores quedas do Ibovespa nesta segunda-feira (7):

> Engie (EGIE3): -6,33%, a R$ 43,37

> Totvs (TOTS3): -4,99%, a R$ 40,96

> GPA (PCAR3): -3,73%, a R$ 3,10

> RD Saúde (RADL3): -3,53%, a R$ 13,76

> Cosan (CSAN3): -3,36%, a R$ 6,90

BRF (BRFS3) e Marfrig (MRFG3) avançam com expectativa de fusão; confira as maiores altas do Ibovespa nesta segunda-feira (7)

A ponta positiva do Ibovespa foi liderada por BRF (BRFS3) e acompanhada por Marfrig (MRFG3), em meio ao processo de fusão das companhias.

Hoje (7),  o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) pediu dez dias para uma defesa formal das empresas sobre o recurso da  Minerva Foods (BEEF3) contra o negócio, de acordo com informações da agência Broadcast.

Confira as maiores altas do Ibovespa nesta segunda-feira (7):

> BRF (BRFS3): +9,37%, a R$ 21,71

> Marfrig (MRFG3): +4,09%, a R$ 23,14

> Vamos (VAMO3): +1,76%, a R$ 4,04

> Marcopolo (POMO4): +1,23%, a R$ 8,25

> Minerva (BEEF3): +1,16%, a R$ 5,23

Petrobras (PETR4), Prio (PRIO3), PetroRecôncavo (RECV3): Por que petroleiras caíram, mesmo com disparada do petróleo

As ações das principais petrolíferas brasileiras encerraram esta segunda-feira (7) em queda, mesmo com a valorização do petróleo no exterior.

O movimento reflete cautela do mercado com o cenário doméstico e a leitura de que a oferta extra da Opep+ pode não ser suficiente para sustentar um novo rali nos preços.

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Ibovespa tem forte queda com pressão das tarifas de Trump; dólar sobe a R$ 5,47

O Ibovespa (IBOV) acompanhou a aversão a risco do exterior com pressão das políticas tarifárias dos Estados Unidos e ameaças do presidente Donald Trump ao Brics.

Nesta segunda-feira (7), o principal índice da bolsa brasileira terminou o pregão com queda de 1,26%, aos 139.489,70 pontos, 

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Fechamento do Ibovespa (preliminar)

O Ibovespa fechou a segunda-feira (07) em baixa de -1,23%, aos 139.526,27 pontos, de acordo com dados preliminares da B3.

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Dólar sobe a R$ 5,47 com novas ameaças de tarifas de Trump

O dólar iniciou a semana em alta e recuperando as perdas das semanas anteriores com a proximidade do fim da ‘trégua’ da política tarifária dos Estados Unidos e novas ameaças presidente norte-americano, Donald Trump, a países parceiros comerciais que não fizeram negociações com o país.

Nesta segunda-feira (7), o dólar à vista (USDBRL) encerrou as negociações a R$ 5,4778, com alta de 0,98%.

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>> Dólar à vista fecha a R$ 5,4778, com alta de 0,98%
Embraer (EMBR3): BTG e BBI recomendam ‘compra’ de olho na carteira de pedidos

A Embraer (EMBR3) segue brilhando com a expansão de pedidos em potencial que podem aumentar a carteira da fabricante de aeronaves brasileira. Segundo falas do CEO, Francisco Gomes Neto, à Reuters, a companhia está em negociações com até 10 países para a venda do cargueiro militar KC-390.

O executivo não revelou os países envolvidos nas negociações, mas destacou que o projeto tem avançado de forma positiva. “Não posso falar nomes… [mas negociamos] com cinco, dez [países]. É bastante”, disse ele à Reuters durante o Fórum Empresarial dos Brics no fim de semana.

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Petróleo fecha em forte alta apesar de decisão da Opep+

Os preços do petróleo fecharam a sessão em alta de quase 2% mesmo após a Organização dos Países Exportadores de Petróleo e aliados (Opep+) elevar a produção da commodity em agosto.

O acréscimo é o maior desde abril envolve grandes produtores como Arábia Saudita, Rússia e Emirados Árabes Unidos. O grupo justifica o aumento com base em fundamentos sólidos, como estoques baixos e estabilidade econômica global.

O mercado, por sua vez, acompanha os desdobramentos das negociações comerciais dos Estados Unidos com os países parceiros nas vésperas do fim da trégua das tarifas recíprocas. Hoje, o presidente norte-americano, Donald Trum, já anunciou taxas sobre os produtos japoneses e sul-coreanos.

Outros países devem receber cartas das “novas” tarifas até a próxima quarta-feira (9), data limite para as negociações. Segundo a Casa Branca, as novas taxas entrarão em vigor em agosto.

Os contratos mais líquidos do petróleo Brent, com vencimento em setembro, encerraram a sessão desta segunda-feira (7) com alta de 1,87%, a US$ 69,58 o barril na International Exchange (ICE), em Londres. 

Já os contratos do West Texas Intermediate (WTI), referência para os Estados Unidos e com vencimento em agosto, subiram 1,39%, a US$ 67,93 o barril na New York Exchange (Nymex), nos EUA.

Comprar uma casa com o ‘real digital’: Caixa e Elo simulam transação de imóvel com Drex

A Caixa Econômica Federal e a operadora de cartões de crédito e débito Elo estão na fase final da segunda etapa do piloto do Drex, conhecido como o real digital, a moeda digital do Banco Central. A simulação realizada foi a de uma operação de compra e venda de imóvel, em ambiente totalmente digital.

Vale lembrar que o Drex começou com um projeto de moeda digital de Banco Central (Central Bank Digital Currency, ou CBDC). No entanto, o piloto se estendeu para virar um “ecossistema virtual” mais complexo, cuja moeda seria uma versão tokenizada do real. 

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Tesouro vê ‘ótimo momento’ para emissão de títulos e voltará ao mercado externo neste ano

O Tesouro Nacional voltará a fazer emissões de títulos da dívida brasileira no mercado externo ainda neste ano após captações bem-sucedidas no primeiro semestre, disse o secretário da pasta, Rogério Ceron, ressaltando que está no radar um novo lançamento de papéis atrelados a compromissos sustentáveis.

“O Brasil está com um spread de risco muito bom”, disse em entrevista à Reuters na semana passada. “Com certeza a gente vai ser ativo no mercado externo no segundo semestre.”

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Popularidade de Lula cai abaixo do mínimo histórico para reeleição, diz UBS; cenário lembra o de Bolsonaro em 2021

Pesquisas recentes apontam que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva convive com uma crescente queda de popularidade. Segundo o agregador de pesquisas do UBS, considerando os principais institutos, a popularidade do governo caiu para cerca de 26% em junho.

A aprovação do petista está bem abaixo dos 37% observados como mínimo para governos que conseguiram se reeleger ou eleger um sucessor desde os anos 1990. A situação é semelhante à do ex-presidente Jair Bolsonaro em meados de 2021.

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Ouro fecha estável com retomada de tarifas de Trump e dólar forte

O ouro encerrou a sessão desta segunda-feira (7) em estabilidade em meio às incertezas sobre a retomada das tarifas recíprocas anunciadas pelo presidente dos EUA, Donald Trump, em abril e com a valorização do dólar.

O contrato mais líquido do ouro, com vencimento em agosto, fechou estável a US$ 3.342,80 por onça-troy na Comex, divisão de metais da New York Mercantile Exchange (Nymex), nos EUA.

Fundo imobiliário compra oito imóveis alugados à C&A e Marisa por R$ 179 milhões; saiba o impacto nas cotas

O fundo imobiliário Capitânia HBC Renda Urbana (CPUR11) assinou um compromisso para adquirir oito imóveis comerciais atualmente locados às redes varejistas Marisa (AMAR3) e C&A (CEAB3).

Segundo fato relevante divulgado ao mercado, os ativos serão comprados por R$ 179,4 milhões, com o pagamento dividido em quatro parcelas.

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UE não receberá carta dos EUA definindo tarifas mais altas, dizem fontes

A União Europeia não receberá uma carta dos Estados Unidos estabelecendo tarifas mais altas, disseram à Reuters fontes da UE familiarizadas com o assunto nesta segunda-feira.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse mais cedo que os Estados Unidos vão impor uma tarifa de 25% sobre as importações do Japão e da Coreia do Sul a partir de 1º de agosto, ao revelar as duas primeiras do que ele disse que seria uma onda de cartas aos parceiros comerciais delineando as novas taxas que eles enfrentarão.

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