Resumo: O Ibovespa (IBOV) teve mais um pregão agitado nesta terça-feira (10). O principal índice da bolsa brasileira fechou aos 136.436,07 pontos, com alta de 0,54%, e interrompeu a sequência de quatro quedas consecutivas.
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Já o dólar à vista (USBRL) encerrou as negociações a R$ 5,5704, com avanço de 0,14% ante o real.
Por aqui, o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), principal referência de inflação, desacelerou para 0,23% em maio, frente a alta de 0,43% em abril. O número veio abaixo da mediana das projeções coletadas pelo Money Times de 0,34%. Em 12 meses, a inflação acumula alta de 5,32%.
As atenções também continuaram concentradas no IOF. O ministro Fernando Haddad deve apresentar as medidas compensatórias do IOFpara o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que voltou de viagem ontem.
No exterior, o mercado seguiu em compasso de espera por novidades nas negociações entre a China e os Estados Unidos.
Confira os principais temas do Ibovespa e dos mercados nesta terça-feira (10) em tempo real:
Ao vivo
20h03
Sonda da Petrobras (PETR4) deixa Rio de Janeiro rumo ao Amapá para simulado na Foz, diz CEO
A sonda a serviço da Petrobras (PETR4) que será usada em simulado de emergência em águas ultraprofundas na Bacia da Foz do Amazonas já deixou o Rio de Janeiro rumo à costa do Amapá, afirmou nesta terça-feira a presidente da petroleira, Magda Chambriard.
Na semana passada, a executiva disse à Reuters ter a expectativa de que o simulado possa ocorrer na segunda quinzena de julho, no último passo antes que o órgão ambiental federal Ibama decida se dará uma licença para perfuração na região.
Aneel aprova recálculo de indenização a transmissoras, com redução de R$5,6 bi em custos
A diretoria da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou nesta terça-feira (10) um recálculo da indenização que vem sendo paga a transmissoras de energia no Brasil, o que implicará em redução de custos de R$5,6 bilhões, em medida que impactará principalmente controladas da Eletrobras (ELET3) e a ISA Energia Brasil (ISAE4)
A decisão encerra um debate que se estende há vários anos e envolve a Medida Provisória 579, do governo Dilma Rousseff, que determinou a renovação antecipada de uma série de contratos do setor elétrico com o objetivo de forçar uma redução das tarifas de energia.
Tanure corteja bancos após oferta surpreendente pela Braskem (BRKM5) articulada com Novonor
O empresário Nelson Tanure iniciou conversas com bancos que serão fundamentais para o sucesso de sua oferta pela Braskem (BRKM5), disse ele à Reuters, acrescentando que gostaria de fechar um acordo este ano e dar à Petrobras (PETR4) um papel ampliado nas operações da petroquímica.
Tanure é o mais recente interessado na companhia e busca resolver um impasse entre a acionista controladora da Braskem, a Novonor, credores que detêm suas ações como garantia e a Petrobras, que é ao mesmo tempo uma acionista importante e fornecedora-chave da empresa.
Vamos (VAMO3) sobe quase 6% com alívio nos DIs; confira as maiores altas do Ibovespa nesta terça-feira (10)
As ações cíclicas também ganharam fôlego no pregão, com o alívio na curva de juros futuros após o IPCA. Vamos(VAMO3) liderou a ponta positiva do Ibovespa com alta de mais de 5%.
Confira as maiores altas do Ibovespa nesta terça-feira (10):
> Vamos (VAMO3): +5,88%, a R$ 4,68
> Braskem (BRKM5): +4,67%, a R$ 10,76
> CSN (CSNA3): +4,10%, a R$ 8,64
> Petrobras ON (PETR3): +3,65%, a R$ 32,38
> PetroReconcavo (RECV3): +3,49%, a R$ 14,83
17h54
Embraer (EMBR3) recua com realização de lucros recentes; confira as maiores quedas do Ibovespa nesta terça-feira (10):
A ponta negativa foi liderada por Embraer(EMBR3). As ações da fabricante de aeronaves brasileira caíram com realização dos ganhos recentes. Apesar da queda, os papéis ainda acumulam alta de mais de 17% no ano.
Confira as maiores quedas do Ibovespa nesta terça-feira (10):
> Embraer (EMBR3): -2,43%, a R$ 65,86
> BB Seguridade (BBSE3): -2,15%, a R$ 35,50
> Caixa Seguridade (CXSE3): -2,11%, a R$ 14,40
> Usiminas (USIM5): -1,52%, a R$ 5,17
> WEG (WEGE3): -1,26%, a R$ 42,30
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17h30
Ibovespa tem leve alta com recuperação de Petrobras (PETR4) e IPCA abaixo do esperado; dólar sobe a R$ 5,57
O Ibovespa (IBOV) encerrou a sessão em alta com apoio de Petrobras (PETR3;PETR4) e a ‘surpresa’ positiva de desaceleração da inflação em maio. O tom positivo dos índices de Wall Street também ajudaram a sustentar os ganhos.
Nesta terça-feira (10), o principal índice da bolsa brasileira fechou aos 136.436,07 pontos, com alta de 0,54%, e interrompeu a sequência de quatro dias de perdas.
Varejo: Onde se posicionar no momento de incerteza econômica?
Em um cenário que mistura atividade econômica aquecida, mas taxa básica de juros (Selic) próxima de 15%, a posição em nomes de alta renda do varejo está na preferência de Rafael Furlan, portfolio manager da Norte Asset, e Alexandre Bagnoli, analista da Encore Asset.
O varejo é notoriamente sensível ao cenário macroeconômicoe, conforme o analista e o gestor, nomes de baixa renda acabam sofrendo mais devido à necessidade de crédito do público-alvo, além de fatores micro relacionados a própria operação financeira da companhia.
Syngenta projeta impacto mínimo de tarifas dos EUA para seus negócios em 2025
A empresa de agroquímicos Syngenta espera um impacto mínimo das tarifas impostas pelo presidente dos EUA, Donald Trump, sobre seus negócios em 2025, afirmou Steven Hawkins, presidente global da divisão de proteção de cultivos do grupo, nesta terça-feira.
Embora a empresa esteja expandindo e investindo em seu portfólio de produtos biológicos, estes não substituem os defensivos agrícolas sintéticos, disse Hawkins a jornalistas durante o evento One Agro da Syngenta em Campinas (SP).
Banco do Brasil (BBAS3): Itaú BBA vê ROE pior que Bradesco (BBDC4) e dividendos sob pressão
Antes queridinho dos analistas, agora parte do mercado vê riscos reais para o Banco do Brasil (BBAS3), que acumula queda de 27% desde a máxima do ano. Em 2025, o recuo soma 9%.
O Itaú BBA é uma dessas casas. A corretora já não demonstrava muito otimismo com o BB desde o ano passado.
Dólar interrompe sequência de perdas e sobe a R$ 5,57 mesmo com IPCA abaixo do esperado
O dólar interrompeu a sequência de três perdas consecutivas ante o real com o enfraquecimento das commodities. Dados de inflação no Brasil e expectativa de novidades sobre as negociações comerciais entre os Estados Unidos e a China movimentaram o câmbio.
Nesta terça-feira (10), o dólar à vista (USDBRL) encerrou as negociações a R$ 5,5704, com alta de 0,14% ante o real.
O Ibovespa fechou a terça-feira (10) em alta de 0,60%, aos 136.513,37 pontos, de acordo com dados preliminares da B3.
17h05
BofA eleva preço-alvo da Equatorial (EQTL3); o que faz os analistas acreditarem em uma alta de 23%?
O Bank of America revisou para cima o preço-alvo das ações da Equatorial(EQTL3), passando de R$ 41 para R$ 44 (potencial alta de 23%), e reiterou a recomendação de compra para os papéis.
A revisão reflete, dentre outros fatores, a atualização das premissas macroeconômicas, o impacto limitado das mudanças regulatórias recentes e o desempenho acima do esperado nos resultados trimestrais.
>> Dólar à vista fecha a R$ 5,5704, com alta de 0,14%
16h46
Moody’s alerta para cautela na concessão de crédito em 2025 diante de juros altos e endividamento elevado
O crescimento da concessão de crédito privado tem exigido das instituições financeiras uma postura mais seletiva e cautelosa. O alerta foi feito por Leticia Bubenick, analista de crédito da Moody’s, durante o Inside LatAm Brasil 2025, evento realizado nesta terça-feira (10), em São Paulo.
“Para este ano de 2025, o aviso é que tenham seletividade e cautela”, afirmou a especialista, destacando que o cenário continua desafiador diante do alto nível de endividamento das famílias combinado com taxas de juros ainda elevadas.
>> Bolsonaro diz que reuniões com militares foram ‘desabafos’, não conspiração.
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16h23
Brasil tem posição privilegiada entre emergentes para atrair investimentos, diz Moody’s
A vice-presidente e analista sênior da Moody’se responsável pela classificação de risco soberano do Brasil, Samar Maziad, afirmou nesta terça-feira (10), durante evento em São Paulo, que o perfil de crédito do país é sustentado por quatro pilares:
Força econômica;
Força das instituições e da governança;
Força fiscal;
Suscetibilidade a riscos de eventos.
Segundo Maziad, o Brasil mantém uma vulnerabilidade externa limitada, o que o coloca em posição favorável no cenário internacional.
>> ‘Em nenhum momento alguém me ameaçou’, diz Bolsonaro sobre suposta voz de prisão de general durante reunião.
16h06
>> ‘Foi grampeada”, afirma Bolsonaro sobre reunião em que teria ofendido autoridades.
16h02
BofA corta preço-alvo de Energisa (ENGI11) para R$ 62
Na revisão do setor elétrico, o Bank of America (BofA) cortou o preço-alvo para as ações da Energisa (ENGI11) de R$ 65 para R$ 62. O papel encerrou a sessão anterior a R$ 46,50.
Segundo o analista Gustavo Faria, o recente aumento da taxa de juros mais do que compensou as estimativas mais altas de Ebitda impulsionadas por resultados positivos recentes, o que levou a revisão para baixo do preço-alvo.
“Vemos a Energisa como um dos nomes de maior qualidade para capitalizar nossa visão construtiva do setor de distribuição. Estimamos uma TIR real atrativa de 12,6% e nos beneficiamos de um posicionamento relativamente mais baixo em relação a concorrentes mais concorridos”, diz o relatório.
O banco manteve recomendação de compra.
15h56
BofA eleva preço-alvo para R$ 44 e mantém recomendação de compra
O Bank of America (BofA) elevou o preço-alvo de R$ 41 para R$ 44 — o que representa um potencial de 22,8% sobre o preço de fechamento anterior. O banco manteve recomendação de compra.
Para o analista Gustavo Faria, a Equatorial permanece bem posicionada para entregar ROEs (retorno sobre o patrimônio0 sustentáveis acima do seu custo de capital próprio, o que deve continuar a impulsionar a criação de valor a longo prazo.
“Além do sólido desempenho de seu negócio principal de distribuição, também vemos potencial positivo no potencial crescimento inorgânico, apoiado pela rápida desalavancagem, possibilitada pelas recentes vendas de ativos”, disse Faria em relatório.
No Money Times, investidores, analistas, gestores e entusiastas do ambiente econômico brasileiro usufruem de textos objetivos e de qualidade que vão ao centro da informação, análise e debate. Buscamos levantar e antecipar discussões importantes para o investidor e dar respostas às questões do momento. Isso faz toda a diferença.
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