Tempo Real

Tempo real: Ibovespa tem 2ª queda consecutiva com tarifas de Trump; dólar cai a R$ 5,81

11 mar 2025, 6:43 - atualizado em 11 mar 2025, 17:25
ações
Acompanhe o Ibovespa e os mercados em Tempo Real. (Imagem: REUTERS/Amanda Perobelli)

Resumo: O Ibovespa (IBOV) estendeu as perdas da sessão anterior, mais uma vez, pressionado pelas movimentações do exterior.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Nesta terça-feira (11), o principal índice da bolsa brasileira fechou com queda de 0,81%, aos 123.507,35 pontos. 

Já o dólar à vista (USBRL) encerrou as negociações a R$ 5,8117, com queda de 0,69%.

No cenário doméstico, o mercado repercutiu dados da indústria. A produção industrial ficou estável em janeiro na comparação com o mês anterior, ante a expectativa de crescimento de 0,5% no mês. Agora, há a expectativa pela divulgação do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que deve ser divulgado nesta quarta-feira (12).

No exterior, o vaivém das tarifas de importação anunciadas pelo presidente dos EUA, Donald Trump, concentraram as atenções. Pela manhã, Trump anunciou uma tarifa adicional para aço e alumínio do Canadá, elevando a alíquota para 50%. Mas, no final da tarde, o chefe da Casa Branca disse que pode recuar da decisão.

As políticas tarifárias dividiram as atenções com as negociações de cessar-fogo entre Ucrânia e Rússia

Confira os principais temas do Ibovespa e dos mercados nesta terça-feira (11) em tempo real:

Ao vivo
Americanas (AMER3) inicia procedimento arbitral para responsabilizar ex-executivos em caso de fraude

A Americanas (AMER3) informou nesta terça-feira (11) que iniciou procedimento arbitral visando responsabilizar ex-executivos da companhia por danos materiais e imateriais gerados no âmbito da fraude contábil bilionária revelada no início de 2023.

Em comunicado ao mercado, a empresa cita os ex-executivos da Americanas Miguel Gutierrez, Anna Saicali, José Timótheo de Barros e Márcio Cruz Meirelles.

Leia mais.

Tarifas ampliadas de Trump sobre metais atingirão de ferraduras a lâminas de escavadeiras

As tarifas mais pesadas do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sobre o aço e o alumínio, que entrarão em vigor na quarta-feira, atingirão quase US$150 bilhões em produtos feitos com esses metais, desde porcas e parafusos até lâminas de escavadeiras, ameaçando aumentar os custos tanto para o setor quanto para os consumidores.

As novas tarifas sobre os metais foram definidas em um valor efetivo de 25%, uma vez que as isenções, exclusões e cotas anteriores expirarão no primeiro minuto de quarta-feira (horário local de Washington), com centenas de produtos sujeitos a tarifas pela primeira vez.

Leia mais.

Trump diz a CEOs que tarifas podem passar de 25%

O presidente dos EUA, Donald Trump, disse a CEOs de grandes empresas nesta terça-feira que as novas tarifas podem ser mais altas do que 25%.

“As tarifas estão tendo um impacto tremendamente positivo”, disse Trump em evento da Business Roundtable, ignorando a reação do mercado de ações. Ele disse que as tarifas podem ficar acima de 25%. “Quanto mais altas forem, mais provável será que eles construam” nos Estados Unidos.

Leia mais.

Cury (CURY3): Lançamentos até início de março disparam quase 50% sobre um ano antes

A Cury (CURY3) lançou empreendimentos que somam quase R$ 3 bilhões neste início de ano, informou a construtora no balanço do quarto trimestre divulgado nesta terça-feira, reflexo de estratégia para concentrar lançamentos no primeiro semestre.

A companhia lançou “até esta data” 14 empreendimentos em São Paulo e no Rio de Janeiro, áreas de atuação da construtora, somando um valor geral (VGV) de R$ 2,8 bilhões, afirmou a empresa no resultado.

Leia mais.

Em queda, Nubank (NU) pode voltar a disparar, vê Goldman; veja potencial

O Nubank (NU) devolveu todo o ganho do ano em apenas um dia após a divulgação de resultados mais fracos. A ação, que chegou a subir 30% no ano, precificava um crescimento maior do roxinho, o que não aconteceu.

Apesar disso, a fintech continua com um desempenho invejável se compararmos com a mínima em 2022. De lá para cá, o papel dobrou de preço, com alta superior de 200%.

Leia mais.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Vulcabras (VULC3) pagará R$ 101,5 milhões em dividendos

A Vulcabras (VULC3) anunciou nesta terça-feira (11) o pagamento de R$ 101,5 milhões em dividendos intercalares. O valor será distribuído com base nos lucros acumulados até 31 de dezembro de 2024.

Os investidores que tiverem ações da companhia nas datas de corte receberão R$ 0,125 por ação, seguindo este calendário:

Leia mais.

Marcopolo (POMO4) cai 4%; confira as maiores quedas do Ibovespa nesta terça-feira (11)

Marcopolo liderou as perdas do Ibovespa, mas Rede D’Or (RDOR3) foi quem concentrou as atenções.

Embora a Rede D’or tenha apresentado crescimento no lucro líquido entre setembro e dezembro, a companhia reportou resultados mistos, na avaliação dos analistas.

O principal destaque negativo foi a tendência operacional do segmento hospital mais fraca do que o esperado, com a abertura de leitos abaixo do guidance e das projeções do mercado. 

Confira as maiores quedas do Ibovespa nesta terça-feira (11):

> Marcopolo (POMO4): -4,32%, a R$ 6,65

> Grupo Pão de Açúcar (PCAR3): -3,66%, a R$ 2,37

> CSN Mineração (CMIN3): -3,13%, a R$ 5,27

> Marfrig (MRFG3): -3,12%, a R$ 14,57

> Auren (AURE3): -3,09%, a R$ 7,52

 

LWSA (LWSA3) sobe quase 5%; confira as maiores altas do Ibovespa nesta terça-feira (11)

As ações da LWSA, antiga Locaweb, lideraram os ganhos do Ibovespa em dia de recuperação das ações cíclicas, em meio ao alívio na curva de juros.

Confira as maiores altas do Ibovespa nesta terça-feira (11):

> LWSA (LWSA3): +4,55%, a R$ 2,76

> Automob (AMOB3): +4,00%, a R$ 0,26

> Vivara (VIVA3): +3,16%, a R$ 18,28

> CPFL (CPFE3): +2,42%, a R$ 38,92

> CVC (CVCB3): +1,65%, a R$ 1,85

Ibovespa fica no vermelho com Petrobras (PETR4) e Wall Street; dólar volta a cair e fecha a R$ 5,81 com tarifas de Trump

O Ibovespa (IBOV) estendeu as perdas da sessão anterior, mais uma vez, pressionado pelas movimentações do exterior, mesmo o alívio do temor de recessão da maior economia do mundo. As tarifas de importação impostas pelos Estados Unidos dividiram as atenções com as negociações de cessar-fogo entre Ucrânia e Rússia e a estagnação da indústria brasileira.

Nesta terça-feira (11), o principal índice da bolsa brasileira fechou com queda de 0,81%, aos 123.507,35 pontos. 

Leia mais.

Fechamento do Ibovespa (preliminar)

O Ibovespa encerrou as negociações nesta terça-feira (11) com queda de 0,81%, aos 123.507,35 pontos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Bolsas de NY com incertezas sobre as tarifas de Trump sobre o Canadá

Nos Estados Unidos, os investidores reduziram o temor sobre uma recessão econômica e reagiram ao anúncio de novas tarifas contra o Canadá.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou uma tarifa adicional de 25% sobre o aço e o alumínio canadense — elevando a alíquota para 50%.

Após o anúncio, Ontário, província do Canadá, suspendeu a sobretaxa de 25% sobre a eletricidade para os EUA de forma temporária.

Já no final da tarde, Trump disse que pode recuar da decisão caso o Canadá se torne o 51º Estado norte-americano. Ele também disse que não vem nenhuma recessão nos EUA e que a economia norte-americana “vai crescer muito”.

Na reta final do pregão, os índices de Nova York chegaram a testar alta com o anúncio de que a Ucrânia aceitou o acordo, mediado pelos EUA, de cessar-fogo temporário por 30 dias. O acordo de paz ainda carece da aprovação da Rússia.

O mercado ainda ficou em compasso pelo índice de preços ao consumidor (CPI, na sigla em inglês) de fevereiro. O dado será divulgado amanhã (12). Embora o CPI não seja a referência preferida do Federal Reserve (Fed) para inflação, o dado ajuda o mercado a calibrar as apostas sobre a trajetória de juros do país.

Confira o fechamento dos índices de Nova York: 

  • Dow Jones: -1,14%, aos 41.433,48 pontos;
  • S&P 500: -0,75%, aos 5.572,07 pontos;
  • Nasdaq: -0,18%, aos 17.436,10 pontos.
Dólar perde força com tarifas de Trump e alívio de temor de recessão; moeda cai a R$ 5,81

O dólar à vista (USDBRL) devolveu parte dos ganhos das sessões anteriores, enfraquecido pelo anúncio de novas tarifas de importação pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, aos produtos canadenses. Dados da indústria brasileira também movimentaram o câmbio.

Nesta terça-feira (11), a divisa norte-americana encerrou as negociações a R$ 5,8117, com queda de 0,69%.

Leia mais.

>> Dólar à vista fecha a R$ 5,8117, com queda de 0,69%
B3 vai negociar ETFs de infraestrutura com distribuição de proventos

A B3 anunciou nesta terça-feira (11) a listagem de ETFs de infraestrutura com distribuição de proventos, iniciativa que busca ampliar possibilidade de diversificação de carteira.

Segundo a operadora da bolsa brasileira, a distribuição de proventos ocorrerá, no mínimo, mensalmente, seguindo a periodicidade e a política estabelecida no regulamento do fundo.

Leia mais.

Não adianta Trump gritar porque não tenho medo de cara feia, diz Lula

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse nesta terça-feira (11) que não adianta seu homólogo dos Estados Unidos, Donald Trump, “ficar gritando” porque isso não o assusta e pediu respeito.

“Nós não queremos o Brasil para nós, nós queremos o Brasil para vocês”, disse Lula ao público presente em evento da montadora Stellantis, em Betim (MG).

Leia mais.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Eletrobras (ELET3) é a elétrica preferida entre 22 analistas para investir em março; veja por quê

A Eletrobras (ELET3) é a elétrica preferida entre analistas para se posicionar no setor no mês de março, mostra levantamento do Money Times que mapeou 22 carteiras recomendadas de bancos e corretoras.

A gigante do setor elétrico é a mais indicada com nove recomendações para este mês. Analistas enxergam nela um nome de qualidade que vem endereçando as questões que afetavam o valuation. 

Leia mais.

Petróleo fecha em alta com tarifas de Trump e cessar-fogo na Ucrânia

O petróleo encerrou a sessão em alta, recuperando parte das perdas da véspera, com o dólar mais enfraquecido após anúncio de novas tarifas de importação dos EUA sobre produtos canadenses. A Ucrânia aceitou uma proposta dos EUA para cessar-fogo imediato de 30 dias; o acordo ainda precisa ser aceita pela Rússia.

O contrato mais líquido do petróleo Brent, referência para o mercado internacional, para maio, encerrou com alta de 0,40%, a US$ 69,56 o barril na Intercontinental Exchange (ICE), em Londres.

Já o West Texas Intermediate (WTI), referência para o mercado norte-americano, para abril, subiu 0,33%, a US$ 66,25 o barril na New York Mercantile Exchange (Nymex).

Bolsas de Nova York reduzem perdas e miram alta

As bolsas de Nova York reduzem as perdas, com os índices S&P 500 e Nasdaq firmando alta em recuperação das ações de tecnologia.

> Dow Jones: -0,56%, aos 41.677,22 pontos

> S&P 500: +0,05%, aos 5.616,83 pontos

> Nasdaq: +0,82%, aos 17.616,93 pontos

Mais cedo, os índices caíram mais de 1% após o presidente dos EUA, Donald Trump, anunciar tarifa adicional de 25% sobre aço e alumínio do Canadá.

 

Fim da guerra? Ucrânia concorda em aceitar cessar-fogo imediato de 30 dias; Rússia ainda precisa aceitar

A Ucrânia concordou em aceitar uma proposta dos Estados Unidos para um cessar-fogo imediato de 30 dias do conflito no país e em tomar medidas para restaurar uma paz duradoura após a invasão da Rússia, de acordo com uma declaração conjunta dos EUA e da Ucrânia nesta terça-feira (11).

O secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, disse que levará a proposta para a Rússia e que a bola agora está do lado russo.

Leia mais.

Ucrânia aceita proposta dos Estados Unidos para cessar-fogo de 30 dias

A Ucrânia concordou em aceitar uma proposta dos Estados Unidos para um cessar-fogo imediato de 30 dias do conflito no país e em tomar medidas para restaurar uma paz duradoura após a invasão da Rússia, de acordo com uma declaração conjunta dos EUA e da Ucrânia nesta terça-feira.

Os dois lados, reunidos na Arábia Saudita, também concordaram em concluir o mais rápido possível um acordo para o desenvolvimento de recursos minerais essenciais da Ucrânia, segundo o comunicado.

*Com informações da Reuters

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Compartilhar

WhatsAppTwitterLinkedinFacebookTelegram
No Money Times, investidores, analistas, gestores e entusiastas do ambiente econômico brasileiro usufruem de textos objetivos e de qualidade que vão ao centro da informação, análise e debate. Buscamos levantar e antecipar discussões importantes para o investidor e dar respostas às questões do momento. Isso faz toda a diferença.
Twitter Facebook Linkedin Instagram YouTube Site
No Money Times, investidores, analistas, gestores e entusiastas do ambiente econômico brasileiro usufruem de textos objetivos e de qualidade que vão ao centro da informação, análise e debate. Buscamos levantar e antecipar discussões importantes para o investidor e dar respostas às questões do momento. Isso faz toda a diferença.
Twitter Facebook Linkedin Instagram YouTube Site

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies.

Fechar