Resumo: O Ibovespa (IBOV) repercutiu a medida provisória, divulgada na noite de ontem (11), de compensação a parte do recuo do governo no aumento do IOF e a possível derrubada pelo Congresso Nacional.
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Nesta quinta-feira (12), o principal índice da bolsa brasileira fechou aos 137.799,74 pontos, com alta de 0,49%.
Já o dólar à vista (USBRL) encerrou as negociações a R$ 5,5426, com alta de 0,09% ante o real.
Por aqui, os investidores ainda reagiram a novos dados. As vendas no varejo brasileiro tiveram queda de 0,4% em abril na comparação mensal, com desaceleração menor do que a esperada. A expectativa da Reuters era de recuo de 0,8%.
No exterior, o Índice de Preços do Produtor (PPI) nos Estados Unidos concentrou as atenções após o CPI, divulgado na véspera, ficar abaixo do esperado para o mês. As negociações comerciais da Casa Branca com países parceiros e um acidente aéreo na Índia envolvendo um avião da Boeing também ficam no radar.
Confira os principais temas do Ibovespa e dos mercados nesta quinta-feira (12) em tempo real:
Ao vivo
22h36
Israel ataca Irã em meio a tensões nucleares; petróleo salta até 11% e futuros de Wall Street desabam
Israel disse na madrugada de sexta-feira (ainda quinta-feira em Brasília) que atacou o Irã, e a mídia iraniana disse que explosões foram ouvidas em Teerã, à medida que aumentam as tensões sobre os esforços dos EUA para obter um acordo com o Irã para interromper a produção de material para uma bomba atômica.
Israel disse que estava declarando estado de emergência em antecipação a um ataque de mísseis e drones por Teerã.
B3 (B3SA3): Volume financeiro cresce 9,7% em maio; saiba mais
A B3 (B3SA3) registrou em maio um volume financeiro médio diário de R$ 27,1 bilhões, alta de 9,7% na comparação com o mesmo mês de 2024. Já na comparação com abril deste ano, houve retração de 5,8% no total negociado.
O maior volume veio do mercado à vista, com média diária de R$ 26,1 bilhões, o que representa uma alta anual de 9,5% e uma queda mensal de 5,4%. O giro de mercado atingiu 144,4%, acima dos 134,3% registrados em maio do ano passado, mas abaixo dos 159,4% observados em abril.
Selic a 18%? Juros ainda não estão em um nível extraordinário, diz Fabio Kanczuk
A Selic, finalmente, está em um patamar restritivo, mas ainda não está em um nível extraordinário, diz o diretor de macroeconomia do ASA e ex-diretor de política econômica do Banco Central (2019 a 2021), Fabio Kanczuk.
O economista afirma, em entrevista ao Money Times, que, com um juro real de cerca de 9%, a taxa básica de juros de 14,75% ao ano deve começar a fazer efeito na atividade. No entanto, o patamar atual ainda não é suficiente para levar a inflação para a meta de 3%.
Casas Bahia (BHIA3) avança em plano de reestruturação de capital
A Casas Bahia (BHIA3) informou nesta quinta-feira (12) que seu Conselho de Administração aprovou, por unanimidade, novas etapas para a implementação do Plano de Transformação da Estrutura de Capital, divulgado em 5 de junho de 2025.
Entre as medidas aprovadas está a antecipação da janela de conversão das debêntures da 2ª série da 10ª emissão, permitindo que os investidores possam convertê-las em ações já a partir de junho de 2025. Também foi aprovada a postergação do pagamento de juros das debêntures da 1ª série, com a nova data definida para novembro de 2027.
Telefônica Brasil (VIVT3) aprova pagamento de R$ 200 milhões em JCP; veja quem tem direito
A Telefônica Brasil (VIVT3), controladora da Vivo, comunicou ao mercado nesta quinta-feira (12) a aprovação do pagamento de R$ 200 milhões em juros sobre capital próprio (JCP). De acordo com documento divulgado, o valor bruto por ação será de R$ 0,061726803271, o equivalente a R$ 0,052467782781 líquidos, já descontado o imposto de renda na fonte.
LEIA MAIS: Itaú BBA, BB Investimentos, Safra, BTG Pactual e outros bancos selecionaram os ativos mais promissores para ter em carteira – veja quais são
Para ter direito aos proventos, os acionistas precisam manter posição na companhia até o final do pregão de 23 de junho de 2025. A partir do dia seguinte, as ações passam a ser negociadas na forma “ex-JCP”, ou seja, sem direito ao pagamento.
MRV (MRVE3) cai 4% com realização de lucros e tributação de títulos do setor; confira as maiores quedas do Ibovespa nesta quinta-feira (12)
A ponta negativa foi liderada por MRV(MRVE3). As ações da construtora caíram com as discussões sobre a taxação de títulos públicos do setor imobiliário como LCI e CRI, além de um movimento de realização de lucros recentes. Apesar da queda, os papéis ainda acumulam alta de mais de 11% no ano.
Confira as maiores quedas do Ibovespa nesta quinta-feira (12):
> MRV (MRVE3): -4,68%, a R$ 5,90
> BRF (BRFS3): -3,14%, a R$ 10,69
> Yduqs (YDUQ3): -3,06%, a R$ 16,77
> Cogna (COGN3): -2,70%, a R$ 2,88
> CSN (CSNA3): -2,24%, a R$ 8,29
18h05
Embraer (EMBR3) sobe mais de 4% com novo guidance; confira as maiores altas do Ibovespa nesta quinta-feira (12)
A ponta positiva do Ibovespa foi liderada por Embraer(EMBR3). Além de acompanhar a valorização do dólar ante o real, as ações reagiram às estimativas de demanda global da companhia.
Confira as maiores altas do Ibovespa nesta quinta-feira (12):
> Embraer (EMBR3): +4,29%, a R$ 68,86
> Marcopolo (POMO4): +2,84%, a R$ 7,61
> Petrobras ON (PETR3): +2,76%, a R$ 34,25
> BTG Pactual (BPAC11): +2,56%, a R$ 41,21
> Hypera (HYPE3): +2,53%, a R$ 27,53
17h59
Copasa (CSMG3) pagará juros sobre o capital próprio; veja valores
A Copasa (CSMG3) aprovou R$ 164 milhões em juros sobre o capital próprio, mostra documento enviado ao mercado nesta quinta.
Segundo o documento, o valor por ação será de R$ 0,43, sendo que o pagamento da remuneração aos acionistas deverá ocorrer em até 60 dias, a contar da data desta declaração.
Mapa Capital assume dívida de R$ 1,6 bi da Casas Bahia (BHIA3), diz fonte
A gestora de participações Mapa Capital acertou acordo para adquirir as debêntures de segunda série da décima emissão da Casas Bahia (BHIA3), uma dívida de cerca de R$1,6 bilhão, conversível em ações, que vinha sendo negociada pela rede de varejo junto ao Bradesco (BBDC4) e ao Banco do Brasil(BBAS3), disse uma fonte com conhecimento do assunto nesta quinta-feira (12).
“O acordo envolve apenas as debêntures da segunda série”, afirmou a fonte, citando o acordo acertado pela Mapa com os bancos.
Setor de seguros entrará em campo para tentar derrubar taxação de planos VGBL no Congresso
O setor de seguros reagiu mal a taxação de IOF sobre os planos de previdência privada como VGBL e segundo o presidente da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg), Dyogo Oliveira, vai tentar reverter a medida junto ao Congresso Nacional.
O governo publicou na noite de quarta-feira, em edição extra do Diário Oficial da União, decreto que alterou parte dos aumentos do IOF anunciados no fim de maio e uma medida provisória que institui a tributação sobre ganhos com títulos atualmente isentos, altera o imposto de outras aplicações financeiras e prevê algumas medidas de contenção de despesas.
Ibovespa sobe pela 3ª sessão consecutiva com Petrobras (PETR4); dólar tem leve alta a R$ 5,54
O Ibovespa (IBOV) encerrou o dia em alta pela terceira sessão consecutiva e, mais uma vez, com apoio de Petrobras (PETR3;PETR4). O índice também foi impulsionado pela recuperação de Wall Street.
Nesta quinta-feira (12), o principal índice da bolsa brasileira fechou aos 137.799,74 pontos, com alta de 0,49%.
Gol (GOLL54) estreia novo ticker com disparada de 406%; o que mudou?
A Goldeu início nesta quinta-feira (12) a uma mudança significativa na negociação de suas ações. Em decorrência do aumento de capital de cerca de R$ 12 bilhões, as ações conhecidas pelo mercado por GOLL3 e GOLL4 passaram a ocorrer com os tickers GOLL53 (ordinárias) e GOLL54 (preferenciais).
O aumento de capital se deu por meio da emissão de 8,1 trilhões de ações ordinárias e 968,8 bilhões de ações preferenciais, com preço de emissão definido em R$ 0,00029 por ação ordinária e R$ 0,01 por ação preferencial. Tudo isso parte do processo de saída do Chapter 11.
Dólar tem leve alta com medidas fiscais no radar e fecha a R$ 5,54
Em uma semana de vaivém, o dólar ganhou força com as medidas de compensação ao aumento do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) no centro das atenções. As tensões geopolíticas e as ameaças tarifárias do presidente dos Estados Unidos também movimentaram o câmbio.
Nesta quinta-feira (12), o dólar à vista (USDBRL) encerrou as negociações a R$ 5,5426, com alta de 0,09% ante o real.
O Ibovespa fechou a quinta-feira (12) em alta de 0,51%, aos 137.832,94 pontos, de acordo com dados preliminares da B3.
17h07
Petrobras (PETR3; PETR4) sobe mais de 2% na Bolsa após declaração de Haddad
A Petrobras(PETR3; PETR4) avança pelo terceiro dia seguido na bolsa. No pregão desta quinta-feira (12), as ações ordinárias e preferenciais subiram 2,76%, a R$ 34,25, e 2,25%, a R$ 31,75, respectivamente.
A disparada nos papéis ajudam a sustentar o Ibovespa(IBOV) durante o dia, com a companhia figurando entre as principais ações negociadas.
>> Dólar à vista fecha a R$ 5,5426, com alta de 0,09%
16h46
Medidas para compensar IOF são ‘remendo’ para salvar cumprimento do arcabouço, mas mostram reação do governo
As medidas anunciadas pelo Ministério da Fazenda para compensar a recalibragem do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) são um “remendo” para salvar o cumprimento do arcabouço fiscal em 2025, diz o sócio da WMS Capital, Marcos Moreira.
Segundo ele, trata-se de uma medida “curto prazista”, uma vez que não resolve o problema estrutural do fiscal brasileiro.
Embraer (EMBR3): Itaú BBA vê 2 gatilhos que tornam a fabricante atraente no curto prazo
O Itaú BBAatualizou as estimativas para a Embraer(EMBR3), tendo em vista dois gatilhos tangíveis para o curto prazo: o Paris Airshow na próxima semana e o teste de voo EVE no segundo semestre deste ano. A casa reitera a recomendação de compra, com um preço-alvo de US$ 62 para ERJ — código de negociação da ação na Bolsa de Nova York (Nyse).
Após uma correção de cerca de 15% desde as máximas atingidas pela ação em março, agora ela oferece uma relação-risco/retorno bem equilibrada, na visão da equipe de analistas liderada por Daniel Gasparete.
No Money Times, investidores, analistas, gestores e entusiastas do ambiente econômico brasileiro usufruem de textos objetivos e de qualidade que vão ao centro da informação, análise e debate. Buscamos levantar e antecipar discussões importantes para o investidor e dar respostas às questões do momento. Isso faz toda a diferença.
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