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Tempo real: Ibovespa avança e sustenta os 160 mil pontos, na contramão de Wall Street; dólar ganha força e fecha a R$ 5,41

12 dez 2025, 6:30 - atualizado em 12 dez 2025, 18:29
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Acompanhe o Ibovespa e os mercados em Tempo Real. (Imagem: REUTERS/Amanda Perobelli)

Resumo: O Ibovespa (IBOV) encerra a semana marcada por decisões de política monetária em tom positivo.

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Nesta sexta-feira (12), o principal índice da bolsa brasileira terminou as negociações com  alta de 0,99%, aos 160.766,37 pontos. Na semana, o saldo foi positivo em 2,15%. 

Já o dólar à vista (USBRL) encerrou as negociações a R$ 5,4108, com alta de 0,12%Na semana, a moeda norte-americana acumulou desvalorização de 0,39% ante o real.

Por aqui, os investidores repercutem novos dados. Entre eles, o volume do setor de serviços cresceu 0,3% em outubro em relação a setembro e teve alta de 2,2% na comparação com o mesmo mês do ano anterior, em linha com o esperado.

Durante a tarde, os Estados Unidos retiraram o ministro do STF, Alexandre de Moraes, e esposa da lista de sanções da Lei Magnitsky.

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No exterior, as atenções seguiram concentradas no setor de tecnologia em Wall Street, com a retomada do temor de uma ‘bolha de IA’.

Confira os principais temas do Ibovespa e dos mercados em tempo real:

Ao vivo
B3 (B3SA3) aprova recompra de ações, autoriza equity swap e divulga projeções para 2026

A B3 (B3SA3) informou nesta sexta-feira (12) que seu Conselho de Administração aprovou um novo programa de recompra de ações e autorizou a celebração de contratos de derivativos do tipo equity swap. A companhia também divulgou suas projeções financeiras para 2025 e 2026.

O programa de recompra prevê a aquisição de até 230 milhões de ações ordinárias, com o objetivo de administrar a estrutura de capital e retornar recursos aos acionistas. Atualmente, a B3 possui cerca de 5,05 bilhões de ações em circulação e aproximadamente 205,8 milhões de papéis em tesouraria.

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Engie (EGIE3) anuncia distribuição de JCP de R$ 100 milhões para acionistas

A Engie Brasil (EGIE3) anunciou na noite desta sexta-feira (12) a distribuição de R$ 100 milhões para os seus acionistas sobre o formato de juros sobre capital próprio (JCP).

O valor bruto corresponderá a aR$ 0,087 por ação. O crédito dos juros sobre o capital próprio, nos registros contábeis da companhia, ocorrerá no dia 31 de dezembro de 2025, sendo que o pagamento será realizado posteriomente, em data a ser definida pela diretoria executiva.

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Rede D’or (RDOR3) pagará R$ 8,1 bilhões em JCP, dividendos intermediários e intercalares

A Rede D’or São Luiz (RDOR3) informou nesta sexta-feira (12) que pagará R$ 8,12 bilhões em proventos aos seus acionistas. O valor inclui Juros sobre Capital Próprio (JCP), dividendos intermediários e dividendos intercalares, com base em diferentes períodos de apuração.

A companhia pagará R$ 400 milhões em JCP, o equivalente a R$ 0,18 por ação. O pagamento será feito em 30 de dezembro de 2025, com direito assegurado aos acionistas posicionados em 18 de dezembro. A partir do dia 19, as ações passam a ser negociadas ex-JCP.

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Ibovespa futuro sobe 0,89% e pode engatar tendência de alta; Dólar futuro fica estável

O Ibovespa futuro para dezembro de 2025 (WINZ25), ou mini-índice, fechou em alta de 0,89% nesta sexta-feira (12), aos 160.980 pontos.

Mais cedo, a análise técnica do BTG Pactual havia apontado que, se o Ibovespa futuro tivesse um rompimento firme acima dos níveis de 159.300 e, posteriormente, de 159.560 pontos, a recuperação ganharia tendência.

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Soja atinge mínima em 6 semanas em Chicago com a proximidade da colheita no Brasil

Os contratos futuros da soja da bolsa de Chicago caíram ao menor valor em seis semanas nesta sexta-feira, com as preocupações sobre a desaceleração da demanda de exportação para os suprimentos dos EUA e a iminente colheita de uma grande safra brasileira estimulando uma rodada de liquidação de comprados, segundo analistas.

Os futuros do milho e do trigo seguiram o tom fraco, pressionados pelo aumento da oferta global de grãos.

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Ibovespa ignora recuo de Wall Street e sobe 1% com bancos; dólar avança a R$ 5,41

O Ibovespa (IBOV) encerrou a sessão e a semana em tom positivo com apoio dos pesos-pesados.

Nesta sexta-feira (12), o principal índice da bolsa brasileira terminou as negociações com  alta de 0,99%, aos 160.766,37 pontos. Na semana, o saldo foi positivo em 2,15%. 

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Fechamento do Ibovespa (preliminar)

O Ibovespa fechou a sexta-feira (12) em alta de 0,83%, aos 160.597,91 pontos, de acordo com dados preliminares da B3.

Flávio Day: A percepção e o que realmente conta para os gringos

Os gringos parecem não ter se preocupado tanto com o ‘Flávio Day’, dia em que o ex-presidente Jair Bolsonaro anunciou o seu filho, Flávio Bolsonaro, como o candidato e a bolsa despencou 4%.

A percepção foi compartilhada em relatório do BTG Pactual. Analistas Eduardo Rosman, Ricardo Buchpiguel, Thiago Paura e Bruno Henriques estiveram reunidos com investidores internacionais para entender o sentimento deles com relação ao país.

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Fitch revisa de negativa para estável perspectiva de rating BB+ de Bradesco (BBDC4)

A Fitch Ratings reafirmou os ratings de inadimplência do emissor (IDRs) de longo e curto prazo em moeda local e estrangeira do Bradesco (BBDC4) em BB+ e B, respectivamente. A perspectiva dos IDRs, porém, foi revisada de negativa para estável.

A agência também reafirmou a classificação de viabilidade (VR) do Bradesco em bb+, o rating de suporte governamental (GSR) em bb- e o rating nacional de longo prazo em AAA(bra) com perspectiva estável e o rating nacional de curto prazo em F1+(bra).

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Dólar avança a R$ 5,41, mas acumula leve queda em semana marcada por política monetária

A deterioração no sentimento de risco nos Estados Unidos fortaleceu o dólar ante moedas emergentes e fortes. 

Nesta sexta-feira (12), o dólar à vista (USDBRL) encerrou a sessão a R$ 5,4108, com alta de 0,12%. 

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>> Dólar à vista fecha a R$ 5,4108, com alta de 0,12%
Petrobras (PETR4) eleva em 30% consumo de óleo vegetal em 2025 para coprocessamento em refinarias

A Petrobras (PETR4) vai elevar em 30% o seu consumo de óleo vegetal neste ano ante 2024, diante do avanço de sua estratégia de investimento em combustíveis coprocessados com conteúdo renovável, informou a companhia à Reuters nesta sexta-feira, após ser consultada.

Para 2026, ainda não há uma demanda projetada de óleo vegetal, mas a “expectativa é que esses volumes aumentem bastante e se tornem mais regulares”, com a entrada dos mandatos para redução de emissões no transporte aéreo em 2027, observou a empresa.

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Riachuelo (GUAR3): Com alta de 90% no ano, ainda vale a pena entrar na varejista? O que dizem 5 analistas

Com avanços em seu processo transformacional; foco na integração da fábrica, varejo e financeira; e reformulação da marca, a Guararapes (GUAR3), dona da Riachuelo, acumula alta na bolsa da ordem de 90% em 2025 até esta sexta-feira (12). Na véspera, a varejista de moda realizou seu primeiro Investor Day, e o consenso entre analistas continua positivo.

Durante o evento, a companhia reforçou o horizonte de 150 a 200 novas aberturas e reformas de lojas, com receita potencial estimada entre R$ 2 bilhões e R$ 3 bilhões.

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Lei Magnitsky: A reação dos bancos na bolsa ao fim das restrições a Alexandre de Moraes

Os bancos reagiram de maneira positiva na bolsa ao fim das restrições da Lei Magnitsky contra o ministro Alexandre de Moraes e sua esposa.

Por volta das 15h40, as ações do Banco do Brasil (BBAS3), um dos mais atingidos pelo temor de sansões do governo americano, subiam 1,58%, a R$ 21,91.

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Ouro fecha em alta e encerram semana em tom positivo com Fed no radar

O ouro encerrou a sessão desta sexta-feira (12) em alta, com a deterioração do sentimento de risco em Wal Street por temores de uma ‘bolha’ de inteligência artificial (IA) e incertezas sobre a trajetória dos juros nos Estados Unidos.

Nesta semana, o Federal Reserve (Fed) reduziu os juros em 0,25 ponto percentual, para a faixa de 3,50% a 3,75% ao ano, e apontou apenas um corte nos juros ao longo de 2026.

Hoje, o contrato mais líquido do ouro, com vencimento em fevereiro, fechou com alta de 0,35%, a US$ 4.328,30 por onça-troy na Comex, divisão de metais da New York Mercantile Exchange (Nymex), nos EUA.

Na semana, o metal precioso acumulou valorização de 2,01%.

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Nervosismo em relação à IA derruba índice europeu Stoxx 600

As ações europeias devolveram ganhos iniciais e terminaram em baixa nesta sexta-feira, influenciadas por Wall Street devido a preocupações renovadas sobre uma possível bolha de IA, apagando o avanço anterior da semana com o otimismo sobre o corte da taxa de juros pelo Federal Reserve.

O índice pan-europeu Stoxx 600 fechou em baixa de 0,53%, um dia depois de registrar seu maior salto diário em mais de duas semanas. Na semana, o índice ficou estável.

Um sentimento de aversão ao risco tomou conta dos mercados depois que o alerta de margem de lucro da Broadcom agravou as preocupações sobre a viabilidade do rali impulsionado pela IA e os gastos ambiciosos no setor – preocupações que foram inicialmente desencadeadas pela previsão decepcionante da Oracle na quarta-feira.

“O que vemos hoje é uma clara perda de apetite pelas ações de tecnologia”, disse Ipek Ozkardeskaya, analista sênior de mercado do Swissquote Bank, acrescentando que as perdas relativamente menores na Europa se devem à sua exposição mais limitada à tecnologia.

As ações regionais expostas à IA caíram com a ASML e a Schneider Electric em queda de 5% e 4,2%, respectivamente.

— Com informações de Reuters

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Riachuelo (GUAR3): O que está por trás da nova loja conceito da varejista, segundo o CEO

O ciclo de transformação da Riachuelo (GUAR3) se materializou na recém-lançada loja pop-up da companhia. Localizada na rua dos Pinheiros, na zona oeste da capital paulista, o espaço consolida um trabalho de dois anos que ambiciona uma nova experiência de marca, produto e loja para a varejista de moda.

Em entrevista ao Money Times, o CEO André Farber destacou o simbolismo das mudanças da companhia, apresentando ao público uma nova identidade visual e com objetivo de atrair fluxo de clientes para conhecer toda a transformação.

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